Juve – A falência política

Sem Moggi, a Juventus perdeu a força nos bastidores, mas sem a tríade Moggi-Bettega-Giraudo, a nova geração da família Agnelli ascendeu ao poder sem entender chongas de futebol. Gente da estirpe dos Agnelli sempre conseguirá bons patrocínios e dinheiro (basta ver que os patrocínios da Juventus são de primeira linha e o clube está refazendo o estádio de Turim), mas influência política (e que isso não se confunda com corrupção) é fundamental. A Juventus transformou-se num clube sem ‘punch’.

3 respostas para “Juve – A falência política”

  1. O Bettega já voltou há mais de ano, mas só há alguns meses foi “oficializado”

  2. O Bettega tem assistido os jogos da Juve com o Alessio Secco e frequentado os bastidores do dia-a-dia também.

    Sobre o Moggi, concordo. Mafioso, desonesto, bandido, mas um papa do calcio quando o assunto é planejar elencos.

  3. total sentido, aliás, o Bettega vai voltar ou já voltou, não é?

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