Tag: Gilardino (Page 1 of 2)

Preview da temporada: Fiorentina

Reforços: Lazzari e Kharja (meio-campistas).
Ausências: deve, quase que certamente, perder Montolivo (e talvez Gilardino).

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IbrahimovInter

Dificilmente um jogador é bom o suficiente para decidir um jogo sozinho. Quando usamos a expressão “fulano acabou com o jogo”, em grande parte das vezes estamos exagerando, na tentativa de fazer um elogio à performance de um determinado atleta. Mas neste domingo, não foi este o caso.

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Apresentação da temporada – parte V

Football Club Internazionale Milano
Estádio: Giuseppe Meazza “San Siro” (85.700 pessoas)
Principal jogador: Zlatan Ibrahimovic (atacante)
Fique de olho: Mario Balotelli (atacante)
Competição continental que disputa: Liga dos Campeões
Time base (4-2-3-1, 26/08): Julio Cesar; Maicon, Samuel, Chivu e Maxwell; J. Zanetti e Cambiasso; Figo, Muntari e Mancini; Ibrahimovic.
Técnico: José Mourinho (novo)
Objetivo na temporada: vencer a Liga dos Campeões

Contestado ou não, o tricampeonato italiano da Inter é o que determina a fixação dos objetivos do clube para esta temporada. Depois de conquistar a liga nacional por três anos, somente um sucesso na competição mais importante da Europa pode dar a sensação de uma boa temporada. Qualquer outra coisa é fracasso.

A cobrança espartana só aumenta com a contratação de José Mourinho, provavelmente o melhor técnico do mundo hoje. Ele mesmo perseguiu, no Chelsea, a taça que venceu com o Porto, mas não a conseguiu. Com um time entrosado, reforços mirados e a condição de “time que todos querem odiar” será que o lado ‘nerazzurro’ de Milão pode chegar ao final de maio próximo festejando?

Condições existem. A Inter tem um técnico que prioriza o sistema defensivo antes de tudo e essa boas defesas são a condição básica para vencer campeonatos. Nomes como Samuel e Chivu devem ser o suficiente para dar estabilidade ao time e no ataque, o sueco Ibrahimovic é a esperança de um setor ofensivo montado para fazer muitos gols.

Mourinho chegou na Itália fazendo inimizades (vide seu atrito com Claudio Ranieri) e precisa perceber que as relações interpessoais na Itália podem definir o futuro de um profissional – mesmo que extremamente competente. Outro desafio será o de fazer conviver dois atacantes natos como “Ibra” e o brasileiro Adriano. Com um pouco de sorte para evitar contusões e a carta branca que lhe foi dada pelo dono do clube, Mourinho tem como tirar a Inter do jejum europeu de 43 anos.
Associacione Sportiva Roma
Estádio: Olímpico de Roma (82.222 pessoas)
Principal jogador: Francesco Totti (meia-atacante)
Fique de olho: Stefanop Chuka Okaka (atacante)
Competição continental que disputa: Liga dos Campeões
Time base (4-2-3-1, 26/08): Doni; Panucci, Juan, Mèxès e Riise; De Rossi e Pizarro; Taddei, Julio Baptista e Perrotta; Totti.
Técnico: Luciano Spaletti (mantido)
Objetivo na temporada: vencer o campeonato

Mesmo que com rumores da venda do clube cercando a tranqüilidade do elenco, a Roma parte com uma vantagem sobre a maioria de seus rivais domésticos: o entrosamento. O clube de Trigoria tem basicamente o mesmo time há três temporadas e nem a saída de um nome importante como Mancini tende a diminuir a capacidade da equipe de Francesco Totti.

Spaletti criou uma equipe rápida e ofensiva, muito técnica, que prefere jogar com o baricentro alto (ou seja, com a posse de bola pressionando o adversário em seu campo). Uma dupla de medianos que marcam e passam bem (De Rossi e Pizarro) é a condição básica para o 4-2-3-1 romanista. O esquema nasceu da necessidade de se jogar para Totti e até o último campeonato, isso era um problema que o uso do montenegrino Vucinic parece ter resolvido.

O norueguês Riise na lateral-esquerda deve dar ainda mais solidez a uma defesa que na prática joga com quatro zagueiros. No extremo oposto, somente Perrotta tem características mais de meio-campista, com Júlio Baptista (finalmente escalado na sua posição predileta), Taddei e Totti (ou Vucinic) alternando-se no papel de último atacante.

Contratações como as do defensor Loría e a integração de Okaka ao elenco aumentam as opções do técnico Spaletti, mas não deixam o elenco largo o suficiente para a Roma lutar de igual para igual com o trio de ferro italiano. Pensar em LC e Série A não é viável. Se quiser vencer algum dos dois, a Roma terá de fazer uma escolha. E ainda assim, não terá vida fácil.

Juventus Football Club
Estádio: Olímpico de Turim (25.370 pessoas)
Principal jogador: Gianluigi Buffon (goleiro)
Fique de olho: Paolo De Ceglie (defensor)
Competição continental que disputa: Liga dos Campeões

Time base (4-4-2, 26/08): Buffon; Grygera, Mellberg (Legrottaglie), Chiellini e Molinaro (De Ceglie); Camoranesi, C. Zanetti (Poulsen), Sissoko e Nedved; Del Piero (Amauri) e Trezeguet (Iaquinta)
Técnico: Claudio Ranieri (mantido)
Objetivo na temporada: vencer o campeonato

Associazione Calcio Fiorentina
Estádio: Artemio Franchi (47.282 pessoas)
Principal jogador: Adrian Mutu (atacante)
Fique de olho: Zdravko Kuzmanovic (meio-campista)
Competição continental que disputa: Liga dos Campeões

Time-base (4-3-1-2, 26/08): Frey; Zauri, Gamberini, Kroldrup e Vargas; Kuzmanovic, Felipe Melo e Montolivo; Jovetic; Mutu e Gilardino.
Técnico: Cesare Prandelli (mantido)
Objetivo na temporada: vaga na Liga dos Campeões

A ativa comunidade de torcedores da Fiorentina há de se irritar, mas o fato é que o clube toscano começa sua temporada com uma meta fixa: se classificar novamente para a LC. “Mas como? E o título?”. Calma com o andor. A Fiorentina pode até ser campeã, mas começa a liga correndo por fora. E a avaliação é do insuspeito técnico do time, o excelente Cesare Prandelli.

Por mais que tenha se reforçado com ótimas promessas, a Fiorentina não tem ainda os nomes que decidem campeonatos. Mutu é um ótimo jogador, mas não é um Kaká nem um Ibrahimovic. E os muitos Montolivos, Jovetics e Osvaldos do elenco ainda precisam amadurecer para dar consistência a um time que quer ser campeão.

O time deste ano deve ser melhor que o anterior. Prandelli garantiu dois externos defensivos melhores (Zauri e Vargas), um ‘trequartista’ de imenso potencial (Jovetic) e aposta na recuperação de Gilardino, que nas suas mãos, já foi um atacante letal. Além disso, o técnico torce para que o brasileiro Felipe Melo tenha a capacidade de dar a segurança necessária á sua defesa.

Assim como a Roma, a equipe “viola” é de altíssima qualidade, mas não tem substitutos que mantenham o nível do elenco titular. O grupo é grande demais e tem muitas promessas que precisam de rodagem, mas que no ‘Franchi’ ficam sem ritmo de jogo. O clube chegou no difícil momento de trocar de estágio e precisa de craques. Promessas já não adiantam mais.

Despedida

Depois do meu amigo e sócio Tomaz Alves, chegou a hora de eu me despedir da Trivela também.
Dez anos depois, o laboratório de texto dos alunos da ECA-USP virou uma publicação sólida e chegou a hora de me despedir agradecendo a todos os leitores, colegas, críticos. Obrigado a todos.

A Juventus se prepara

Mesmo com o resultado official dos inquéritos da Federcalcio ainda por sair, parece poruco provável que a Juventus consiga escaper só com uma multinha ou com uma penalização em pontos para a próxima temporada. O rebaixamento é uma possibilidade cada vez mais próxima e não faltam indícios.

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O peso do mundo

A desgraça futebolística que se abateu sobre a Itália certamente é o fato mais relevante do futebol mundial nestes dias anteriores à Copa. Exceção feita à Inglaterra, onde a presença de Rooney é rainha absoluta das manchetes de jornais, toda a Europa comenta ou faz projeções baseadas em superstição onde a seleção de Marcello Lippi e a ‘Azzurra’ campeã mundial de 1982 são comparadas.

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Os escolhidos

Sim, a coluna desta semana emana um ar bíblico. O evento que justifica o título semi-sacro é a escolha do técnico Marcello Lippi. No último sábado, Lippi anunciou a lista dos 29 jogadores que participarão do ‘estágio’ de dois dias na concentração ‘Azzurra’ e de onde sairá a lista final dos italianos que seguem para a Alemanha.

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Será que volta a emoção?

Depois do empate no sufoco da Juventus em Cagliari e de uma rápida olhada na performance do time de Fabio Capello nas últimas semanas, todo mundo se entreolhou. Será, que depois de um campeonato que parecia mais do que definido, ainda haveria chances para uma reta final com empolgação? A resposta é: o título ainda está nas mãos da Juventus, mas ela não pode mais dormir tranqüila.

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Preço em Euro

Não é um fenômeno peninsular. Aliás, a Juventus, único time a conseguir fazer 12 pontos nos primeiros quatro jogos da Liga dos Campeões, mantinha um ritmo que nenhum outro time na elite do continente suportava. A Juve lidera na liga mais dura do mundo, com somente um empate (até sexta passada), enquanto todos os adversários já tinham dado uma respirada em suas ligas, derrubando pontos pelo caminho.

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