Milan: sob os escombros.

Nos últimos dias ecoaram diversas notícias sobre o novo status econômico do clube italiano Associazone Calcio Milan, sete vezes campeão da Champions League e dezoito vezes campeão da Série A italiana. 48% das ações do clube milanês foram adquiridas há pouco mais de uma semana pelo tailandês Bee Teachaubol. Silvio Berlusconi, segue enquanto sócio majoritário detendo os outros 52% das ações. Continue lendo “Milan: sob os escombros.”

Juventus: ainda propriedade da família Agnelli.

A Juventus aguarda a final da Champions League que será disputada em Berlim (Alemanha), no próximo sábado, tendo os bianconeri como adversário o Barcelona. O periódico espanhol El País jogou luzes sobre o ressurgimento da equipe italiana que há dez anos sofreu as consequências do chamado “calciocaos”, que eclodiu no futebol de seu país. Continue lendo “Juventus: ainda propriedade da família Agnelli.”

Capello e o parlamento russo.

Nas próximas semanas o vitorioso treinador italiano Fabio Capello, deve ser ouvido na Duma, a câmara dos deputados da Rússia. Desde o fim do Mundial 2014 realizado no Brasil, é prevista a apresentação do treinador perante as autoridades russas, para que seja esclarecido o mau resultado no torneio.

Capello (68 anos) comanda a seleção russa desde o início das eliminatórias para a copa que aconteceu no Brasil. Competição em que a Rússia foi eliminada na primeira fase. Continue lendo “Capello e o parlamento russo.”

Sintomas de uma decadência estrutural

No começo dos anos 80, Silvio Berlusconi ainda não tinha entrado para a política. Ele era um milionário italiano com ramificações na construção civil e mídia e que entendeu antes dos demais o poder e exposição que um clube de futebol poderiam propiciar. Em 1986, ele comprou o Milan e durante 20 anos venceu mais do que qualquer outro clube europeu. Berlusconi iniciou um trend no futebol europeu, o dos megamilionários que elevaram o nível do mecenato no Calcio de um amparo eventual a um investimento faraônico. Ironicamente, o Milan, o inventor da gestão dos superproprietários, que seja a primeira vítima do neofutebol de sheikhs e corporações. É esse Milan que se prepara para mais uma melancólica temporada cujo desfecho está escrito antes de a bola rolar.

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Luisito e a mordida

Na última terça 24/06, o Uruguai vencia a Itália por 1×0, resultado que classificava a celeste para as oitavas de final do Mundial 2014 e desclassificava os italianos. O jogo valia pela última rodada da fase de grupos do torneio. A azzurra tinha um jogador a menos (Marchisio, expulso) e os uruguaios, após gol do predestinado Godín, seguravam o jogo. Nós brasileiros estamos habituados a ouvir o termo “catimba”, sobretudo quando times do nosso país enfrentam adversários sul-americanos em disputas de Taça Libertadores. Continue lendo “Luisito e a mordida”

Congestionamento, desarme e contragolpe: a receita italiana

Quando Cesare Prandelli ouviu dos médicos da seleção italiana que Mario Balotelli estava for da competição, certamente se deu conta que perdeu um dos dois únicos jogadores capazes de conseguir definir uma partida sozinhos. Prandelli conhece futebol e já anunciou que a defesa italiana ganhará um zagueiro central a mais. Ele está certo: os italianos só têm chance para o jogo desta quinta se professarem o mantra fundamental do futebol italiano: baricentro baixo, meio-campo ocupado e contragolpe.

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O fator Prandelli.

O técnico Cesare Prandelli disse após a vitória por 4×3 sobre o Japão que não queria uma partida tão difícil quanto aquela novamente. Disse que estava preocupado com a recuperação de alguns atletas para a partida deste sábado em que a azzurra, acabou derrotada pelo Brasil por 4×2. Continue lendo “O fator Prandelli.”