Uma derrota com cara de seleção – ou vice-versa

Não sei bem por onde começar uma crítica à performance da Seleção Brasileira (que atualmente está sequestrada e mantida em cativeiro pel CBF) na partida contra o Paraguai e na Copa América. Tudo que eu possa dizer neste texto parecerá repetido, e por isso, perdão aos leitores. Mas mesmo já tendo visto seleções ruins e um odor de corrupção, soberba e mediocridade dentro da CBF, não me lembro de outra gestão que fosse tão incômoda quanto a de Mano Menezes. Continue lendo “Uma derrota com cara de seleção – ou vice-versa”

Beatificação e exorcismo de um trio de craques

Você tem 19 anos. Ganhou seu primeiro título importante recentemente (antes, fez um sem-número de jogadas de efeito, mas nunca havia decidido nada relevante). Todo mundo diz que você vai superar o maior jogador de todos os tempos. Sua família vive às suas custas desde que você ainda era um pré-adolescente; seu empresário garante que não há diferença entre você e Messi. Daí, você vai para um torneio de seleções e do alto da sua experiência de 19 anos, não decide e o mundo, que até ontem o consagrava como um craque, o chama de firuleiro. Quem você é? Um menino de 19 anos que deveria ser protegido por alguém que se preocupasse. Continue lendo “Beatificação e exorcismo de um trio de craques”

Um domingo de futebol Brasileiro

Duas partidas da Seleção Principal no mesmo dia e nenhuma surpresa . Na vitória e na derrota (sim, porque empatar com a Venezuela não é bem um empate), o Brasil não decepciona (ou melhor, não decepciona, mesmo quando decepciona, porque o que se espera dele sempre vem). E mesmo com todos os atenuantes, dá paa ver que a mediocridade da Era Dunga, na verdade, não era dele – é da gestão teixeiriana. E essa mediocridade, que teve um breve hiato durante a presença de Scolari no cargo, continua forte. E abaixo, seguem algumas notas sobre o cinzento domingo de futebol. Continue lendo “Um domingo de futebol Brasileiro”

O primeiro troféu

Não era muito difícil prever que a partida que valia a Supercopa Italiana, entre Milan e Lazio, tinha um favorito. De um lado, um time que vinha de um título europeu e um ‘scudetto’; do outro, um que se salvou por pouco da falência e que teve de vender seus melhores jogadores para rearrumar a casa. Continue lendo “O primeiro troféu”