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Preview da temporada: Lecce

U.S. Lecce

Investimentos: Nenhum. Na verdade, levantou mais de €3 milhões com o mercado.
Reforços: Strasser, Oddo e Tomovic.
Ausências: Antonio Rosati, que rumou ao rival Napoli.
Técnico: Eusebio Di Francesco, ícone romanista nos anos 90.
Destaque: Ignacio Piatti, já ídolo local na Puglia.
Aposta: Bertolacci e Luis Muriel, ambos na faixa dos 20 anos.
Ponto fraco: falta um atacante que garanta 10-15 gols na temporada.
Luta para… se salvar e já é muito.
Na temporada… o script do Lecce é o mesmo de sempre: elenco curto, marcação, dedicação e quem sabe, mais um ano na divisão máxima. Não dá para falar que o time está numa situação mais difícil do que a do ano passado: as saídas de Rosati e Cacia não são exatamente o fim do mundo. Assim, a busca do neotécnico Di Francesco será a de conseguir acertar sua defesa. Clubes do porte do Lecce raramente se salvam se não trabalharem contra as invasões assim como faziam venezianos e fiorentinos na idade média. O jogo do Lecce passará pelos pés de três estrangeiros: Piatti, Olivera e Giacomazzi. O primeiro e o último tendem a dar consistência ao meio-campo enquanto Olivera faz a ligação com o ataque. Mas…para quem? Essa é outra tarefa de Di FRancesco: encontrar um atacante eficiente para ser sua referência na frente.  Sem um terminal ofensivo, historicamente as equipes de província sofrem para não cair. Ou seja: entre Muriel, Cuadrado, Ofere e outros, precisa haver uma revelação. Sem isso, o Lecce é candidato a cair. Como sempre.

Um time no caos – II

O 4-3-3 é o esquema mais instável do futebol. Quando funciona bem, geralmente proporciona um futebol bonito porque abre opções para as jogadas e facilita a superioridade numérica – por isso a parte física conta muito, já que os jogadores têm de correr mais para ocupar espaços. Por outro lado, qualquer falha faz a casa cair. por exemplo: se um dos volantes não estiver bem fisicamente, não tem como os outros compensarem, porque já têm de correr nos seus limites; se o lateral não apóia, sobrecarrega o lado oposto e facilita a marcação. E assim por diante.

No Milan de Leonardo, tudo de errado acontece ao mesmo tempo. Para piorar, suas impostações táticas são equivocadas. Como bem observou um jornal italiano, o Milan, contra o Bari, passou boa parte do jogo com Pirlo de externo na esquerda e Seedorf na direita e nessas posições, eles rendem menos. Mas ainda mais sintomático do caos tático do time foi no momento em que Leo sacou Ronaldinho para colocar Oddo, enquanto o Bari escalava um terceiro atacante.

Antes que alguém possa inocentar Leonardo do prepáro físico escasso do time, cabe lembrar que nesta temporada, o regime de preparação no clube foi alterado exatamente por orientação do técnico. Os intensos trabalhos físicos  dos anos anteriores deram espaço a exercícios sempre com bola. Em si, isso não é um erro (Barcelona e Inter, só para citar dois, trabalham assim há anos), mas certamente não é algo que se possa fazer de orelhada.

Não vejo espaço para Leonardo reverter a situação. Ancelotti reverteu várias crises porque tinha a confiança do grupo e parece nítido que o elenco não confia na capacidade de Leonardo. E mesmo que tivesse toda a capacidade, faltaria elenco para disputar qualquer coisa não só com Juve e Inter mas mesmo com Genoa e Sampdoria. Salvo engano, o Milan parece fora do campeonato depois de somente algumas rodadas.

IbrahimovInter

Dificilmente um jogador é bom o suficiente para decidir um jogo sozinho. Quando usamos a expressão “fulano acabou com o jogo”, em grande parte das vezes estamos exagerando, na tentativa de fazer um elogio à performance de um determinado atleta. Mas neste domingo, não foi este o caso.

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Vaga na porrada

“Hanno visto di che pasta siamo fatti?”, perguntou o volante Gennaro Gattuso, ainda encharcado da chuva que caiu em Glasgow durante o confronto com a Escócia. A questão – cuja tradução livre é “vocês viram que tipo de gente nós somos?” – é endereçada aos críticos na seleção e tem no tinhoso milanista um representante daquela que talvez seja sua maior qualidade: uma determinação típica de campeões.

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Erro de avaliação

Não importa a época, a circunstância ou o momento. Sempre que o Milan perder em casa para o Empoli, uma luz vermelha terá de, obrigatoriamente, se acender no vestiário ‘rossonero’. Pode ser que algum dos três aspectos acima sirva para explicar ou até justificar o incidente. Mas a investigação tem de ser feita.

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Onde fica Emerson no Milan?

A contratação do volante Emerson para o Milan já ouriçou os críticos de Carlo Ancelotti sobre uma vocação defensivista que o treinador de Reggiolo teria. Se um time tem Ambrosini, Gattuso, Brocchi e Pirlo, existe um modo de jogar também com Emerson, sem sugerir a heresia de mandar Deus-Kaká para o banco?

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Quem empurra pra dentro?

A arrancada inicial do Milan fez muita gente imaginar em uma luta pela liderança quase imediata. Fazia sentido: o time estava jogando bem, Ricardo Oliveira estreou apavorando e Inzaghi fazia gols até quando tomava água San Pellegrino. O velho ‘trend’ milanista estava em plena forma.

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O peso do mundo

A desgraça futebolística que se abateu sobre a Itália certamente é o fato mais relevante do futebol mundial nestes dias anteriores à Copa. Exceção feita à Inglaterra, onde a presença de Rooney é rainha absoluta das manchetes de jornais, toda a Europa comenta ou faz projeções baseadas em superstição onde a seleção de Marcello Lippi e a ‘Azzurra’ campeã mundial de 1982 são comparadas.

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