Materazzi

Não me lembro na história de um outro jogador que conseguisse combinar uma carreira tão vitoriosa com tanto limite técnico e mau caráter quanto Marco Materazzi. Zagueiro de qualidade muito próxima da nula, açougueiro de marca maior e com um histórico de polêmicas na carreira tão grande quanto seu nariz, Materazzi segue vivendo da fama de seu lance mais importante: a cabeçada que acabou com a carreira de Zidane. Continue lendo “Materazzi”

Kaká é mais que força; Messi é mais que Rooney

Hoje na Folha, Tostão diz que o estilo de Kaká agrada mais os italianos porque é mais baseado na força e na técnica do que na fantasia. Discordo radicalmente e acho até uma certa crueldade com ele. Kaká tem a mesma técnica e fantasia que têm os melhores do mundo – Messi, in primis, por exemplo – ou pelo menos, está em nível semelhante. Continue lendo “Kaká é mais que força; Messi é mais que Rooney”

Como fazer burradas

O jogo de Wesley Sneijder pela Inter contra o Chelsea é sintomático de como o clube madrileno é asinino em termos de mercado. Não há  no elenco do Real um jogador com a versatilidade do holandês – que é um jogador holandês na essência: bate com as duas pernas, cruza, passa, marca, cabeceia, cozinha e lava os pratos. Continue lendo “Como fazer burradas”

Comentando a seleção: Vargas

Na minha seleção de hoje na Europa – cuja premissa era: quem eu contrataria se  fosse milionário e comprasse um time de futebol – decidi alterar o lateral-esquerdo. Eu tinha pensado em alterar também o zagueiro – contrataria Douglas, do Twente, em vez de Mèxès, mas o francês ainda parece um grande negócio. Na lateral, no entanto, acho que o peruano [wikipedia] Juan Manuel Vargas [/wikipedia]é o que prefiro. Continue lendo “Comentando a seleção: Vargas”