A quase uma semana de distância do evento, ainda não engoli a discussão sobre a saúde do ex-presidente e suas alternativas de tratamento entre seus seguidores sebastianistas e os críticos que querem vê-lo morto. A cada dez observações sobre o tema que vi, nove tinham duas coisas em comum: a intolerância e uma necessidade irracional de popularidade na rede. No fim, praticamente nada se salvou.

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