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Apresentação da Temporada – Parte I

Associazione Calcio Catania

Estádio: Angelo Massimino “Cibali” (26.806 pessoas)
Principal jogador: Nicolae Dica (meio-campista)
Fique de olho: Michele Paolucci (atacante)
Competição continental que disputa: nenhuma
Time base (4-2-3-1, 29/07): Bizzarri; Sardo, Stovini, Terlizzi e Sabato; Ledesma e Carboni; Martinez (Babu), Dica e Mascara; Paolucci.
Técnico: Walter Zenga (mantido)
Objetivo na temporada: evitar o rebaixamento

Na temporada passada, evitar o rebaixamento foi um dos méritos do Catania, ainda que Empoli e Parma tenham dado uma força. O outro foi a revelação do melhor ala do campeonato, o peruano Vargas, vendido à Fiorentina semanas atrás. E esse é o maior problema do técnico Zenga.

A força de Vargas dava ao Catania a possibilidade de contar com ele tanto na fase defensiva quanto ofensiva. Sem ele, Zenga (que não é um técnico experiente) precisa encontrar nos recém-chegados Dica e Ledesma os vértices de um novo meio-campo, que possa compensar a saída do dinâmico peruano.

Assim, com Ledesma e Carboni diante de uma zaga estática (onde Terlizzi e Stovini representam uma boa experiência), o romeno Dica será o armador com o auxílio de Mascara e Martinez. Na frente, Paolucci, emprestado pela Juventus para ganhar rodagem, pode ser uma boa surpresa.

O sucesso do Catania depende basicamente da solidez de sua defesa e da capacidade de Paolucci de fazer os gols que o time precisa. Nisso, Dica e os externos ofensivos podem ajudar muito. Se conseguir essa (difícil) combinação, os sicilianos têm boas chances de se safarem de novo.

Associazione Calcio Chievo Verona S. r. l.

Estádio: Marc’Antonio Bentegodi (42.160 pessoas)
Principal jogador: Sergio Pelissier (atacante)
Fique de olho: Andrea Mantovani (defensor)
Competição continental que disputa: nenhuma
Time base (4-3-3, 29/07): Sorrentino; Malagó, Mandelli, Cesar e Mantovani; Bentivoglio, Italiano e Marcolini; Luciano, Pelissier e Iunco.
Técnico: Giuseppe Iachini (mantido)
Objetivo na temporada: evitar o rebaixamento

O time do Chievo nunca teve grandes estrelas depois que foi promovido à primeira divisão há algumas temporadas, ainda que no Bentegodi tenham ficado conhecidos nomes como Perrotta, Corradi, Semioli e Barzagli. O forte é o grupo. Foi assim na campanha de promoção na Série B e será assim na divisão máxima. Pelo menos, é o que espera o técnico Iachini.

O maior indício disso é que, no time que começará a temporada em 319, provavelmente só o goleiro Sorrentino será novidade em relação ao time do último campeonato. Para a defesa, isso é fundamental. Diversos nomes do setor (toda a linha defensiva titular comandada por Mandelli, por exemplo) ainda estão no clube desde o rebaixamento há um ano.

O Chievo deste ano apresenta uma pequena mudança em relação àquele que foi rebaixado. Neste ano, no papel, começa a temporada num 4-3-3 (contrastando com o 4-4-2 de Luigi Del Neri). Só no papel. O terceiro atacante é o brasileiro Luciano, meio-campista de origem, e sem a bola, o desenho é o mesmo do esquema anterior, fato que joga a favor do time vêneto.

O ponto negativo é a campanha de contratações. Alem do arqueiro Sorrentino, nenhum dos nomes que chegam têm um cartão de visitas que impressione e na Série A, o banco de reservas é fundamental na campanha. É preciso que algumas apostas de Iachini (como Nicolas Frey, Diagouraga e Montandon) dêem certo para não haver desespero em maio.

Bologna Football Club 1909 S.p.A.

Estádio: Renato Dall’Ara (39.561 pessoas)
Principal jogador: Volpi (meio-campista)
Fique de olho: Okaka (atacante)
Competição continental que disputa: nenhuma
Time base (4-4-2, 29/07): Antonioli; C. Zenoni, Castellini, Britos e Rodriguez; Coelho, Volpi, Mudingayi e Valliani; Bernacci e Marazzina (Okaka)
Técnico: Daniele Arrigoni (mantido)
Objetivo na temporada: evitar o rebaixamento

Voltando à Série A depois de 3 anos na segunda divisão, o Bologna espera ter uma situação societária mais tranqüila do que a que enfrentava em 2005, quando a inimizade política lhe custou diversos problemas. Sem favores, o clube retorna e aparentemente com uma boa base para um plano de longo prazo.

Nenhuma das contratações dos emilianos é fantástica, mas elas prometem. Por exemplo, o meio-campo, com o duo de volantes Volpi-Mudingayi, deve ser extremamente sólido. O jogo pelos flancos com o brasileiro Coelho e Valiani, idem. E a defesa, renovada com Cristiano Zenoni, Britos e Rodriguez, um setor bastante confiável.

Três contratações têm potencial de levar o Bologna a uma permanência tranqüila na Série A. A primeira é a do atacante Bernacci, um centroavante promissor que chega do Ascoli; a segunda é a do ítalo-nigeriano Okaka, titular da seleção sub-19 vice-campeã européia; por fim, o ex-Corinthians Coelho. Se os três renderem o que se espera deles, não é impossível imaginar um Bologna na parte de cima da tabela no fim do campeonato.

U. S. Lecce S.p.A.

Estádio: Via Del Mare (40.800 pessoas)
Principal jogador: Guillermo Giacomazzi (meio-campista)
Fique de olho: Antunes (defensor)
Competição continental que disputa: nenhuma
Time base (4-4-2, 29/07): Benussi; Polenghi, Schiavi, Diamoutene e Antunes; Munari, Zanchetta, Giacomazzi e Ariatti; Tiribocchi e Cácia.
Técnico: Mario Beretta
Objetivo na temporada: evitar o rebaixamento

Uma temporada dura se desenha para o Lecce. Mesmo com um ótimo treinador para trabalhar com elencos limitados (Beretta, que salvou o Siena com folga na última Série A), os ‘giallorossi’ ainda não fizeram aquisições suficientes para um salto de nível. O time titular é bom, mas isso não basta.

Beretta ganhou, é verdade, três nomes que prometem muito. O lateral-esquerdo Antunes (emprestado pela Roma), o volante Giacomazzi e o atacante Cacia são apostas seguras e devem melhorar o desempenho nos respectivos setores. Por outro lado, saídas importantes como as de Corvia, Boudianski e Valdés ainda não têm substitutos.

Beretta conseguiu salvar – com folga – um Siena que era dado por muitos como favorito ao rebaixamento. Apesar de seus talentos, Beretta tinha na Toscana um elenco de jogadores com potencial como os romanistas Galloppa e Kharja. Entre os nomes menos conhecidos, assim como Iachini, no Chievo, Beretta terá de tirar os seus coelhos da cartola.

Adriano imperador

“Nella gioia e nel dolore, Adriano imperatore”. Estes eram os dizeres de uma faixa no campo de treinamentos da Pinetina, quando cerca de mil torcedores aguardavam Adriano voltar do Rio de Janeiro, onde fora acompanhar o enterro de seu pai. O centroavante já tinha conquistado a ‘tifoseria nerazzurra’, e de lá para cá, só fez crescer a idolatria, muito parecida com a que teve Ronaldo em seu primeiro ano de Inter.

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O primeiro troféu

Não era muito difícil prever que a partida que valia a Supercopa Italiana, entre Milan e Lazio, tinha um favorito. De um lado, um time que vinha de um título europeu e um ‘scudetto’; do outro, um que se salvou por pouco da falência e que teve de vender seus melhores jogadores para rearrumar a casa.

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