A ironia mal-disfarçada que parte da imprensa brasileira e espanhola usam ao se referir à transferência de Ronaldo para o Milan são mais do que compreensíveis. Ronaldo deixou de ser um personagem simpático há muito tempo, preferindo ignorar ou tratar rispidamente os seus críticos. Entretanto, os autores de todo o veneno e observações capciosas deveriam se lembrar que já deram Ronaldo por morto uma vez, antes da Copa de 2002. E tiveram de engoli-lo.

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