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Apresentação da Temporada – Parte III

Atalanta Bergamasca Calcio

Estádio: Atleti Azzurri D’Italia (26.638 pessoas)
Principal jogador: Cristiano Doni (meio-campista)
Fique de olho: Luca Cigarini (meio-campista)
Competição continental que disputa: nenhuma
Time base (4-4-1-1, 12/08): Coppola; Rivalta (Garics), Talamonti, T. Manfredini e Bellini; Adriano Ferreira, Cigarini, Guarente e Padoin; Doni e Floccari (Vieri)
Técnico: Luigi Del Neri (mantido)
Objetivo na temporada: vaga na Copa Uefa

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Apresentação da Temporada – Parte I

Associazione Calcio Catania

Estádio: Angelo Massimino “Cibali” (26.806 pessoas)
Principal jogador: Nicolae Dica (meio-campista)
Fique de olho: Michele Paolucci (atacante)
Competição continental que disputa: nenhuma
Time base (4-2-3-1, 29/07): Bizzarri; Sardo, Stovini, Terlizzi e Sabato; Ledesma e Carboni; Martinez (Babu), Dica e Mascara; Paolucci.
Técnico: Walter Zenga (mantido)
Objetivo na temporada: evitar o rebaixamento

Na temporada passada, evitar o rebaixamento foi um dos méritos do Catania, ainda que Empoli e Parma tenham dado uma força. O outro foi a revelação do melhor ala do campeonato, o peruano Vargas, vendido à Fiorentina semanas atrás. E esse é o maior problema do técnico Zenga.

A força de Vargas dava ao Catania a possibilidade de contar com ele tanto na fase defensiva quanto ofensiva. Sem ele, Zenga (que não é um técnico experiente) precisa encontrar nos recém-chegados Dica e Ledesma os vértices de um novo meio-campo, que possa compensar a saída do dinâmico peruano.

Assim, com Ledesma e Carboni diante de uma zaga estática (onde Terlizzi e Stovini representam uma boa experiência), o romeno Dica será o armador com o auxílio de Mascara e Martinez. Na frente, Paolucci, emprestado pela Juventus para ganhar rodagem, pode ser uma boa surpresa.

O sucesso do Catania depende basicamente da solidez de sua defesa e da capacidade de Paolucci de fazer os gols que o time precisa. Nisso, Dica e os externos ofensivos podem ajudar muito. Se conseguir essa (difícil) combinação, os sicilianos têm boas chances de se safarem de novo.

Associazione Calcio Chievo Verona S. r. l.

Estádio: Marc’Antonio Bentegodi (42.160 pessoas)
Principal jogador: Sergio Pelissier (atacante)
Fique de olho: Andrea Mantovani (defensor)
Competição continental que disputa: nenhuma
Time base (4-3-3, 29/07): Sorrentino; Malagó, Mandelli, Cesar e Mantovani; Bentivoglio, Italiano e Marcolini; Luciano, Pelissier e Iunco.
Técnico: Giuseppe Iachini (mantido)
Objetivo na temporada: evitar o rebaixamento

O time do Chievo nunca teve grandes estrelas depois que foi promovido à primeira divisão há algumas temporadas, ainda que no Bentegodi tenham ficado conhecidos nomes como Perrotta, Corradi, Semioli e Barzagli. O forte é o grupo. Foi assim na campanha de promoção na Série B e será assim na divisão máxima. Pelo menos, é o que espera o técnico Iachini.

O maior indício disso é que, no time que começará a temporada em 319, provavelmente só o goleiro Sorrentino será novidade em relação ao time do último campeonato. Para a defesa, isso é fundamental. Diversos nomes do setor (toda a linha defensiva titular comandada por Mandelli, por exemplo) ainda estão no clube desde o rebaixamento há um ano.

O Chievo deste ano apresenta uma pequena mudança em relação àquele que foi rebaixado. Neste ano, no papel, começa a temporada num 4-3-3 (contrastando com o 4-4-2 de Luigi Del Neri). Só no papel. O terceiro atacante é o brasileiro Luciano, meio-campista de origem, e sem a bola, o desenho é o mesmo do esquema anterior, fato que joga a favor do time vêneto.

O ponto negativo é a campanha de contratações. Alem do arqueiro Sorrentino, nenhum dos nomes que chegam têm um cartão de visitas que impressione e na Série A, o banco de reservas é fundamental na campanha. É preciso que algumas apostas de Iachini (como Nicolas Frey, Diagouraga e Montandon) dêem certo para não haver desespero em maio.

Bologna Football Club 1909 S.p.A.

Estádio: Renato Dall’Ara (39.561 pessoas)
Principal jogador: Volpi (meio-campista)
Fique de olho: Okaka (atacante)
Competição continental que disputa: nenhuma
Time base (4-4-2, 29/07): Antonioli; C. Zenoni, Castellini, Britos e Rodriguez; Coelho, Volpi, Mudingayi e Valliani; Bernacci e Marazzina (Okaka)
Técnico: Daniele Arrigoni (mantido)
Objetivo na temporada: evitar o rebaixamento

Voltando à Série A depois de 3 anos na segunda divisão, o Bologna espera ter uma situação societária mais tranqüila do que a que enfrentava em 2005, quando a inimizade política lhe custou diversos problemas. Sem favores, o clube retorna e aparentemente com uma boa base para um plano de longo prazo.

Nenhuma das contratações dos emilianos é fantástica, mas elas prometem. Por exemplo, o meio-campo, com o duo de volantes Volpi-Mudingayi, deve ser extremamente sólido. O jogo pelos flancos com o brasileiro Coelho e Valiani, idem. E a defesa, renovada com Cristiano Zenoni, Britos e Rodriguez, um setor bastante confiável.

Três contratações têm potencial de levar o Bologna a uma permanência tranqüila na Série A. A primeira é a do atacante Bernacci, um centroavante promissor que chega do Ascoli; a segunda é a do ítalo-nigeriano Okaka, titular da seleção sub-19 vice-campeã européia; por fim, o ex-Corinthians Coelho. Se os três renderem o que se espera deles, não é impossível imaginar um Bologna na parte de cima da tabela no fim do campeonato.

U. S. Lecce S.p.A.

Estádio: Via Del Mare (40.800 pessoas)
Principal jogador: Guillermo Giacomazzi (meio-campista)
Fique de olho: Antunes (defensor)
Competição continental que disputa: nenhuma
Time base (4-4-2, 29/07): Benussi; Polenghi, Schiavi, Diamoutene e Antunes; Munari, Zanchetta, Giacomazzi e Ariatti; Tiribocchi e Cácia.
Técnico: Mario Beretta
Objetivo na temporada: evitar o rebaixamento

Uma temporada dura se desenha para o Lecce. Mesmo com um ótimo treinador para trabalhar com elencos limitados (Beretta, que salvou o Siena com folga na última Série A), os ‘giallorossi’ ainda não fizeram aquisições suficientes para um salto de nível. O time titular é bom, mas isso não basta.

Beretta ganhou, é verdade, três nomes que prometem muito. O lateral-esquerdo Antunes (emprestado pela Roma), o volante Giacomazzi e o atacante Cacia são apostas seguras e devem melhorar o desempenho nos respectivos setores. Por outro lado, saídas importantes como as de Corvia, Boudianski e Valdés ainda não têm substitutos.

Beretta conseguiu salvar – com folga – um Siena que era dado por muitos como favorito ao rebaixamento. Apesar de seus talentos, Beretta tinha na Toscana um elenco de jogadores com potencial como os romanistas Galloppa e Kharja. Entre os nomes menos conhecidos, assim como Iachini, no Chievo, Beretta terá de tirar os seus coelhos da cartola.

Super Série A

O ano mais espinhoso da história da Série A se acabou! Viva! E agora, também o da Série B! Outro viva! A celebração vale também pelo fato de tudo ter dado certo para napolitanos e genoanos – e para a própria Série A – e os maiores campeões da segunda divisão terem sido promovidos.

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Dança dos técnicos

De um campeonato sério se supõe que a maioria dos clubes mantenha seus técnicos, certo? Bem, certo. Nesse caso, o Campeonato Italiano não é tão sério assim. Pelas estimativas mais conservadoras, ao menos seis treinadores devem perder os seus empregos na Série A. Pelas previsões mais extremas, até 12 podem trocar de banco.

Tal fato vem em uma temporada na qual nada menos que nove agremiações fizeram alterações em seus comandos. Pior: quatro deles (Palermo, Cagliari, Torino e Messina) chegaram ao ridículo de trazer de volta os mesmos treinadores que tinham demitido anteriormente. A moda vai continuar?

Parece que sim. Apesar de historicamente as trocas de técnicos significarem um grande passo rumo ao rebaixamento no futebol italiano, a estabilidade no comando dos times foi pelos ares e a palavra ‘planejamento’ tornou-se uma estranha.

Ascoli e Messina, os dois já condenados pelo rebaixamento, quase que certamente trocarão de treinador depois do fim desta temporada. Os dois clubes se preparam para um redimensionamento e para um longo período na segunda divisão. Nedo Sonetti, do Ascoli, estuda a possibilidade de continuar no Marche mesmo na divisão inferior, mas no Messina o destino ainda é incerto.

A revelação do campeonato passado, Marco Giampaolo, que veio exatamente do Ascoli, teve vida dura em Cagliari e foi um dos que foi mandado embora e chamado de volta. O casamento entre as partes está definitivamente desfeito e o clube sardo está procurando um substituto.

Giampaolo, contudo, não deve ficar sem emprego. O Parma disputa com o Siena a precedência para contratá-lo. O time do Ennio Tardini sabe que o homem que está salvando os ‘Crociati’ do rebaixamento, Claudio Ranieri, tem proposta do Manchester City, da Inglaterra, e está se precavendo. Giampaolo também é a primeira opção do candidatíssimo ao rebaixamento, Siena, que já acertou a saída de Mário Beretta, que negocia com o Mantova.

Outro ameaçado de rebaixamento, o Catania, também já acertou a demissão de seu técnico, Pasquale Marino. O novo treinador deve ser Silvio Baldini, ex-Empoli, Palermo e Parma, mas não se sabe se ele aceitaria o time do estádio Massimino mesmo na Série B. Reggina e Chievo, apesar de ainda ameaçados, parecem intencionados a manter Walter Mazzarri e Luigi Del Neri por priorizarem o esquecido ‘planejamento’.

A Atalanta? Também está na roda. Stefano Colantuono está sendo cortejado pelo Palermo para entrar no lugar de Francesco Guidolin, que faz parte do time dos ‘demitidos-chamados-de-volta’. Se perder Colantuono (provavelmente por um bom pagamento do Palermo), o clube bergamasco sonda Domenico Di Carlo, que impressionou neste campeonato pelo Mantova, na Série B.

No Livorno, a contratação de um novo chefe é certa. Antonio Conte, que foi demitido pelo Arezzo na Série B mas chamado de volta e deu um ânimo novo ao clube toscano. O Torino pode trocar Giovanni De Biasi por Walter Novellino (Sampdoria) e Serse Cosmi (Brescia). E enquanto isso, Alberto Zaccheroni – demitido pelo Torino neste ano – é o preferido da Udinese para assumir o posto de outro Alberto, o Malesani.

Somente cinco clubes – Empoli, Fiorentina, Inter, Roma e Milan – terão quase que certamente os mesmos técnicos no Italiano 2007/08, quando a tendência deve se reverter, voltando a ser ‘moda’ manter os técnicos. Tanto melhor para o campeonato em si, que precisa ganhar bastante em seriedade depois de um ano tão opaco.

Juventus de volta

Com uma vitória sobre o Arezzo (comandado pelo ex-capitão, Antonio Conte), a Juventus garantiu, neste final de semana, finalmente a sua volta à Série A dentro de campo, deixando para trás (tomara) uma época que emporcalhou seus títulos e glória com corrupção endêmica.

Com o terror maior deixado para trás, a Juventus agora volta a sua atenção para a próxima temporada e sabe que o trabalho que tem diante de si não é menor do que o recém-terminado. O desafio agora é manter as grandes estrelas do elenco que ainda ficaram no clube e conseguir reforços para manter o ritmo de Inter, Milan, Fiorentina e Roma na Série A.

O primeiro problema que a Juve terá é o fato de que pelo segundo ano consecutivo não terá nenhum dinheiro vindo de competições européias entrando em seus cofres. Isso indiscutivelmente significa que o clube de via Galileo Ferraris sairá em desvantagem na montagem do time.

Até aqui, os reforços foram o ala Salihamdzic, do Bayern de Munique e o zagueiro Grygera, do Ajax, ambos com passe livre. Criscito, zagueiro do Genoa, que estava dividido em co-propriedade com o clube da Ligúria, volta definitivamente à base. E pelo menos duas contratações “de peso” estão previstas (embora se faça mistério em torno delas).

O que realmente assusta a Juventus é a possibilidade de perder Buffon para um rival italiano. Inter e Milan não se cansam de dizer que não querem o goleiro, mas é jogo de cena. Se houver a possibilidade, eles atacam. E a saída do campeão mundial faria com que a ‘Vecchia Signora’ perdesse um de seus pontos de referência.

Noventa minutos

Agora não dá mais para escapar. Com mais 90 minutos de Série A e o terceiro rebaixado da primeira divisão italiana estará definido. Na luta, ainda cinco times esperam pela contagem regressiva: Siena, Reggina, Catania, Chievo e Parma.

Siena, Catania e Reggina estão na parte de baixo dessa disputa, mas o Catania enfrentará o Chievo no último confronto direto. A Reggina recebe e o Milan e o Parma terá o Empoli no Ennio Tardini precisando de somente um ponto para se livrar da degola.

Há grandes probabilidades de que a partida entre Catania e Chievo decida quem cairá. O jogo ainda acontecerá no campo neutro de Bolonha, cidade que fica mais próxima de Verona e deve ter um grande afluxo de torcedores do time vêneto. Além do mais, a equipe de Luigi Del Neri tem apresentado uma curva ascendente nesta reta final, enquanto o Catania só venceu duas vezes desde 14 de janeiro. No primeiro turno, o Chievo venceu por 2 a 1.

A situação dos sicilianos é ainda mais dramática porque em caso de empate em pontos com Siena ou Reggina (os dois que têm menos pontos), é o Catania que cai por causa dos confrontos diretos e pior saldo de gols por parte dos ‘Etnei’.

Infelizmente é provável que não vejamos em campo o comediante Gene Gnocchi, inscrito pelo Parma como uma forma de aliviar o ambiente carregado no clube há algumas semanas. O Parma, mesmo precisando de somente um ponto, não parece disposto a correr o risco de dar alguns segundos em campo a Gnocchi. Seria uma grande palhaçada, mas depois de uma temporada dessas, seria um epitáfio bem decente.

– Uma vez que o Italiano já está decidido, Adriano pediu para antecipar sua vinda ao Brasil, deixando de ir à festa interista do título.

– O clube negou a permissão e Adriano ficará em Milão.

– Até seu empresário, Gilmar Rinaldi, voou à cidade para conversar com a diretoria do clube.

– O episódio aumentou a incerteza sobre a permanência do atacante no clube na próxima temporada.

– O cotidiano esportivo francês L’Equipe, impressionado com a longevidade de Maldini, fez um ‘especial’ sobre o defensor milanista, com matéria de capa e a opinião do técnico da França, Raymond Domenech, que diz que ele merece o “Ballon D’Or” pela sua longevidade somada a um futebol de alto nível.

– Para a Liga dos Campeões, a Lazio cogita o campeão do mundo Simone Barone, hoje no Torino

– Já a Roma, iniciou os contatos com Pascal Feindouno, atacante de 26 anos do Saint Etienne.

– Esta é a seleção Trivela da 37a rodada:

– Castelazzi (Sampdoria); Dellafiore (Palermo), Rivalta (Atalanta), Cordoba (Inter) e Maicon (Inter), Corini (Palermo), Marchini (Cagliari), Brienza (Palermo) e Jorgensen (Fiorentina); Totti (Roma) e Amoruso (Reggina).

Como eles foram no primeiro turno

Inter – 1º turno nota 9
Não há necessidade de relembrar o quanto a Inter é onipotente nesta temporada. Com o melhor elenco, sem achaques psicológicos e uma largada com vantagem folgada sobre o Milan, o campeonato revelou-se mais fácil do que já parecia. A vantagem inicial esmagadora não zera os méritos de Roberto Mancini e companhia: o técnico conseguiu tirar o melhor de Ibrahimovic, Vieira, Crespo e Dacourt, além de gerenciar sem muito dano a situação de um Adriano que queria ser vendido por pressão do empresário. Só um desastre tira a Inter da rota do título, embora no âmbito continental, não haja sinais de que a primazia possa se repetir.

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Quem empurra pra dentro?

A arrancada inicial do Milan fez muita gente imaginar em uma luta pela liderança quase imediata. Fazia sentido: o time estava jogando bem, Ricardo Oliveira estreou apavorando e Inzaghi fazia gols até quando tomava água San Pellegrino. O velho ‘trend’ milanista estava em plena forma.

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Roma em chamas

Na semana passada, o internauta acompanhou pela mídia a saída de Luigi Del Neri do posto de treinador da Roma. Bruno Conti, seu sucessor (acompanhado de Ezio Sella, o assistente), é o quatro técnico da temporada. Estatística de time que vai para a segunda divisão. E de certa forma, foi mais ou menos que o demitido Del Neri falou – não à imprensa, mas a amigos – do que achava do elenco romanista.

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Cai o Império

O verão romanista já não tinha sido um sonho. O time tinha perdido Fabio Capello, Zebina e Emerson para a Juventus, Samuel para o Real Madrid, e não tinha conseguido contratar nenhum craque de nível “world-class”. A única nota positiva tinha sido a permanência de Totti, ainda que este continuasse resmungando que queria um time melhor.

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