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Calcio: Internazionale, Milan e o incerto.

O periódico espanhol El País deu destaque às incertezas que possivelmente os clubes italianos Milan e Internazionale, continuarão vivendo na nova temporada. Há isenção na forma como os espanhóis observam o calcio italiano, mas há também alguma rivalidade histórica, acerca de quem detém o torneio nacional mais glamuroso.

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Milan: sob os escombros.

Nos últimos dias ecoaram diversas notícias sobre o novo status econômico do clube italiano Associazone Calcio Milan, sete vezes campeão da Champions League e dezoito vezes campeão da Série A italiana. 48% das ações do clube milanês foram adquiridas há pouco mais de uma semana pelo tailandês Bee Teachaubol. Silvio Berlusconi, segue enquanto sócio majoritário detendo os outros 52% das ações.

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Janela de transferências encerrada: Milan.

Em pouco mais de um ano, Silvio Berlusconi matou dois ídolos recentes do Milan. Clarence Seedorf em sua mal-fadada primeira aventura como treinador no começo de 2014 e agora Pippo Inzaghi, que assumiu o clube no meio de 2014. No panorama atual que exclui disputas continentais, o Milan se vê eliminado da Coppa Itália e com provavel chance de nem se qualificar para próxima Europa League. O time é o oitavo colocado da Série A.

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Milan: crepúsculo do ídolo.

Alessio Cerci, atacante trazido há menos de um mês pelo Milan em troca da cessão de Fernando Torres para o Atlético de Madrid, recebeu uma bola, estando aberto pelo lado esquerdo do ataque rossonero. Cerci estava numa discreta posição de impedimento, à frente da linha defensiva da Lazio. O atacante italiano finalizou de forma certeira, sendo que a bola acabou no fundo do gol de Berisha.

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Sintomas de uma decadência estrutural

No começo dos anos 80, Silvio Berlusconi ainda não tinha entrado para a política. Ele era um milionário italiano com ramificações na construção civil e mídia e que entendeu antes dos demais o poder e exposição que um clube de futebol poderiam propiciar. Em 1986, ele comprou o Milan e durante 20 anos venceu mais do que qualquer outro clube europeu. Berlusconi iniciou um trend no futebol europeu, o dos megamilionários que elevaram o nível do mecenato no Calcio de um amparo eventual a um investimento faraônico. Ironicamente, o Milan, o inventor da gestão dos superproprietários, que seja a primeira vítima do neofutebol de sheikhs e corporações. É esse Milan que se prepara para mais uma melancólica temporada cujo desfecho está escrito antes de a bola rolar.

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Milan, Ano Zero…ainda não mas quase

Sprovveduto. O termo, equivalente em italiano para “incapaz”, foi o usado por Silvio Berlusconi na sua mansão em Arcore, província de Monza, na discussão com Adriano Galliani para se referir a Massimiliano Allegri, então ainda técnico do Milan, na noite de domingo. O destino de Allegri foi antecipado na mesma reunião e Barbara, a caçula de Berlusconi, a encarregada de noticiar à ANSA que o 4 a 3 forçava reformulações. Salvo uma surpresa muito, mas muito grande, colocou o ciclo do político no comando do Milan em sua reta final. Incapaz ou não, Allegri certamente não é mais incapaz do que o status quo berlusconiano de lidar com a situação e todos os envolvidos parecem ainda mais sprovveduti para mudar radicalmente o curso da situação.

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Allegri, ma non troppo

A novela que se arrasta tendo o técnico Massimilano Allegri, o diretor Adriano Galliani e o ex-premiê e todo-poderoso milanista, Silvio Berlusconi, não terminará bem. No pano de fundo rubro-negro que vê um martírio operístico do treinador, o desfecho está definido: Allegri deixa o clube. Talvez isso não aconteça nesta semana (embora tudo indique que sim), mas a tentativa de Galliani de manter Allegri depois de um quase-milagre (classificação para a LC depois de vender os dois principais jogadores do time) é em vão. Freud teria dezenas de observações para fazer em relação à figura paterna castradora de Berlusconi. A luta não é de Allegri para permanecer no posto. Trata-se da enésima tentativa de Adriano Galliani se afirmar com Berlusconi lhe podando a autoridade.

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Criticar as vendas dos italianos é comprar o modelo errado

Um time do porte do Milan, quando vende seus dois melhores jogadores, deixa perplexo. Zlatan Ibrahimovic e Thiago Silva eram sem dúvida os melhores atletas do elenco milanista quando seguiram para Paris e deixaram cerca de €170 milhões no cofre do clube de Via Turati. O jornalismo esportivo atual foi uníssono em condenar a venda falando bobagens como “morte do Milan” e “time de segunda”. Trata-se de um exemplo de jornalismo totalmente em sintonia com a atual cepa do jornalismo esportivo: irresponsável, hipócrita, torcedor e recusando-se em se alinhar com a  obviedade por medo de perder o cliente/torcedor. A realidade passa longe. Por melhores que sejam, dentro do futebol italiano, o sueco e o brasileiro não valiam so nenhum ponto de vista a fortuna que movimentaram nas suas transações e deveriam sim ter sido vendidos.

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