Manchester United e o senso de grandeza

A semana que acabou, começou com a previsível notícia de que o treinador David Moyes fora demitido do comando técnico do britânico Manchester United. Muitos se espantaram com o fato do clube red devil não ter procurado um nome mais expressivo. A função exigia muito, uma vez que Moyes foi o primeiro treinador do clube depois de quase trinta anos de Sir Alex Ferguson no comando. Até ali o maior pré-requisito de Moyes era o fato dele ser um anti-Liverpool, por ter treinado o Everton, rival local dos reds. A nível nacional a rivalidade United x Liverpool é enorme na Inglaterra. Continue lendo “Manchester United e o senso de grandeza”

Explicando o armador recuado

Uma observação semiirônica de um colega de trabalho me fez dar conta de que uma expressão que eu uso com freqüência, o “armador recuado”, pode estar sendo interpretada por leitores de um modo inadequado. Não se trata de uma invenção nem de um “tatiquês” semelhante à “treinabilidade”, um dos vernáculos famosos do titês corintiano. O armador que não atua na frente do meio-campo é difícil de conceber para o futebol brasileiro, mas existe, mesmo aqui. E é uma das posições mais raras do futebol moderno porque exige tanto do jogador quanto do time. Continue lendo “Explicando o armador recuado”