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Lazio: a questão é o ataque

Na Lazio, dificilmente alguém sai em caso de LC (especialmente Hernanes, autor de uma temporada espetacular, com queda nas últimas 10 partidas).

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A fórmula certa para a Roma

Num time que mudou pouquíssimo desde a temporada passada – quando chegou perto de conquistar o título – a Roma despencou. Sem mudanças no elenco, no banco de reservas, e diretoria, somente dois pontos podem ser acusados pela queda de produção: preparo físico e falta de empenho.

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Apresentação da Temporada – Parte III

Atalanta Bergamasca Calcio

Estádio: Atleti Azzurri D’Italia (26.638 pessoas)
Principal jogador: Cristiano Doni (meio-campista)
Fique de olho: Luca Cigarini (meio-campista)
Competição continental que disputa: nenhuma
Time base (4-4-1-1, 12/08): Coppola; Rivalta (Garics), Talamonti, T. Manfredini e Bellini; Adriano Ferreira, Cigarini, Guarente e Padoin; Doni e Floccari (Vieri)
Técnico: Luigi Del Neri (mantido)
Objetivo na temporada: vaga na Copa Uefa

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Análise do Campeonato – Parte I

Atalanta
Destaque: Adriano (ala-BRA)
Ponto forte: Disposição tática
Precisa melhorar: aproveitamento fora de casa
Tendência: Zona Uefa

Os bons prognósticos do início da temporada vão se confirmando, mesmo com as atitudes selvagens de parte da torcida. O técnico Del Neri fez um 4-4-1-1 tão ofensivo que, quando Doni não joga, o time se arma num 4-3-3. O brasileiro Adriano é o melhor externo do campeonato e está se fixando cada vez mais como atacante. Apesar do meio-campo sólido (destaque para Tissone, marcador incansável), fora de casa a Atalanta ainda bobeia demais.

Cagliari
Destaque: Foggia (meio-campista)
Ponto forte: nenhum
Precisa melhorar: tudo
Tendência: rebaixamento.

Tudo está errado no clube da Sardenha. A direção de Massimo Cellino é tão devastadora quanto poderia ser. O elenco está rachado, dois técnicos foram demitidos e chamados de volta (um deles, Marco Giampaolo se recusou a voltar), não há nenhum jogador se destacando e não parece haver dinheiro em caixa para uma revolução. Com um técnico demitido ainda no comando do time, o Cagliari terá de se livrar da lanterna. Difícil.

Catania
Destaque: Martinez (atacante-URU)
Ponto forte: meio-campo
Precisa melhorar: rendimento fora de casa
Tendência: permanência na Série A

Para todo mundo que apostava num “agora vai” para o rebaixamento do Catania, mais uma vez, uma surpresa. Confortavelmente no meio da tabela, o técnico Silvio Baldini fez feio ao dar um chute na bunda do técnico do Parma, mas montou um time certinho. Os três volantes no meio-campo realmente fecham a defesa e nessas, o time vai se safando de um rebaixamento antes dado como certo. O uruguaio Martinez já chama a atenção de clubes maiores.

Empoli
Destaque: Raggi (defensor)
Ponto forte: quantidade de jovens com potencial
Precisa melhorar: defesa
Tendência: rebaixamento ou permanência suada

Com a vaga na Copa Uefa, o Empoli deixou-se levar pelo entusiasmo e não pôs na conta o sacrifício que uma competição européia traz ao clube. Mesmo com vários bons jovens, o Empoli neste ano é muito irregular. A chegada do técnico Alberto Malesani parece ter dado fôlego ao time e nomes como Raggi, Marzoratti, Buscé e Giovinco ainda podem render mais. É do crescimento dessas promessas que depende a temporada dos toscanos.

Fiorentina
Destaque: Adrián Mutu (atacante)
Ponto forte: ataque
Precisa melhorar: Pazzini (atacante)
Tendência: vaga na Copa Uefa ou LC

A Fiorentina não mostrou ainda o que se espera de um time com tanto talento. A vaga na Liga dos Campeões ainda está ao alcance dos toscanos, mas só virá se a defesa parar de tomar tantos gols e se rivais pela vaga (como Milan e Lazio) não melhorarem. A morte da mulher do técnico Prandelli afetou de verdade o elenco, muito ligado a ele. O romeno Mutu está em grande fase, mas além da defesa, os ‘viola’ precisam que o centroavante Pazzini venha a ser o matador que todos esperam.

Genoa
Destaque: Borriello (atacante)
Ponto forte: entrosamento
Precisa melhorar: ataque
Tendência: permanência na Série A

O primeiro ano após voltar da Série B é sempre duro e talvez o Genoa achasse que fosse ter mais facilidade. Leon e Borriello estão jogando muito bem, mas a média de gols do ataque é de menos de um tento por partida – mesmo jogando num 3-4-3. O time tem dificuldade de manter a posse de bola e sofre muito jogadas pelas laterais. Di Vaio ainda está devendo, assim como Lucho Figueroa.

Juventus
Destaque: Trezeguet (atacante)
Ponto forte: ataque
Precisa melhorar: profundidade do elenco
Tendência: lutar pelo título

Sem Europa, a Juve tem a melhor temporada para poder se readaptar à Série A. O elenco juventino ainda está se refazendo e se percebe: com as lesões dos titulares Grygera e Jorge Andrade, o técnico Ranieri teve de rebolar para manter a defesa em pé. Por outro lado, o ataque é devastador. Trezeguet, Iaquinta e o capitão Del Piero se revezam mas nunca deixam as redes adversárias em branco.

Inter
Destaque: Ibrahimovic (atacante)
Ponto forte: Tudo
Precisa melhorar: nada
Tendência: vencer o título

Se a Internazionale for congelada hoje, chega em junho campeã. Todos os setores estão jogando muito bem, o banco de reservas é muito sólido e até meninos da divisão de base (como Balotelli e Pelé) estão entrando e dando conta do recado. Se Roberto Mancini ainda não conseguiu fazer um omelete sem ovos, pelo menos com os ovos ele está fazendo até mais de um.

Lazio
Destaque: Pandev (meio-campista)
Ponto forte: alternativas de ataque
Precisa melhorar: não tem goleiro
Tendência: Copa Uefa, se tiver sorte

A Liga dos Campeões matou o começo de temporada da Lazio. O talento do macedônio Pandev não foi o suficiente para dar conta da maratona de jogos, Rocchi não está com o faro do ano passado e o time não tem goleiro (Ballotta é um ex-jogador e Muslera enterrou o time no jogo contra o Milan). A Lazio tem de comprar um goleiro de nível para não acabar em desastre. Além disso, tem de fazer com que Rocchi, Mauri e Ledesma voltem ao seu melhor nível. Boa surpresa é o lateral De Silvestri, uma prata-da-casa.

Livorno
Destaque: Tavano (atacante)
Ponto forte: entrosamento do elenco
Precisa melhorar: marcar mais gols
Tendência: se escapar do rebaixamento, será no grito.

Depois de um começo de torneio tenebroso, o Livorno contratou um técnico capaz de mudar mesmo as coisas: Alberto Camolese. O time melhorou e o atacante Tavano passou a ser um perigo para os adversários. Só que o setor ainda tem muito o que melhorar, com Tristán, Rossini e Bogdani passando a mandar para as redes. É candidato ao rebaixamento, mas já mostrou que tem como se safar – se quiser.

A camisa 9 é “Azzurra”

Tá, o artilheiro do Italiano é o Francês David Trezeguet, da Juventus, e o vice-artilheiro é o sueco Ibrahimovic, da Inter. Mas a atual temporada confirma uma tendência positiva que já era notada no ano passado. Na frente, no lugar de quem faz os gols, os italianos não estão precisando de estrangeiros. Longe disso.

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Deu, mas não está dando

Quando uma seleção campeã do mundo se apresenta em Torshavn, capital das pequenas Ilhas Faroe, espera-se, na pior das hipóteses, uma vitória tranqüila. Para se ter uma idéia a Geórgia, que jamais disputou uma Copa do Mundo, fez 6 a 0 no selecionado local.

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Jogo de xadrez

Fiorentina e Roma, a principal partida da 29a rodada do Italiano não foi somente um clássico do futebol italiano. Além de dois times muito bons, apesar de um 0 a 0 que não disse o que foi realmente o jogo, o torcedor pôde ver um duelo entre dois daqueles que são os melhores treinadores da ‘nova geração’ italiana, Cesare Prandelli e Luciano Spaletti. Taticamente falando, os dois times são, entre os clubes de maior vulto, aqueles que têm um desenho tático mais lúcido.

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Fio da navalha

Até algumas temporadas atrás, o Campeonato Italiano primava pela estabilidade. Um torneio duro e equilibrado exigia isso. O clube que se desfizesse do treinador prematuramente aumentava em muito as chances de ser rebaixada, porque o entrosamento era condição indispensável para evitar a queda para a segunda divisão.

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