Alarme Inter – ou mais que isso

Zero pontos em três jogos, sete gols sofridos e um absoluta desordenamento fazem da Inter a favorita entre as grandes  italianas a trocar de técnico antes mesmo das festas de fim de ano. Si mangerá il panettone Gasp, é a pergunta que os bookmakers estão se fazendo e com muita razão. A Inter compacta, sólida e muitas vezes maçante de Mourinho foi desmantelada na gestão Leonardo-Benitez e a Gasperini não sobrou nada. O que fazer e de quem é a culpa? Seguem algumas observações. Continue lendo “Alarme Inter – ou mais que isso”

A queda de Benitez

À saída de José Mourinho da Internazionale, depois da vitória na Liga dos Campeõe,s já era claro que este seria uma no difícil para o clube. Com um elenco bom  – não ótimo – poucos jogadores fora de série e uma estrutura interna dada a proliferação de focos de poder, Rafa Benitez assumiu uma bomba que explodiria com certeza. Cabe avaliar quais suas culpas nisso. Continue lendo “A queda de Benitez”

Saiu

A saída de Mourinho não é surpresa. Aliás, é sintoma de inteligência. Mourinho não poderia fazer mais nada na Inter e sabe que nos próximos anos, a concorrência de Milan e Juventus tende a voltar a ser similar à histórica. Além disso, o regime “Mourinhista” tem historicamente uma curta duração. Sua disciplina draconiana fatiga os envolvidos. Ir para o Real é uma aposta megalômana com boas chances de dar certo. Continue lendo “Saiu”

Show, Barça, Inter e o que o jogo permite.

Jamais em minha vida eu tinha visto um time renunciar à partida como fez a Internazionale diante do Barcelona. Cerca de 15% de posse de bola é a mesma proporção que um time profissional tem contra um amador. A diferença está nos detalhes. Com esses 15%, posicionamento e treino, Mourinho manteve o Barça à meia distância. E os catalães viraram história – uma feita pela Inter. Continue lendo “Show, Barça, Inter e o que o jogo permite.”

Ouvir o galo cantar e…

Uma nota publicada na imprensa brasileira (por muita gente, até gente séria) dá conta de que a máfia planejava raptar José Mourinho. Hoje, o Guardian traz a “verdade” da história.

A estória é assim. A “máfia” na verdade era uma família – pai, mãe e dois filhos – que anotavam as placas de carrões no subúrbio de Milão e descobriam o endereço dos mesmos através de um cadastro do Automóvel Clube local. A família, que morava num acampamento em Grezzago, perto de Milão, invadia as casas dos ricaços quando esses não estavam em casa. Nenhum dos quatro “mafiosos” tinham relação com crime organizado.

Ah, sim, faltou uma coisa. A única “Ligação” entre Mourinho e o crime era um recorte de jornal sobre ele no trailer da família “criminosa”. Aos colegas jornalistas (de outros países também), o recado: não é porque “deu no Orkut” que é verdade. E tome baboseira…