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Roma avalia entre reforços e planejamento

Da Roma, vêm as mensagens mais contraditórias em relação a reforços. Os novos donos têm dinheiro para investir, mas ainda não se sabe se a direção preferirá fazer contratações de peso logo de cara ou se investirá num projeto de longo prazo.

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A fórmula certa para a Roma

Num time que mudou pouquíssimo desde a temporada passada – quando chegou perto de conquistar o título – a Roma despencou. Sem mudanças no elenco, no banco de reservas, e diretoria, somente dois pontos podem ser acusados pela queda de produção: preparo físico e falta de empenho.

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Totti decepciona. E daí?

A Inter ganhou a Copa Itália. A final foi entre Roma e Inter. Ninguém dá a mínima para a Copa Itália. Totti mais uma vez enterrou a Roma quando o time precisava dele. Papai Noel não existe. A escurdião é negra. A luz é clara. Alguma das sentenças acima não é óbvia?

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Chora Roma, chora Totti

A derrota da Roma diante do Panathinaikos revela definitivamente a limitação romanista. O time é bom para os padrões de um Italiano atípico (onde Milan e Juve estão ainda feridos) e está jogando a 110% de sua capacidade. Confrontando-se com rivais europeus, os limites romanistas ficam claros, especialmente no ãmbito defensivo. Tomar seis gols de um time com Djibril Cissé é uma prova disso.

Alguns leitores acham que eu não gosto de Francesco Totti, maior jogador da Roma na história. Já soube até de colegas blogueiros que falam de mim como se eu fosse um “anti-Tottista”. É uma bobagem sem tamanho, provavelmente causada pelas minhas críticas às tentativas de alçá-lo ao mesmo tamanho de um Kaká, um Messi, um Ronaldinho Gaúcho. Totti é o ícone que é em Roma porque a Roma é uma equipe de segundo escalão na Europa.

Para Trigoria, seu futebol é extraordinário e assim sendo, se joga em sua função. É o típico caso de um talento confinado ao próprio ambiente. Jogasse no Milan (para onde quase foi aos 12 anos) ou na Juventus, jamais teria um time em sua função e é impossível saber se se adaptaria em esquemas mais rigorosos. O mesmo vale para a Itália. De azul, Totti jamais foi o craque do Olímpico. Uma magia aqui, outra ali, mas jamais um motor, jamais um Zidane, jamais um van Basten.

Na Roma, quando teve nomes como Batistuta, Cafu e Candela ao seu lado, fez chover. Sua maior virtude – jogar como trequartista – é seu maior pecado – pois impede outro esquema de jogo. Assim como Maradona, é um craque que precisa de um esquema para si para exprimir seu melhor. Só que Totti não se compara a Maradona. Enquanto isso, Kaká, Messi, Ronaldinho e Zidane, para citar alguns de seus contemporâneos, conseguiram tirar o melhor de si num futebol de conjunto e venceram muito mais que Totti, dono de um punhado de Copas Itália e um ‘scudetto’.

Mas se Totti limitou a Roma – nenhum técnico, nem mesmo Fabio Capello teve força para fazê-lo jogar fora de sua posição predileta – deu ao time seus melhores momentos na história. A saída da Europa league não foi culpa dele, claro, mas tira dele a chance de erguer um troféu europeu que fica cada vez mais improvável. Não é uma LC, verdade, mas a Roma também não é um Manchester United. Totti, com toda sua romanidade, merecia um título do gênero, assim como o clube e a cidade. Fica a torcida para o ano que vem.

Totti 3 x 0 Spalleti

Luciano Spalletti pediu demissão da Roma, num gesto já esperado há alguns dias.

Spalleti caiu em desgraça na Roma depois de ter deixado de ter de Francesco Totti a graça de sua simpatia. O técnico teve uma verba ridícula para o mercado e a Roma é hoje um time sem chances mesmo de ir à Liga dos Campeões. Resta Totti. Ele bastará?

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Cinco anos de angústia

O internauta pode estranhar que na semana onde o jogador mais importante da Itália quebra a perna, a manchete é de um georgiano. Mas há um porquê. Na semana passada, o FBI concluiu as investigações sobre o seqüestro do irmão do defensor milanista Kakhaber Kaladze após confirmar que um corpo encontrado nove meses atrás numa vala comum em Tbilisi era o de Levan Kaladze.

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Vaga garantida. E agora?

Claro. Como qualquer pessoa minimamente sensata poderia prever, a Itália conseguiu sua classificação com relativa folga. ‘Relativa, comparando com as últimas campanhas, uma vez que a Itália foi para os playoffs em 1998 e em 2002 também não deu nenhum show de bola.

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Mão na taça

Indiscutível. Esse é o termo que qualifica a histórica vitória da Juventus no Giuseppe Meazza. A Juve não batia o Milan na Lombardia desde 1997, 6 a 1, que definiu a aposentadoria do lendário Franco Baresi. O sucesso ‘bianconero’ não deifiniu o campeonato, mas deixou a equipe de Capello com uma vantagem que raramente desperdiça.

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