Tag: Luciano Gaucci

Cinco anos de angústia

O internauta pode estranhar que na semana onde o jogador mais importante da Itália quebra a perna, a manchete é de um georgiano. Mas há um porquê. Na semana passada, o FBI concluiu as investigações sobre o seqüestro do irmão do defensor milanista Kakhaber Kaladze após confirmar que um corpo encontrado nove meses atrás numa vala comum em Tbilisi era o de Levan Kaladze.

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Na marca do pênalti

À primeira vista, o leitor pode achar que esta coluna vai sugerir que um nome do Milan está na berlinda. Errado. No Milan, poucos são os que estão com a corda fora do pescoço. E sim, estão inclusas estrelas como Pirlo, Seedorf, Dida e Filippo Inzaghi.

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Nem tudo é tragédia

Nas últimas semanas, na Itália, não foram poucos os que tiveram a forte sensação de que a Série A desta temporada não começaria na data. Pudera. A quantidade de acusações, recursos, denúncias, escândalos e afins foi industrial. Os que apreciam o ‘calcio’ em toda a sua magnitude lamentaram que um campeonato tão disputado e cheio de bons jogadores fosse comentado pelas suas falcatruas e ‘viradas de mesa’.

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Finalmente, Itália

Não seria exagero dizer que a Ítália foi a uma Copa confiante em seu time foi quando jogou em casa, em 1990, e mais por que jogava em casa do que por ter um time assim fantástico – ainda que tivesse um Baggio se firmando como estrela de grande calibre.

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O céu é o limite

Todo ano, a briga pelo título na Itália é sangrenta. Até às últimas rodadas (às vees até à última), os titãs italianos se esmurram para poder tecer o ‘scudetto’ na camisa do ano seguinte. É, isso sempre acontece. Mas nesta temporada, tudo indica que vai haver mais luta, mais disputa, mais sangue.

A conclusão é óbvia, porque as campanhas de reforços de Juventus, Milan e Inter foram simplesmente peso-pesado. Nenhum dos três times ficou olhando o sol se por no horizonte. Jogaram dinheiro em cima da mesa, caçaram na Europa e abriram um pequeno hiato em relação à Roma, e um maior em relação à Lazio.

Comecemos pela Juventus. A Juve é sempre favorita em qualquer torneio que entrar. Agora, se aliou à Fabio Capello. Juntou a fome e a vontade de comer. Para reforçar a sua defesa (maior problema na última temporada), arregimentou Zebina (ex-Roma), Chiellini (ex-Livorno e jogador promissor) e repatriou Bonnefoi (que estava emprestado ao Messina).

Para compensar a saída de Davids (outro fator de desequilíbrio na temporada passada), a Juve repatriou Blasi e Brighi (jovens, mas já experientes), e se esforça para contratar o brasileiro Emerson, o único jogador do mundo tratado como inválido em seu país, mas disputado por Juventus e Real Madrid. No ataque, Capello está seguro, com Trezeguet de contrato novo, Miccoli e Del Piero, e ainda a possibilidade de ter mais um nome.

Inter e Milan: derbys inesquecíveis por vir

O Milan já saiu em vantagem sobre os adversários. Tinha a base mais sólida da Itália, e não perdeu nenhum nome relevante. Como se não bastasse, contratou o gigante Jaap Stam (que deve formar a defesa mais forte do mundo com Cafu, Nesta e Maldini), o meio-campista Dhorasoo (ainda subvalorizado, mas jogador impotantíssimo do Lyon tricampeão francês), além de obter de volta de empréstimo os jovens Sarr e Aubemayang.

Para completar, o Milan está muito próximo de acertar com Hernán Crespo, (ex-Chelsea, Lazio e Parma). Crespo foi lapidado por Ancelotti no Parma, e os dois são muito próximos. Dessa forma, o Milan teria um setor ofensivo formado por Shevchenko, Inzaghi, Tomasson e Crespo. Mais aquele meio-campo que todo mundo já conhece, com os “mammasantissime” Seedorf, Pirlo, Gattuso, Kaká, Rui Costa…

A Inter foi a que mais gastou (puxa, que novidade!), para montar mais uma vez um time novinho. Contratou um treinador a peso de ouro (Roberto Mancini, a € 2,5 milhões por ano), e praticamente refez o time. Na defesa, o lateral Favalli e o central Burdisso; no meio-campo, Cambiasso (ex-Real Madrid), Davids e Verón (sem esquecermos que Stankovic já tinha chegado em janeiro). No ataque, Adriano e Vieri, com uma fila de reservas que dá a volta em Milano Centrale.

A Roma investe num técnico que trabalha com jovens e, basicamente, em jovens de sua divisão de base. Bovo, Ferronetti (defensores), Aquillani (meio-campista), Tulli, Sturba (atacantes), são alguns deles, além do defensor parmigiano Ferrari. E ainda tenta Gilardino (que só deve ser contratado caso Emerson vá embora). Tudo com a regência de Cassano e Totti. E a Lazio teve de ceder à sua crise, se desfazendo de nomes como Fiore, Stam, Favalli e Corradi, buscando alternativas baratas como o macedônio Pandev.

Favoritos? Milan e Juventus, com a Inter logo atrás, no vácuo. O time ‘nerazzurro’ deve perder algum tempo para se acertar, ao passo que a Juve tem uma base relativamente acertada e o Milan não vai mexer em praticamente nada. Sem sombra de dúvida, a Série A deve ter o torneio mais duro entre as grandes ligas européias.

Brasileiros, depressão e contratos rasgados

Dois anos atrás, o brasileiro Jardel inventou um presépio para sair do Sporting. Apresentou-se no clube com “depressão”, dizia-se de cama, sofrendo a separação da esposa. Todos sabiam, à época, que o que o atacante queria mesmo era uma transação para outro clube, mas era impedido pelo seu contrato.

Agora, é Emerson, um de seus companheiros no Grêmio de Luis Felipe Scolari, que parece estar sendo atacado pela mesma “depressão”. O brasileiro não se reapresentou à Roma na data marcada, enviando um atestado médico, segundo o qual também estaria com “depressão”. Curiosamente, Juve e Roma travam um braço-de-ferro pelo seu futebol. A Juve quer comprar, mas a Roma só vende sob suas condições (Blasi mais uma soma equivalente a € 10 milhões em dinheiro vivo).

Um fato curioso é que Blasi cresceu nas divisões inferiores da Roma, foi emprestado ao Lecce e depois comprado pelo Perugia. Agora, a Roma se dispõe a pagar pelo jogador que dispensou, cerca de € 6 milhões (o valor de Emerson estaria sendo cotado em € 16 mi).

Um outro fato, este, absolutamente desagradável de se constatar, é como os jogadores de futebol (em particular, os brasileiros – embora o hábito seja internacional) enxergam os contratos que assinam. Para eles, aquele pedaço de papel lhes garante somente que seu salário milionário será pago em dia, mas jamais que, através do mesmo termo, o atleta se compromete a prestar seus serviços ao seu clube, se somente ao seu clube.

Edmundo tentou fazer presepada similar em 1998, na Fiorentina, não se apresentando e dizendo que “queria ser vendido”. O então presidente do clube, Cecchi Gori, retrucou: “bem, então ele pode considerar a carreira dele encerrada, porque pagarei todos os seus salários, mas ele não jogará por nenhum outro time através desta chantagem”. Edmundo enfiou o rabo entre as pernas e ponto. Cecchi Gori acertou na profecia. Nunca mais Edmundo jogou bola. Mas isso é outra história.

Ao dar ouvidos aos conselhos de agentes ávidos por uma gorda transferência, Emerson só está maculando a sua ficha profissional. Se tem contrato com a Roma, tem a obrigação de cumpri-lo até que entre em acordo com o clube. Espetáculos teatrais com atestados médicos servem bem pouco para melhorar a atmosfera do episódio. E, é claro, são tratados com o devido (pouco) respeito.

Crise Lazio; abismo Napoli

Com a aproximação da data final para a regulamentação dos clubes junto à Federcalcio, aqueles times que estão mais na pindaíba começam a ter ter calafrios na espinha, porque clubes com débitos que não se encaixam nos balanços não têm o registro aceito. Ou seja: vão para o saco.

Entre os grandes clubes italianos, pelo menos dois estão com a situação no vermelho (contas no vermelho, quase todos estão, mas esses estão BEM no vermelho). O primeiro é a Lazio, engolfada dois anos atrás pela crise de sua empresa mantenedora, a Cirio. A Lazio teve dois anos bons dentro do campo (na medida do possível), mas o rombo ainda é bem arregaçador.

Para que o time de Formello consiga se inscrever no torneio da Série A, precisa levantar nada menos do que € 33 milhões, entre débitos particulares ou com o governo. A data final é 19 de julho. Até lá, o clube procura incessantemente um novo dono, um novo empréstimo ou um milagre qualquer. Sem o registro, a coisa vai para o buraco.

No Napoli a situação é pior. As dívidas são bem piores do que as da Lazio (na relação dívidas-patrimônio), o empresário Salvatore Naldi já torrou o que tinha e teve de pedir água, e o único pirilampo que apareceu querendo “salvar” o Napoli é Luciano Gaucci, que acaba de rebaixar o Perugia. A raposa querendo tomar conta do galinheiro.

Às pressas, as autoridades da cidade convocaram alguns homens de negócios para poder formar uma “holding” que fosse capaz de inscrever o Napoli na Série B. O primeiro nome é o de Francesco Floro Flores, presidente do Capri (cidade famosa por suas praias), ao qual se juntariam pelo menos mais três empresários. Dá para salvar? Não se sabe. Só dá para dizer que o Napoli é a quarta torcida da Itália. Isso dimensiona bem a gravidade da questão.

Curtas

Poucas horas antes da publicaçãop desta coluna, estourou o milésimo escândalo na Itália.

O MP italiano, depois de investigações sobre apostas, fraudes e resultados comprados, indiciou dois árbitros da Série A, Marco Gabriele e Luca Palanca

Os dois teriam “dado uma força” para que o Messina subisse de divisão.

E pelo que parece, num primeiro momento, as provas contra os dois iriam além da tradicional choradeira

A Roma dá como certa a transferência de Philippe Mexés, do Auxerre, mas a Federação Francesa entrou com um pedido de anulação da transação

O clube italiano apelou para a FIFA

O mediano Andrea Pirlo, do Milan, tinha sido escolhido pelo treinador Claudio Gentile como um dos três jogadores acima da idade de 23 anos que iriam com a Itália às Olimpíadas

Ao saber disso, o técnico do Milan, Carlo Ancelotti, disse que faz questão de Pirlo com o time, para a pré-temporada

Ainda não se bateu o martelo, mas é quase certo que Pirlo não vá para Atenas

A centrífuga Inter

Frey (Parma); Simic (Milan), Ferrari (Parma), Silvestre (Manchester United); Brocchi (Milan), Pirlo (Milan), Di Biagio (Brescia) e Seedorf (Milan); Roberto Baggio (Brescia); Mutu (Chelsea) e Vieri. Esta escalação é mais uma licença poética do que outra coisa, pois é um tanto quanto desequilibrada. Só que, inegavelmente, é composta de jogadores que são, na sua maioria, titulares absolutos em alguns dos maiores times da Europa. O ponto em comum? Todos foram escorraçados da Inter, ou vendidos a preço de banana.

O internauta atento há de se perguntar: “Mas o Vieri não está na Inter?”. Está. Ainda. Mas depois do último final de semana, é bem possível que Bobo Vieri, que outro dia completou 100 gols com a camisa interista, seja mais um bom jogador a deixar Appiano Gentile, “mandado embora”.

Quando soube que não seria titular contra o Bologna, Vieri simplesmente disse que não ia ficar no banco. Sua justificativa era a de que preferia ficar treinando em Appiano Gentile para melhorar a sua forma. Disse também que não devia satisfação ao treinador Alberto Zaccheroni, pois só falava com o presidente (na verdade, o ex-presidente Massimo Moratti).

Indiscutivelmente, Vieri foi um poço de arrogância no episódio, só que pela enésima vez, algo dentro da Inter consegue fazer com que seus melhores nomes acabem sendo expurgados praticamente como párias. Note o internauta que, na lista acima, esta coluna nem inclui o nome de Ronaldo, que certamente sentiu o mal-estar de que falamos, mas deixou a Inter porque quis. E ponto.

A saída da Inter na Copa UEFA deve custar a cabeça de Alberto Zaccheroni, mais um entre tantos técnicos que foram dizimados pela mesma máquina que queima jogadores. Se a Inter se classificar pela Liga dos Campeões, deve manter ‘Zac’. Se o fizer, estará condenando mais uma temporada, porque sua posição é fraca, e salvo um milagre, não conseguirá ter força para moldar um time competitivo.

Qual a razão de tanta instabilidade? Ninguém sabe ao certo. Porém, a convivência promíscua entre agentes de jogadores, dirigentes, funcionários do clube de longa data, e eminências pardas, certamente cria espaço para que fungos e bactérias ganhem terreno. Daí, jogadores tratados como refugo pela Inter, como Mutu, Pirlo e Seedorf, tenham ganhado status de mega-astros em outros clubes (para azar da Inter, boa parte deles, no arqui-rival Milan).

O destino de Vieri parece estar traçado, especialmente depois da chegada de Adriano, cujas características são similares às de Vieri. Em qualquer clube, daria-se sangue para colocar os dois em campo a qualquer custo. Na Inter, os “corneteiros” dão um jeito de inventar uma crise e mandam um embora. Se a projeção se concretizar, no ano que vem, Vieri vai estar enchendo as redes de gols. Se bobear, serão as redes do time em que ele joga hoje.

A decisão do ‘scudetto’. E não só.

A ponta da tabela é do Milan. O clube lombardo tem vantagem de pontos e de forma, e é favorito para ser campeão na Itália. Nesta semana, contudo, um jogo realizado em Roma pode ser o fiel da balança na decisão pelo título italiano desta temporada. O ‘replay’ de Lazio x Roma, é quem merece os holofotes da semana.

Só para relembrar: Lazio e Roma jogavam o derby, três semanas atrás, quando marginais da torcida organizada espalharam a notícia de que a polícia tinha matado um garoto torcedor da Roma. A torcida se enfureceu, o clima de pânico tomou conta do estádio e a partida foi suspensa.

Nesta quarta, o jogo mais quente da Itália, ganhou proporções de decisão, para os dois times, e também para Milan, Inter, Juventus e Parma. É que, dependendo do vencedor, o título pode ficar com o Milan, ou pode manter a Roma com esperanças matemáticas. Logo, a parte rubro-negra de Milão vai vestir a camisa da Lazio. Da mesma forma, a Juventus ‘seca’ a Roma, de olho no segundo lugar, que dá acesso direto à Liga dos Campeões.

A vitória da Lazio a coloca na quarta posição, a última que concede vaga à Liga dos Campeões. Desta forma, Parma e Inter querem mais é que a Lazio se enterre; os ‘gialloblú’ e a Milão ‘nerazzurra’ vestem as cores da Roma, de olho na luta pela mais prestigiosa competição européia.

Com o estádio com pelo menos 70% vestido de azul, o time de Roberto Mancini claramente priorizou o ‘derby’, quase perdendo para o Ancona em casa, mas ficando com alguns titulares no banco. A Roma jogou contra o Modena com o time titular, e não fez nenhuma alteração, usando todos os mesmos atletas por 90 minutos. A Lazio talvez não tenha Stam, com uma lesão sofrida contra o Ancona. Previsão em ‘derby’? Este colunista sabe bem que isso é para pedir para errar.

Perugia quer se salvar com “factóides”

Você se lembra da virada de mesa da Série B? Pois é. O vértice da palhaçada foi o Catania, comandado pela família Gaucci. O Catania teve um time ridículo por toda a temporada passada, caiu merecidamente, e conseguiu se manter na segunda divisão num tapetão sujo e cheio de bigatos, que causou conseqüências para Deus e o mundo.

Os Gaucci mostram que têm gosto pela coisa. Agora, com 30 rodadas de campeonato disputadas, Luciano Gaucci, ‘capo’ do time da Úmbria, disse que os “griffoni” não jogam mais nesse campeonato. “Estamos sendo roubados e não vou permitir mais que isso aconteça”.

As perguntas que ficam são: somente depois de 30 rodadas, Luciano Gaucci conseguiu ver o plano malévolo para prejudicar seu time? Será que ele não se lembra que o seu próprio técnico, Serse Cosmi, disse que o elenco se enfraquecera no mercado de janeiro? Ou quando Gaucci veio com a presepada de contratar uma mulher para jogar no time, Cosmi disse que o que o Perugia precisava eram “jogadores de verdade”? E o episódio macarrônico da contratação de “Gheddafinho”, um milionário filho de ditador da Líbia, que tem nível, no máximo, para se exibir no Tabajara FC?

O Perugia vai cair por várias razões. Primeiro, porque fez a besteira de participar da Copa Intertoto e ganhar uma vaga na Copa UEFA. O preço, em termos de preparação física, é altíssimo; segundo, porque o elenco é fraco, e como se isso não bastasse, Gaucci comprou e vendeu jogadores como se estivesse numa feira livre, deixando no ‘Renato Curi’, somente as frutas mais pisoteadas. Terceiro, porque a competição neste ano é acirradíssima.

Serse Cosmi é um excelente treinador, e deve encontrar guarida num time de porte ao menos médio na próxima temporada, mas não é o suficiente para compensar uma gerência estilo Eurico Miranda. O Perugia ainda não caiu, mas se cair, terá sido merecidamente. E pena que não haja justiça suficiente para que o Catania também não seja re-rebaixado. Um feito que até hoje, só o Fluminense conseguiu.

Curtas

Gianluca Pagliuca, veterano goleiro do Bologna, completou 527 partidas pela Série A, igualando o mito Gianni Rivera

A Juventus já prepara um passeio no mercado da bola para este verão europeu

Nomes cotados de verdade: Gilardino (Parma), Kapo (Auxerre), além de uma possibilidade concreta de que Didier Deschamps inicie um novo ciclo em Turim

O goleiro Dino Zoff, aquele que negou a Copa de 1982 ao Brasil, foi o italiano melhor colocado no ranking dos 50 maiores jogadores europeus de todos os tempos, no quinto posto

Paolo Maldini, Franco Baresi, Alessandro Nesta, Alessandro Costacurta e Gianni Rivera (Milan), Marco Tardelli (Juve e Inter), e Roberto Baggio (Brescia) são outros italianos que figuram

O milanista Marco Van Basten (quarto) também entrou no rol, assim como o juventino Michel Platini (nono)

Os três primeiros serão anunciados em Abril

Na segunda-feira, dia de fechamento desta coluna, mau dia para as ações dos clubes italianos

Estabilidade para os papéis da Lazio, enquanto os da Juve caíram 0,51% e os da Roma variaram –6,71%

E esta é a seleção Trivela da 30a rodada do campeonato italiano

Castelazzi (Brescia); Fernando Couto (Lazio), Cannavaro (Inter) e Falcone (Sampdoria); Appiah (Juventus), Gattuso (Milan), Brighi (Brescia) e Totti (Roma); Chevantón (Lecce), Gilardino (Parma), Adriano (Inter).

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