Tag: Colômbia (Page 2 of 2)

A Colômbia do professor Pekerman, estágio 2 (parte II).

Voltando oito anos atrás, José Pekerman comandou a seleção albiceleste no Mundial de 2006 na Alemanha, o primeiro disputado pelo então jovem Lionel Messi, ainda coadjuvante no Barcelona. A Colômbia da copa 2014 foi bastante similar a Argentina de Pekerman com uma flutuação que permitia o time se desenhar em 3-5-2 e 4-4-2.

Ler mais

A Colômbia do professor Pekerman, estágio 2 (parte I).

Brasil e Colômbia se enfrentaram na última sexta-feira num amistoso ruim realizado em solo norte-americano, que terminou na vitória brasileira pelo placar mínimo. A partida foi de fato um jogo de exibição, onde o intuito parecia afirmar um fair play entre os agora capitães, Neymar e Zuñiga, lembrando que o primeiro foi gravemente lesionado pelo colombiano. A lesão se deu no Brasil 2×1 Colômbia pelas quartas de final do Mundial realizado há quase três meses e tirou Neymar da semifinal.

Ler mais

Brasil na semifinal: um Maicon a mais

E para o jogo contra a Colômbia que o Brasil venceu por 2×1, pelas quartas de final do Mundial 2014, Felipão mudou o time. A perspectiva era ruim uma vez que o confiável volante Luiz Gustavo se via suspenso por segundo cartão amarelo. Felipão no entanto, promoveu duas mudanças. Paulinho surgiu na lacuna de Gustavo, mas foi Fernandinho que acabou fixo na cabeça de área. Daniel Alves, que sempre apresentou problemas na marcação, finalmente saiu para a entrada de Maicon.

Ler mais

Risco desnecessário

Suspeita-se que o técnico de uma seleção nacional assiste aos jogos de seus jogadores preferidos, antes de uma convocação. Sim, especialmente se ele dispõe de todo o tempo e verba necessários para viajar, ou se munir de vídeos, ter uma equipe de observadores. Enfim, poder saber exatamente como está cada jogador, e convocar os melhores jogadores nas melhores condições para cada partida, especialmente se dispusesse opções válidas para os diversos setores.

Ler mais

E o Brasil empolgou contra a Colômbia

Pela primeira vez em vários, mas vários anos, o Brasil começou as Eliminatórias rumo à Copa do Mundo com otimismo e entusiasmo. E não, não é somente pelo fato de estarmos defendendo o título mundial. O Brasil venceu a Colômbia em Barranquilla na tarde deste 7 de setembro com sobras, sob todos os aspectos. E até mesmo o técnico Carlos Alberto Parreira acabou sendo merecedor dos mais rasgados elogios da crônica esportiva.

Diga-se de passagem, ele mereceu. Parreira resolveu as ausências de Ronaldo Assis e Kleberson de uma maneira muito eficiente. Zé Roberto fez uma de suas melhores partidas com a camisa amarela (mostrando que evoluiu muito como meio-campista), e Alex, se não foi o mesmo craque do Cruzeiro, teve uma participação importante.

O técnico brasileiro não fez a ‘renovação’ pedida por parte da imprensa, e ainda bem. O Brasil de hoje é uma valiosa herança de Felipão, com experiência, talento e quantidade. Como sempre, nosso ponto fraco é a dupla de zaga, que sempre joga sobrecarregada, a tal ponto de Lúcio perder a disputa com Angel, o atacante colombiano, na jogada do gol adversário. Resolver esta fragilidade continua sendo o grande desafio do técnico para conduzir o Brasil ao hexacampeonato.

No mais, tudo funcionou. Zé Roberto fez bem a cobertura de Roberto Carlos, Gilberto fez o mesmo em Cafu, Ronaldo demonstrou estar em estado de graça, e quando da entrada de Kaká e Renato, no segundo tempo, o Brasil só não aumentou a vantagem sobre os colombianos por preciosismo.

O capítulo Rivaldo merece ser estudado à parte. Ao contrário do que 90% da mídia fala, Rivaldo não é reserva de Kaká no Milan, e isso porque nem Kaká é titular no clube italiano. O pernambucano vem de uma temporada difícil tecnica, fisica e psicologicamente. Também aqui, Parreira acerta ao dar suporte ao atacante, que se bem gerido, mesmo jogando mal pode decidir a partida num lance. Ao contrário do Rivaldo inseguro de 1998, o Rivaldo decisivo de 2002 vale a pena de ser recuperado.

Bater a Colômbia em seus domínios é uma tarefa duríssima. Basta dizer que, na história, somente uma vez o Brasil conseguiu tal proeza (nas Eliminatórias para a Copa de 1970). Foi um excelente início para um selecionado que normalmente tropeça nos próprios cadarços quando ruma para um Mundial. Parreira tem, até aqui, as rédeas da situação. É verdade que ainda faltam 17 jogos, mas nem por isso podemos menosprezar o mérito da empreitada.

Page 2 of 2

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén

Top