Real Madrid: Capello e “a liga do infarto”.

Em meio à necessidade do Real Madrid precisar buscar 10 vitórias nas últimas 10 rodadas da atual edição de La Liga, a quatro pontos do líder Barcelona, o periódico espanhol El País resgatou o feito do treinador italiano Fabio Capello, na temporada 2006/2007. A doze rodadas do fim, os merengues se viam cinco pontos atrás do líder Barcelona e acabaram levando o trigésimo título espanhol para o Santiago Bernabéu. Continue lendo “Real Madrid: Capello e “a liga do infarto”.”

Capello e o parlamento russo.

Nas próximas semanas o vitorioso treinador italiano Fabio Capello, deve ser ouvido na Duma, a câmara dos deputados da Rússia. Desde o fim do Mundial 2014 realizado no Brasil, é prevista a apresentação do treinador perante as autoridades russas, para que seja esclarecido o mau resultado no torneio.

Capello (68 anos) comanda a seleção russa desde o início das eliminatórias para a copa que aconteceu no Brasil. Competição em que a Rússia foi eliminada na primeira fase. Continue lendo “Capello e o parlamento russo.”

O incrível caso da Internazionale

Há pouco mais de um ano, quando José Mourinho anunciou sua saída da Internazionale ao clube no dia seguinte à conquista da Liga dos Campeões no Santiago Bernabéu, o lugar que ele deixou passou a ser visto como um hotseat, ou em outras palavras, uma cadeira elétrica. Mourinho vencera com um grupo indo muito além de suas possibilidades e emular seus feitos era quase impossível. Um ano e dois técnicos depois, o banco de reservas da Inter parece ter ficado ainda mais ameaçador. Pelo menos quatro técnicos já recusaram treinar a vice-campeã italiana. Mas qual a razão? Continue lendo “O incrível caso da Internazionale”

Porque um treinador é treinador

No primeiro jogo de Fabio Capello como treinador da seleção, em fevereiro do ano passado, um 2 a 1 chorado em cima da Suíça em Wembley, ele foi muito criticado. Ao usar só um atacante – Rooney – e três meias, teve seu esquema comparado às seleções de Eriksson e McClaren. “Eu gostaria de ver a Inglaterra jogando com o “tempo” da Premier League. O time está muito lento”, dizia o ex-atacante Alan Shearer.

Capello naturalmente não se incomodou com as críticas. A Inglaterra vinha de uma desclassificação para a Eurocopa e ele era mais um estrangeiro no comando da seleção, coisa que Shearer, Mark Lawrenson, Alan Hansen e dezenas de outros ex-boleiros – ingleses – abominam.

Com Lampard machucado, o técnico pôde escalar só Gerrard, mas a cobrança inglesa era a de que os dois jogassem juntos – ainda que ninguém soubesse explicar como. E sem um centroavante goleador, entre outras carências, foi fazendo experiências até chegar ao massacre da Croácia na quarta – ironicamente, a mesma Croácia que tirara a Inglaterra da Eurocopa passada. Continue lendo “Porque um treinador é treinador”