Mês: abril 2012

Legado de Guardiola ameaça o futebol moderno e seu profissionalismo amador

Pep Guardiola anuncia que deixa o Barcelona e o futebol (momentaneamente). Entre lamentos do mundo e festejos aliviados de uma Madri que não suportava mais ser humilhada (não obstante a vitória no clasico), o técnico diz que cedeu ao estresse, à pressão exigida por um time que a exemplo do Ajax de Rinus Michels e do Milan de Arrigo Sacchi, reinventou o esporte ao mostrar como se trata muito mais de uma questão mental, incutida no jogador desde as divisões de base do que gastos astronômicos ou taticismos. Gianni Mura, colunista do diário italiano La Repubblica, aconselha Pep: “Por favor, Pep, não venha para a Itália. Aqui, você corre o risco de se arruinar”. No clássico kitsch da RAI, o La Giostra Dei Gol, um treinador desempregado convidado como comentarista, concorda. “O esquema do Barcelona não é viável. Trata-se de um ciclo encerrado”.

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Messi atônito após a derrota

Derrota do Barça é triste, mas não muda nada

Eu não entendo como alguém (que não seja madridista ou santista, bem entendido) consiga torcer contra o Barcelona. Suponho que seja uma espécie de ressentimento atávico. Afinal, a maioria de nós jamais verá nosso time do coração jogar um décimo do que joga este Barça em sua plenitude (mesmo que 90% dos torcedores consiga se enganar que “aquele grande time do *time para qual torço* era melhor que este Barcelona”). Com ressentimento ou não, ver o Barça cair é triste e até certo ponto, compreeensível, mas absolutamente insignificante em termos históricos. O Barcelona é o melhor time do mundo, o melhor de sua geração e tem grandes chances de vir a ser o melhor de todos os tempos, dependendo de como forem geridos os próximos anos. Essa derrota não muda nada no que diz respeito à história.

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