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Série A italiana: Napoli, o anti-Juve par excellence.

Sem dúvida o grande destaque deste fim de semana de ligas nacionais europeias se dará em confronto válido pela Série A italiana. A vice-líder e atual tetracampeã Juventus, receberá o surpreendente líder Napoli, na Juventus Arena (Turim/Itália). O confronto valerá pela vigésima-quinta rodada do torneio.

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Série A italiana: Pipita e o Napoli campeão de inverno.

No último domingo, a Série A italiana foi mais uma liga nacional europeia que chegou ao fim de seu primeiro turno. A atual edição do campeonato italiano, tem sido minimamente caótica, ao passo que a atual tetracampeã Juventus começou mal. Fiorentina e Internazionale se revezaram na liderança, mas quem acabou “campeão de inverno”, foi o Napoli.

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Napoli x Roma: a velha rivalidade entre sul e norte da Itália.

Nas últimas temporadas, Napoli e Roma voltaram a ter bons resultados na Série A italiana. Usurparam inclusive, postos outrora pertencentes aos clubes de Milão, Milan e Internazionale; entre os três grandes do país, junto à Juventus (de Turim). O clube napolitano representa o sul da Itália. A Roma, assim como os outros três clubes citados, representam o norte da Itália, política e economicamente mais desenvolvido.

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Duas bolas dentro e uma bola fora

Tostão é um comentarista muito acima da média. Como ex-jogador, é uma sumidade cósmica, cuja distância em relação a seus pares é a mesma entre os dois extremos do universo. Na última semana, o colunista da Folha deixou duas opiniões que foram muito pertinentes e uma que está no nível de boleiros mais reles que fingem saber escrever.

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O melhor

Depois de semanas escutando que Iniesta seria o vencedor da Bola de Ouro da Fifa (o que seria uma injustiça até com Xavi), a vitória de Messi vem como uma boa nova. Messi é o melhor jogador do mundo e um dos maiores de todos os tempos. Sua precocidade faz pensar que ele possa entrar num seleto grupo de Pelé, Maradona e Cruyff, caso não se deixe seduzir por bares, noitadas e desleixo, como ocorreu com Ronaldinho Gaúcho ou pelo ego, como ocorreu com Cristiano Ronaldo. Sua premiação é justa na escolha de quem é de fato o melhor jogador do mundo, mas injusta na avaliação da temporada passada, na qual Wesley Sneijder só não atingiu a perfeição porque perdeu uma final duríssima para uma SuperEspanha. O holandês é um craque e o melhor jogador da Itália na última temporada. Carregou a Inter para sua tríplice coroa. Contudo, mesmo em seu melhor momento, é um excelente, magistral jogador – como Kaká – mas ainda a uma distância notável de Messi.

Me lembro consideravelmente de Diego Maradona, tendo acompanhado boa parte de sua carreira (sem piadinhas aqui…). Por isso, creio que Messi será o maior jogador argentino de todos os tempos ao fim de sua jornada esportiva caso consiga vencer uma Copa do Mundo como fez Maradona. Tecnicamente, Messi não é inferior a Maradona, mas consegue produzir muitíssimo mais porque compreende melhor o futebol como jogo. Basta ver o que os dois conquistaram. Arrigo Sacchi dizia que Maradona era o jogador mais talentoso que ele já tinha visto jogar, mas que suas conquistas (dois títulos nacionais, uma copa europeia e uma Copa do Mundo) não refletiam seu talento. Messi, aos 23 anos, já conquistou um punhado de campeonatos, duas Ligas dos Campeões e não dá mostras de estar se acomodando.Tem um brilho no olhar de quem está ainda sedento e uma determinação impressionantes para quem conquistou tanto. Imaginar que ele possa levantar mais uma dezena ou duas de títulos importantes mais uma Copa do Mundo em sua carreira é mais do que plausível. Como disse Arsene Wenger, depois de ser triturado pelo Barça na LC passada, torçamos para que ele não se machuque porque seu futebol alegra até os rivais.

Não há um jogador que possa oferecer resistência a ele no cenário internacional. Neymar, tecnicamente um prodígio, já é mais marrento do que Messi com o fantástico palmarés de um Paulista e uma Copa do Brasil; Ganso já sofreu duas lesões sérias no início de sua carreira (embora seja potencialmente o jogador mais promissor de que eu me lembre); Kaká é um craque esforçadíssimo, mas além de sua atribulada situação física, não tem o talento de Messi (uma comparação plausível seria a de Matthaus com Maradona) e Cristiano Ronaldo é egocêntrico demais para superar a determinação de Messi. Estamos vendo uma lenda em campo. Aproveitemos o quanto pudermos, porque o pequeno argentino não tem nenhum limite aparente em sua trajetória.

Maradona, o ex

Acabei de ler o blog de Juca Kfouri na Folha, onde ele critica Maradona pelo seu comportamento grosseiro com a imprensa depois da classificação para a Copa do Mundo. Mas acho que Juca foi gentil demais.

Diego Maradona pode ser o maior jogador argentino de todos os tempos, mas é pouquíssimo além disso. Há uma simpatia que ele causa junto a parte da imprensa numa suposta contraposição entre sua “rebeldia” e o alinhamento sistemático de Pelé, seu grande “rival” com o establishment do futebol.

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Pelé foi o Maior

Ainda que não tenha visto Pelé jogar e tenha visto toda a carreira de Maradona, nunca tive dúvidas sobre quem foi maior. Os resultados falam por si. Pelé não se compara ao argentino e agora, ainda tem uma vantagem extra. Nunca foi técnico da Seleção.

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Pelé foi o maior – II

Com Mascherano indispensável, não faria mal a Maradona colocar Ledesma na mediana. Não, não é um craque, mas lembremos-nos da lição de Felipão em 2002. Com o meio-campo assim físico, teríamos espaço para Agüero – na minha opinião, um jogador que deve pouco a Messi tecnicamente – com este último no ataque. Ao seu lado, um centroavante de verdade, preferencialmente Milito, que tem como segurar a zaga mais do que Tèvez, um que prefere jogar com mobilidade.

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