Há dois modos possíveis dos dirigentes italianos entenderem a derrota do MIlan para o Tottenham. A primeira é a tradicional – argumentar que isso é uma vergonha, que o Milan fez um papelão, que os ingleses provocaram, etc. A segunda é dar graças a Deus que a França, quinta colocada no ranking de países da Uefa, ainda está a uma diferença que permite aos italianos ter tempo para reorganizar seu futebol, cuja queda livre começou em 2006 e não teminou mais.

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