Tag: conmebol

Eliminatórias Mundial 2018: Colômbia 2×2 Uruguai – o duelo tático

Pela décima rodada das Eliminatórias sul-americanas, a seleção da Colômbia recebeu a celeste do Uruguai em Barranquilla (Colômbia), na última terça-feira. A partida foi muito disputada, tendo ocorrido sob tempo chuvoso e terminando empatada num empate em 2×2.

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Concacaf: por quê o México sempre disputa a Copa América?

Após o amistoso “morno” protagonizado pela seleção do Brasil contra o México no último domingo, algumas dúvidas e interpretações pairaram na mente dos mais atentos. O time mexicano derrotado pelo Brasil por 2×0 na Arena Palmeiras (São Paulo/SP), parecia uma versão pálida do encardido México, que segurou empate sem gols contra o próprio Brasil, na primeira fase do Mundial 2014.

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Blatter re-eleito: o inferno não é um mau lugar.

“Hell ain’t a bad place/Hell is from here to eternity!”
(“From Here to Eternity” – Iron Maiden)

Como alardeado por toda a imprensa mundial, o presidente da FIFA Joseph Blatter conseguiu se re-eleger na última sexta-feira. O presidente da entidade máxima do futebol, eleito pela primeira vez em 1998, segue no comando da instituição por mais quatro anos.

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FIFA: a improbidade do intento apátrida.

O periódico espanhol El País entrevistou o pesquisador equatoriano Fernando Carrión, presente numa conferencia em San Juan de Puerto Rico (Espanha), na última quinta-feira. Carrión ex-jogador de futebol e pesquisador da Faculdade Latino Americana de Ciência Sociais (FLACSO), fez parte do congresso LASA de estudos latino americanos.

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Há mais entre o céu e a terra do que sonha nossa vã mediocridade

Dois dias depois do assassinato do menino boliviano em Ururo, as redes e a cidade de São Paulo ainda debatem a correção ou não da punição ao Corinthians. A verdade é que o Corinthians não tem que ser punido. Quem precisa ser punido é o Brasil e sua sociedade, assim como a Inglaterra o foi após Heysel. A discussão obscena que varia de lado conforme o clube do opinionista precisa acabar. É hora do país amadurecer também nas suas responsabilidades. Se a Conmebol tivesse um átomo de decência, baniria clubes brasileiros das competições sulamericanas por um período. E aí, talvez, o país parasse para pensar como país e não com um fanatismo torcedor que nos corrói do futebol à política.

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