A última semana foi extremamente cheia de significados para a gestão do esporte no Brasil  e, por extensão, para o próprio Brasil. O país conseguiu se livrar de uma das pessoas públicas mais inssossas e incompetentes dos últimos tempos, o já-foi-tarde Orlando Silva, mas não se livrou do PC do B (que é uma entidade bem bizarra  – um zumbi corrupto morto-vivo, esquizofrênico entre ideologia e preguiça macunaímica). Com o aval do NeoPT (que é a antítese da história do finado PT), o Brasil se encaminha para fazer dois megaeventos esportivos onde o Estado (ndr, nós) vai pagar uma conta astronômica, os barões vão ganhar quantidades de dinheiro estelares e esportivamente, devemos mostrar os dois vexames para os quais ensaiamos com competência..

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