Investimentos: €40 milhões, mais ou menos.
Reforços: Pandev, Inler, Britos e Dzemailli.
Ausências: a bem da verdade, ninguém.
Técnico: Walter Mazzarri.
Destaque: Edinson Cavani.
Aposta: Federico Fernandez, defensor de 22 anos.
Ponto fraco: expectativas de uma torcida e imprensa fanáticas sempre muito além da realidade.
Luta por… vaga na Liga dos Campeões.
Na temporada… passada, o Napoli saiu da luta pelo título graças à endopressão que aplica a si mesmo. O time, assim como times de torcidas fanáticas no Brasil (Corinthians e Flamengo in primis), se imagina muito melhor do que é e assim, espera a lua de presente. O Napoli tem um elenco completo, uma torcida que empurra e entrosamento, mas falta ao time a maturidade para disputar títulos que normalmente vem somente com os anos. O ataque napolitano é espetacular – Cavani e Pandev não devem nada a nenhuma dupla de ataque na série A e o meio-campo é forte e criativo, com Hamsik, Gargano e Inler prontos para combater quem quer que seja. O que o Napoli precisa provar que tem é a serenidade de não se achar melhor que o Barça (como o amistoso de verão provou) nem achar que depois de perder dois jogos os jogadores têm de ser punidos. Mazzarri é um treinador competente, mas lembra muito Jair Picerni no aspecto psicológico, e isso afeta o rendimento do time. A zaga  não fornece toda aquela confiança – Cannavaro II, Campagnaro e Aronica não são extaamente monstros, mas o time escala dois laterais nas externas do meio-campo para assegurar melhor cobertura. Para ser campeão, Mazzarri precisa segurar o hype depois das vitórias para evitar o desgoverno com as derrotas. Flamenguistas e corintianos pedem para ser avisados da receita, pois seguramente fariam bom uso dela.