Melancolia atleticana

O Atlético MG é um clube tradicional. Junto ao primeiro título de Campeão Brasileiro da primeira edição do torneio, há o atual título da Taça Libertadores em seu hall de conquistas mais importantes. O alvinegro acabou derrotado de forma melancólica na última quarta-feira, na semifinal do Mundial de Clubes FIFA, no Marrocos. Continue lendo “Melancolia atleticana”

Galo campeão da Libertadores 2013!

E o Atlético MG acabou campeão da Libertadores 2013! Dizer que o clube alvinegro, em termos de popularidade, é algo estrondoso seria um superlativo mentiroso. Este que vos escreve mesmo, em 31 anos de vida, conhece pessoalmente apenas um atleticano; marido da prima da minha mãe (!!!). Numa dada oportunidade no segundo semestre do ano passado (pós chegada de R10 a BH), o cidadão que reside em Curitiba com a esposa, adentrou a casa da minha avó (no norte do PR) com uma camisa do Atlético. Continue lendo “Galo campeão da Libertadores 2013!”

E agora, Galo?

Há algum tempo atrás, o editor desde blog, falou sobre a dificuldade de se jogar a Libertadores, torneio onde a disparidade técnica dos times que a disputa, não é exatamente o maior entrave. A logística (altitude/translado) as vezes pode ser um problema maior do que a capacidade técnica do time que se enfrentará; além da sorte na definição dos confrontos de mata-mata. Jogar contra um Santa Fé da vida é menos pior do que enfrentar um time argentino em Buenos Aires. Continue lendo “E agora, Galo?”

Amistosos Internacionais 06/02/2013: no retorno de R10, a ressurreição de Julio Cesar

Inglaterra 2×1 Brasil aconteceu em Wembley (Londres/Inglaterra). Apesar da derrota a seleção de Felipão não protagonizou uma catastrofe diante do English Team. Na volta de Ronaldinho Gaúcho a seleção quem pareceu estar querendo assegurar vaga com a oportunidade foi o goleiro Julio Cesar. Continue lendo “Amistosos Internacionais 06/02/2013: no retorno de R10, a ressurreição de Julio Cesar”

Se se esconde, não é craque

A definição de “craque” não é precisa. Normalmente, se banaliza o termo referindo-se como “Craque” a qualquer jogador que tenha uma técnica acima da média – como Neymar, por exemplo. Mas eu discordo. Para mim, ao craque, não basta ter uma técnica acima da média. É preciso também ter uma personalidade que permita a ele decidir as partidas difíceis. Se ele se esconde, não é craque. Continue lendo “Se se esconde, não é craque”