Até duas semanas atrás, Roberto Mancini era uma espécie de “Ronaldo dos treinadores”. Era o homem que buscava o espetáculo. “O Zeman dos ricos”. Todos na Itália estavam empolgados com as vitórias da Inter e mais ainda com o jogo fluido que parecia se desenhar para o resto da temporada. “Se está assim agora, imagine depois”, pensavam os jornalistas, especialmente aqueles cujo coração bomba sangue ‘nerazzurro’.

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