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Champions League: oitavas de final – jogos de volta I

Nestas terça e quarta-feiras teremos as primeiras quatro partidas de volta da Champions League 2016/2017. Os confrontos seguem distribuídos em quatro dias (dois jogos por dia), dois dias em duas semanas. Mais quatro confrontos acontecerão nos dias 14 e 15 de março.

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Premier League: Manchester United 1×1 Arsenal – o duelo tático

No último sábado Manchester United e Arsenal realizaram clássico válido pela décima segunda rodada da Premier League, em Old Trafford (Manchester/Inglaterra). O confronto foi equilibrado como o placar final em 1×1 faz supor. Da parte dos treinadores o encontro foi tenso como sempre, devido à rivalidade entre José Mourinho e Arsene Wenger.

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Chelsea: boring, boring Mourinho.

No último domingo, o Chelsea visitou o Arsenal no Emirates Stadium (Londres/Inglaterra) pela trigésima quarta rodada da Premier League. Os blues lideram com 77 pontos, dez a mais que o vice-líder Manchester City, que por sua vez ostenta a mesma pontuação do terceiro colocado Arsenal.

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Arsenal: Wenger, Henry e o Monaco.

Nesta quarta-feira, Arsenal e Monaco se enfrentam em partida de ida válida pelas oitavas de final da Champions League 2014/2015. O jogo acontece no Emirates Stadium em Londres (Inglaterra). Ambos os times são vice campeões do torneio. O inglês Arsenal, foi o finalista vencido pelo catalão Barcelona na temporada 2005/2006.

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Fàbregas: outra vítima do “capricho” catalão?

O meia Cesc Fàbregas que chegou ao inglês Chelsea nesta temporada, tem sido um dos principais atletas na boa campanha blue, a qual culmina com a liderança da Premier League. Na vitória blue contra o Swansea por 4×2, há quase um mês, Fàbregas se tornou recordista de assistências em partidas consecutivas no torneio (6 assistências).

Na última terça, o atacante Pedro Rodriguez, ex-companheiro de Cesc no Barcelona, expressou publicamente o descaso pelo qual o amigo e companheiro de seleção espanhola, passou no futebol espanhol.

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Arséne Wenger contra o dragão da corrupção

Arséne Wenger é um personagem que aprendi a respeitar. Suas primeiras versões do Arsenal comandadas por Henry sempre me pareceram um pouco sem caráter demais. Nunca mudei essa opinião, porque Roi Henry era capaz de apresentações épicas contra o Sunderland, mas em decisões de copas europeias, invariavelmente fracassava. Mesmo assim, em termos de gestão de longo prazo num clube, já sabia admirar Wenger. E hoje, admiro ainda mais.

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Delneri-Juventus: é adeus

Certamente pior para a Itália do que o atrito entre Gattuso e Leonardo foi a enésima demonstração de frouxidão da Juventus, que praticamente sepultou as chances de Luigi Delneri de continuar no clube. Um dia antes do empate em 2 a 2 com o Chievo, Delneri disse que ficaria na Juve com “100%” de chances.

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O melhor

Depois de semanas escutando que Iniesta seria o vencedor da Bola de Ouro da Fifa (o que seria uma injustiça até com Xavi), a vitória de Messi vem como uma boa nova. Messi é o melhor jogador do mundo e um dos maiores de todos os tempos. Sua precocidade faz pensar que ele possa entrar num seleto grupo de Pelé, Maradona e Cruyff, caso não se deixe seduzir por bares, noitadas e desleixo, como ocorreu com Ronaldinho Gaúcho ou pelo ego, como ocorreu com Cristiano Ronaldo. Sua premiação é justa na escolha de quem é de fato o melhor jogador do mundo, mas injusta na avaliação da temporada passada, na qual Wesley Sneijder só não atingiu a perfeição porque perdeu uma final duríssima para uma SuperEspanha. O holandês é um craque e o melhor jogador da Itália na última temporada. Carregou a Inter para sua tríplice coroa. Contudo, mesmo em seu melhor momento, é um excelente, magistral jogador – como Kaká – mas ainda a uma distância notável de Messi.

Me lembro consideravelmente de Diego Maradona, tendo acompanhado boa parte de sua carreira (sem piadinhas aqui…). Por isso, creio que Messi será o maior jogador argentino de todos os tempos ao fim de sua jornada esportiva caso consiga vencer uma Copa do Mundo como fez Maradona. Tecnicamente, Messi não é inferior a Maradona, mas consegue produzir muitíssimo mais porque compreende melhor o futebol como jogo. Basta ver o que os dois conquistaram. Arrigo Sacchi dizia que Maradona era o jogador mais talentoso que ele já tinha visto jogar, mas que suas conquistas (dois títulos nacionais, uma copa europeia e uma Copa do Mundo) não refletiam seu talento. Messi, aos 23 anos, já conquistou um punhado de campeonatos, duas Ligas dos Campeões e não dá mostras de estar se acomodando.Tem um brilho no olhar de quem está ainda sedento e uma determinação impressionantes para quem conquistou tanto. Imaginar que ele possa levantar mais uma dezena ou duas de títulos importantes mais uma Copa do Mundo em sua carreira é mais do que plausível. Como disse Arsene Wenger, depois de ser triturado pelo Barça na LC passada, torçamos para que ele não se machuque porque seu futebol alegra até os rivais.

Não há um jogador que possa oferecer resistência a ele no cenário internacional. Neymar, tecnicamente um prodígio, já é mais marrento do que Messi com o fantástico palmarés de um Paulista e uma Copa do Brasil; Ganso já sofreu duas lesões sérias no início de sua carreira (embora seja potencialmente o jogador mais promissor de que eu me lembre); Kaká é um craque esforçadíssimo, mas além de sua atribulada situação física, não tem o talento de Messi (uma comparação plausível seria a de Matthaus com Maradona) e Cristiano Ronaldo é egocêntrico demais para superar a determinação de Messi. Estamos vendo uma lenda em campo. Aproveitemos o quanto pudermos, porque o pequeno argentino não tem nenhum limite aparente em sua trajetória.

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