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O fator Prandelli.

O técnico Cesare Prandelli disse após a vitória por 4×3 sobre o Japão que não queria uma partida tão difícil quanto aquela novamente. Disse que estava preocupado com a recuperação de alguns atletas para a partida deste sábado em que a azzurra, acabou derrotada pelo Brasil por 4×2.

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Zica de Mihajlovic é de espantar

Quando assumiu a Fiorentina, o sérvio Sinisa Mihajlovic sabia que pegaria uma bomba. Apesar de um bom elenco, faltam referências e experiência.

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Tradutor bebum irrita técnico italiano

Parece brincadeira mas não é. Quando o treinador da seleção italiana, Cesare Prandelli, chegou para dar uma entrevista coletiva do jogo entre a sua seleção e a Irlanda do Norte, pelas Eliminatórias da Euro 2012, Prandelli começou a ter problemas com o intérprete que apresentava dificuldades para traduzir do italiano para o inglês e vice-versa e percebeu que o mesmo estava alcoolizado e perdeu a paciência.

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A Itália de Prandelli

Tudo indica que Cesare Prandelli será mesmo o próximo técnico da Itália. Sob o ponto de vista técnico, (sem trocadilhos, por favor), nenhuma objeção. Ele é um dos melhores da nova geração. Não sei, contudo, no aspecto disciplinar. Donadoni caiu porque não era respeitado pelos “senadores”. Ele não tinha conquistas e isso pesa. Prandelli também não tem. Esta é uma possível seleção (com os reservas em branco), sugerida pela Gazzetta Dello Sport.

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Reforço na frente da zaga ou babau

Escrevo este post enquanto a Fiorentina ainda se esforça para não sair da Liga dos Campeões diante de um Sporting que não empolga nem um bacalhau.

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Zalayeta-Gol, a Roma respira

Quem diria? O eterno coadjuvante Zalayeta, juventino por toda uma vida, inesperadamente, reabriu as contas de um campeonato que já parecida com o caixão pregado a favor da Inter. E por uma pequena circunstância – o gol de Javier Zanetti no confronto direto entre Inter e Roma – esta segunda-feira não amanheceu com ares de terror para um time ‘imbatível’ até duas semanas atrás.

Mais do que uma boa partida do Napoli (onde um meio-campo onipotente destruiu as parcas ambições interistas), o que parece seguro afirmar é a existência de uma crise em Appiano Gentile. Antes que o internauta um pouco mais ‘nerazzurro’ possa dizer “Ih, olha lá o corneteiro”, que fique claro: não se trata de uma crise de resultados nem uma crise (ainda) interna, e sim uma crise de jogo.

Exceção feita a alguns trechos de partidas contra adversários mais frágeis e o período do jogo contra a Roma no qual os ‘giallorossi’ estavam com um homem a menos (Mexès tinha sido expulso), a Inter não mostra um jogo fluido durante toda uma partida há tempos. É preciso voltar a 09/12 (Inter 4 x 0 Torino) para se encontrar um jogo no qual a bicampeã italiana justificou o seu pedigree.

Não se pode contudo, falar em crise de resultados para um time que não perdia na Série A há 26 jogos. Em 2008, foram cinco vitórias, três empates e a derrota para ao Napoli. Os seis pontos de vantagem são uma folga considerável – mais ainda se a Inter for eliminada da Liga dos Campeões (as casa de apostas dão preferência de 75% para o Liverpool passar o turno).

A questão psicológica, no entanto, é mais delicada para a Inter. Se, depois de uma derrota que quebrou um tabú de 26 jogos, o time for eliminado da Europa, é difícil saber como o grupo reagirá. A história recente da Inter sugere sempre um clube que entra em ebulição por qualquer razão. Nesta temporada, o objetivo principal do clube é a Liga dos Campeões e uma eliminação teria um peso sensível.

‘Ah, então quer dizer que a Roma vai alcançar a Inter?’. Essa é uma outra questão, porque alem da Inter ter um elenco muito mais extenso e versátil do que a Roma, também o time de Trigoria tem o desafio da Liga dos Campeões. A permanência – ou não – dos ‘giallorossi’ na LC será fundamental para saber quanto o técnico Luciano Spaletti vai medir esforços no campeonato. Se a Inter sair e a Roma não, a líder terá uma competição só para se dedicar, e o inverso também é verdade.

O que não há como negar é que a Inter sofreu dois golpes importantes e a partida contra o Liverpool em San Siro ganhou uma importância extra. Toda a segurança que a Inter tinha até duas semanas atrás pode ir por água abaixo e mesmo o tricampeonato pode acabar sem ter o valor merecido. E se o tri não viesse, então, aí sim, Appiano Gentile pode vir abaixo como os castelos de areia.

Ulivieri demitido; Reggina ‘nei guai’

No momento em que a Reggina decidiu demitir o treinador Massimo Ficcadenti, na 10a rodada da Série A, estava dando um grande passo rumo ao rebaixamento, uma vez que história da Série A mostra que os times que degolam técnicos aumentam suas chances de cair. E quando anunciou o seu substituto, Renzo Ulivieri, deu mais um.

Assim, a demissão de Ulivieri pode até ser a correção de um erro, mas aproxima a Reggina ainda mais de um rebaixamento. Agora, já são 26 rodadas passadas e até a demissão de Ulivieri conta negativamente. A indicação de Nevio Orlandi, olheiro do clube, para o lugar do técnico toscano, soa como um certo ‘conformismo’ do clube calabrês.

Para usar uma imagem cunhada aqui na redação pelo jornalista Ricardo Espina, a Reggina já escorregou na casca de banana, mas a imagem foi congelada antes do choque no chão. Parece que a queda é certa, mas ainda não rolou – pelo menos no papel.

Che Fiore!

O gol de Gobbi contra a Juventus deixou os torcedores da Fiorentina animados, mas a virada juventina no Comunale teve um suspiro de ‘eu já sabia’ por parte das duas torcidas. “Da Juventus, em Turim, não se ganha” (a última vitória da Fiorentina lá tinha sido há 20 anos). Não?

Jogando com uma determinação ‘juventina’, sem Adrian Mutu, com uma escalação nada empolgante no papel (Ujfalusi, Kroldrup, Gamberini, Gobbi na linha defensiva, por exemplo), a Fiorentina obteve um resultado espetacular vencendo a Juve por 3 a 2 e justificando a confiança de Cesare Prandelli, que disse no fim do jogo: “Esse é um time de futuro”.

Alguém pode argumentar que, exceção feita a Zebina, toda a defesa juventina teve algum tipo de blecaute no domingo. Só que os méritos ‘viola’ vão bem alem disso. Prandelli conseguiu jogar só com um volante (Donadel), um meia adaptado à lateral (Gobbi) e um trio de ataque bem ofensivo. O centroavante Pazzini esteve em péssimo dia, mas provavelmente, só ele. O resto da Fiorentina foi digno de aplausos.

E teve também Papa Waigo. A sua jogada no gol de empate mostrou um faro de gol que os jogadores tem ou não tem – não dá para aprender. O senegalês ex-Cesena se desmarcou de Molinaro e arrematou sem chances para um frustrado Buffon, que deu uma bronca imensa no seu lateral. O Guerin Sportivo já aclamou o atacante e cravou em manchete: ‘Viva il Papa!’, o novo herói de Florença.

Cassano, l’Animale, pela enésima vez…

Numa fase em que está jogando muita bola, mas uma vez – a milésima – Cassano se enfia numa confusão por causa de seu comportamento. Depois de uma falta erradamente marcada pelo árbitro Pierpaoli, Cassano reclamou selvagemente e recebeu um amarelo – o segundo – e foi expulso. Para não bater no juiz, Cassano teve de ser contido pelo meio-campista Barone, do Torino.

“Cassabo acaba de perder sua chance de jogar a Euro”, disse o técnico Eugenio Fascetti, o homem que o descobriu em Bari. “Ele precisa entender que certos comportamentos não são aceitáveis. Se eu fosse seu treinador, estaria furioso”, disse Fascetti. “Cassano não é um grande jogador. Ele precisa entender que mesmo com nossa ajuda, corre o risco de ter sua carreira condicionada por atos assim”, afirmou Beppe Marotta, diretor de futebol da Sampdoria e um dos maiores defensores do jogador em Genova.

É realmente uma pena ver um jogador com tamto talento chegar aos 26 anos sem ter conquistado nada. Ele podia ser o herdeiro de Totti na Roma e ter ajudado a Roma a ter um segundo jogador fora-de-série, mas ao invés disso, perdeu um ano e meio em Madri, ganhou o apelido de gordo e não tem a confiança de quase ninguém. Se a Samp quer mesmo recupera-lo, precisa manda-lo a um psicólogo com urgência. O comparativo com Edmundo se faz cada vez mais concreto.

Curtas

A renovação de Kaká com o Milan é bem sintomática de como está o humor do elenco.

Mesmo com o time na 5a colocação, o craque renovou até 2013, o que revela sem dúvidas uma certa confiança nos planos da direção para o futuro.

Do time titular do Milan, o único jogador com contrato a vencer antes de junho de 2010 é Paolo Maldini, que encerra a carreira em três meses.

A Lega Cálcio anunciou que trabalha com as hipóteses de novos horários de jogos para o Italiano seguindo o modelo inglês.

Ou seja: partidas nas noites de segunda-feira e ao meio-dia de domingo.

Dados os problemas defensivos no setor esquerdo da Juventus, começa-se a pensar em alternativas para a temporada que vem.

Além de mais um central (Legrottaglie e Grygera estão ameaçados), é quase certa a chegada de um lateral: Pasqual (Fiorentina) e Taiwo (Olympique-FRA) estão cotados.

Esta é a seleção Trivela da 27ª rodada:

Kalac (Milan); P. Cannavaro (Napoli), Portanova (Siena), Canini (Cagliari); Santacroce (Napoli), Hamsik (Napoli), Aquilani (Roma), Dossena (Udinese); Lavezzi (Napoli), Diamanti (Livorno) e Papa Waigo (Fiorentina)

Apresentação da temporada – parte V

Football Club Internazionale Milano
Estádio: Giuseppe Meazza “San Siro” (85.700 pessoas)
Principal jogador: Zlatan Ibrahimovic (atacante)
Fique de olho: Mario Balotelli (atacante)
Competição continental que disputa: Liga dos Campeões
Time base (4-2-3-1, 26/08): Julio Cesar; Maicon, Samuel, Chivu e Maxwell; J. Zanetti e Cambiasso; Figo, Muntari e Mancini; Ibrahimovic.
Técnico: José Mourinho (novo)
Objetivo na temporada: vencer a Liga dos Campeões

Contestado ou não, o tricampeonato italiano da Inter é o que determina a fixação dos objetivos do clube para esta temporada. Depois de conquistar a liga nacional por três anos, somente um sucesso na competição mais importante da Europa pode dar a sensação de uma boa temporada. Qualquer outra coisa é fracasso.

A cobrança espartana só aumenta com a contratação de José Mourinho, provavelmente o melhor técnico do mundo hoje. Ele mesmo perseguiu, no Chelsea, a taça que venceu com o Porto, mas não a conseguiu. Com um time entrosado, reforços mirados e a condição de “time que todos querem odiar” será que o lado ‘nerazzurro’ de Milão pode chegar ao final de maio próximo festejando?

Condições existem. A Inter tem um técnico que prioriza o sistema defensivo antes de tudo e essa boas defesas são a condição básica para vencer campeonatos. Nomes como Samuel e Chivu devem ser o suficiente para dar estabilidade ao time e no ataque, o sueco Ibrahimovic é a esperança de um setor ofensivo montado para fazer muitos gols.

Mourinho chegou na Itália fazendo inimizades (vide seu atrito com Claudio Ranieri) e precisa perceber que as relações interpessoais na Itália podem definir o futuro de um profissional – mesmo que extremamente competente. Outro desafio será o de fazer conviver dois atacantes natos como “Ibra” e o brasileiro Adriano. Com um pouco de sorte para evitar contusões e a carta branca que lhe foi dada pelo dono do clube, Mourinho tem como tirar a Inter do jejum europeu de 43 anos.
Associacione Sportiva Roma
Estádio: Olímpico de Roma (82.222 pessoas)
Principal jogador: Francesco Totti (meia-atacante)
Fique de olho: Stefanop Chuka Okaka (atacante)
Competição continental que disputa: Liga dos Campeões
Time base (4-2-3-1, 26/08): Doni; Panucci, Juan, Mèxès e Riise; De Rossi e Pizarro; Taddei, Julio Baptista e Perrotta; Totti.
Técnico: Luciano Spaletti (mantido)
Objetivo na temporada: vencer o campeonato

Mesmo que com rumores da venda do clube cercando a tranqüilidade do elenco, a Roma parte com uma vantagem sobre a maioria de seus rivais domésticos: o entrosamento. O clube de Trigoria tem basicamente o mesmo time há três temporadas e nem a saída de um nome importante como Mancini tende a diminuir a capacidade da equipe de Francesco Totti.

Spaletti criou uma equipe rápida e ofensiva, muito técnica, que prefere jogar com o baricentro alto (ou seja, com a posse de bola pressionando o adversário em seu campo). Uma dupla de medianos que marcam e passam bem (De Rossi e Pizarro) é a condição básica para o 4-2-3-1 romanista. O esquema nasceu da necessidade de se jogar para Totti e até o último campeonato, isso era um problema que o uso do montenegrino Vucinic parece ter resolvido.

O norueguês Riise na lateral-esquerda deve dar ainda mais solidez a uma defesa que na prática joga com quatro zagueiros. No extremo oposto, somente Perrotta tem características mais de meio-campista, com Júlio Baptista (finalmente escalado na sua posição predileta), Taddei e Totti (ou Vucinic) alternando-se no papel de último atacante.

Contratações como as do defensor Loría e a integração de Okaka ao elenco aumentam as opções do técnico Spaletti, mas não deixam o elenco largo o suficiente para a Roma lutar de igual para igual com o trio de ferro italiano. Pensar em LC e Série A não é viável. Se quiser vencer algum dos dois, a Roma terá de fazer uma escolha. E ainda assim, não terá vida fácil.

Juventus Football Club
Estádio: Olímpico de Turim (25.370 pessoas)
Principal jogador: Gianluigi Buffon (goleiro)
Fique de olho: Paolo De Ceglie (defensor)
Competição continental que disputa: Liga dos Campeões

Time base (4-4-2, 26/08): Buffon; Grygera, Mellberg (Legrottaglie), Chiellini e Molinaro (De Ceglie); Camoranesi, C. Zanetti (Poulsen), Sissoko e Nedved; Del Piero (Amauri) e Trezeguet (Iaquinta)
Técnico: Claudio Ranieri (mantido)
Objetivo na temporada: vencer o campeonato

Associazione Calcio Fiorentina
Estádio: Artemio Franchi (47.282 pessoas)
Principal jogador: Adrian Mutu (atacante)
Fique de olho: Zdravko Kuzmanovic (meio-campista)
Competição continental que disputa: Liga dos Campeões

Time-base (4-3-1-2, 26/08): Frey; Zauri, Gamberini, Kroldrup e Vargas; Kuzmanovic, Felipe Melo e Montolivo; Jovetic; Mutu e Gilardino.
Técnico: Cesare Prandelli (mantido)
Objetivo na temporada: vaga na Liga dos Campeões

A ativa comunidade de torcedores da Fiorentina há de se irritar, mas o fato é que o clube toscano começa sua temporada com uma meta fixa: se classificar novamente para a LC. “Mas como? E o título?”. Calma com o andor. A Fiorentina pode até ser campeã, mas começa a liga correndo por fora. E a avaliação é do insuspeito técnico do time, o excelente Cesare Prandelli.

Por mais que tenha se reforçado com ótimas promessas, a Fiorentina não tem ainda os nomes que decidem campeonatos. Mutu é um ótimo jogador, mas não é um Kaká nem um Ibrahimovic. E os muitos Montolivos, Jovetics e Osvaldos do elenco ainda precisam amadurecer para dar consistência a um time que quer ser campeão.

O time deste ano deve ser melhor que o anterior. Prandelli garantiu dois externos defensivos melhores (Zauri e Vargas), um ‘trequartista’ de imenso potencial (Jovetic) e aposta na recuperação de Gilardino, que nas suas mãos, já foi um atacante letal. Além disso, o técnico torce para que o brasileiro Felipe Melo tenha a capacidade de dar a segurança necessária á sua defesa.

Assim como a Roma, a equipe “viola” é de altíssima qualidade, mas não tem substitutos que mantenham o nível do elenco titular. O grupo é grande demais e tem muitas promessas que precisam de rodagem, mas que no ‘Franchi’ ficam sem ritmo de jogo. O clube chegou no difícil momento de trocar de estágio e precisa de craques. Promessas já não adiantam mais.

Despedida

Depois do meu amigo e sócio Tomaz Alves, chegou a hora de eu me despedir da Trivela também.
Dez anos depois, o laboratório de texto dos alunos da ECA-USP virou uma publicação sólida e chegou a hora de me despedir agradecendo a todos os leitores, colegas, críticos. Obrigado a todos.

Erro de avaliação

Não importa a época, a circunstância ou o momento. Sempre que o Milan perder em casa para o Empoli, uma luz vermelha terá de, obrigatoriamente, se acender no vestiário ‘rossonero’. Pode ser que algum dos três aspectos acima sirva para explicar ou até justificar o incidente. Mas a investigação tem de ser feita.

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