Não havia um apóstolo chamado Leonardo entre os participantes da Santa Ceia, mas a partir de sábado, em Milão, a mitologia católico-derbyniana ganhou um. O técnico da Internazionale foi tratado como um cão pela maioria esmagadora do estádio que urrou o grito de “Judas” para o ex-milanista. Talvez, aos olhos dos observadores imparciais, Leonardo não tenha cometido traição nenhuma (embora para o torcedor, isso não conte). Mas um pecado – não capital – ele cometeu: o da teimosia.

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