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Pizza, mesmo com provas

Muito, mas muito mais relevante do que Gattuso xingando Leonardo, foi uma conclusão tirada por um magistrado de Napoli quase no mesmo dia em que estourou a “bomba” de Leonardo-Gattuso. A conclusão era inequívoca: segundo o juiz, há provas da manipulação de resultados por Luciano Moggi com um grupo de árbitros da Série A italiana.

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A Inter emocional

Bater a Juventus eleva o moral até de um defunto com missa rezada. Isso não é novidade. Os 3 a 1 cravados pela Inter de Milão na Juve, mais uma vez, terão o efeito de uma vitória de Pirro nos planos de Via Durini para a próxima temporada. Aliás, como sempre.

Por quê? Porque o clube azul-e-negro confirmou Alberto Zaccheroni com o resultado, e provavelmente voltou a se sentir feliz com o seu elenco. Exatamente igual aos finais de campeonatos que a Inter teve na era Pré-Cúper.

Zaccheroni não é ruim. É um bom técnico, que privilegia contra-ataque e obediência tática, ou seja, não agrada brasileiros. Mas o que a Intre precisava para a próxima temporada era uma reformulação daquelas que arranca as raízes mais profundas, e como não se faz há tempos.

A Inter tem um grupo viciado, acomodado, e onde os jogadores, segundo avaliação do mito interista Beppe Bergomi, “têm muitos álibis” quando jogam mal. Sem falar que o clube faz um mercado, ano após ano, frenético e desgovernado. Não à toa, é possível ver a Inter em 70% dos rumores de mercado.

Exemplos? A Inter precisa de um armador, mas vive anunciando nomes de novos zagueiros (provavelmente o setor mais bem coberto da equipe); chegou a mencionar que poderia abir mão de Toldo para ter Frey, enquanto Toldo ainda é um gigante, que a Inter teria de agarrar com correntes de aço.

Lamentavelmente, para os interistas, tudo indica que a entropia do clube não deve ser extirpada à ferro e fogo como necessário. E vale lembrar para os críticos de Cúper: mesmo sem um estilo de jogo, com jogadores e dirigentes jogando contra, e sem as peças que tinha pedido, o técnico argentino conseguiu fazer os melhores resultados dos últimos anos através da disciplina. Não é coincidência.
Crise? Macché crise???

No papel, era uma partida fácil, de três pontos. Mas o Milan não foi além de um empate em um gol contra o Modena. Na Itália, já se fala em “decadência do preparo físico”, “queda de rendimento”, e “preocupação com a aproximação da Roma”. Não qie o Milan não tenha acusado o golpe de tantas partidas importantes em seqüência, mas vamos relembrar este caminho milanista.

O Milan está saindo da sua parte mais delicada do campeonato. Enfrentou, nas últimas semana (desde 15 de fevereiro, para ser mais exato), Lecce, Inter, Lazio, Sampdoria, Juventus, Parma, Chievo e Modena, perdendo seis dos 24 pontos disputados. E ainda fez três partidas, pela Liga dos Campeões, contra Sparta Praga e Deportivo.

Nos últimos quinze dias, ainda teve de ver seus craques pegando o Deportivo num jogo duríssimo contra o Deportivo, além dos empates contra Modena e Chievo, Adicione-se aí, os amistosos das seleções, onde muitos dos titulares se exauriram. Seedorf, Kaká, Gattuso, Pirlo, Rui Costa e Tomasson jogaram nos amistosos de suas seleções. Shevchenko nem entrou em campo porque tomou uma pancada e perdeu dois dentes.

No elenco milanista, dois nomes têm como indispensável condição o bom preoparo físico: Nesta e Inzaghi. Nesta até que se avizinha ao suficiente, mas Inzaghi, visivelmente fora de forma (só jogou 900 minutos nesta temporada, contra 2100 de Sheva e 1270 de Tomasson), têm perdido muitos gols. Mas tudo indica que entrará em forma na reta final. Pelo menos é o que esperam os preparadores do time.

O biorritmo do time mostra uma grande regularidade, e depois da partida desta quarta, em La Coruña, poderá respirar mais aliviado. Deixar Inzaghi, Nesta, Kaladze em 100%, e recuperar Shevchenko, Kaká e Rui Costa (cansados neste fim de semana), são objetivos possíveis e vtais. Isso acontecendo, é um time com poucos rivais para olhar de igual para igual.
Calcio em crise; Roma vendida?

A água bateu na bunda. O projeto “Salvacalcio” não vai ser aprovado, e as equipes que têm megadébitos (encabeçadas pela Roma) já se deram conta de que vão ter de se desfazer de seus craques. A certeza veio depois que o ministro do trabalho, Roberto Maroni, disse que “o governo não pode fechar os olhos, mas abri-los bem”, adicionando que deve-se aplicar aos clubes de futebol a “mesmíssima rigidez fiscal que se aplica a todo o resto da sociedade”.

Ponto final. Não tem mais volta. Tanto é que, o presidente da Roma, Franco Sensi, num gesto inimaginável para a cartolagem brasileira, vendeu 49% de suas empresas petrolíferas, de família, para a Capitalia, maior credor do clube (PS: e cujo Conselho é presidido por Franco Carraro, presidente da federação italiana). Assim, Sensi pode sanear as finanças romanistas e passar adiante o clube.

O gesto foi de uma decência incomum, e ao que tudo indica, de um apego caloroso ao clube por parte de Sensi. A Roma voltou a ser um bom ativo para ser comprado, mesmo que ainda tenha dívidas comprometedoras. A operação foi a seguinte: A Capitália deu à Roma dinheiro vivo suficiente para conseguir a inscrição na temporada seguinte da UEFA (mais ou menos € 40 milhões).

A Capitalia passa a ser dona de 49% da Italpetrolio (que pertence à família Sensi), e a Italpetrolio passa a ser acionista majoritária (cerca de 95%) do time de futebol. A Roma 2000, pessoa jurídica que controlava a Roma, fica somente com 5% das ações. O que é de se perguntar é se os débitos ficam para a nova ou para a velha empresa.

Por sua vez, a vivaldina Capitalia procura um comprador para a Roma (em cuja negociação deve levar uma boa grana), que deve ser um empresário romano (ou um grupo deles). Se assim for, não haverá necessidade de venda de grandes jogadores, mas Franco Sensi passa a ser carta fora do baralho, ou, na melhor das hipóteses, peça figurativa.

A situação da Lazio é um pouco menos grave, mas mais complicada. Os últimos dois anos sanearam bastante as finanças do clube, só que não há um mecenas disposto a adquiri-la. Indispensável para a Lazio é vender bem seus jogadores mais caros e de salários altos, investindo em promessas. A licença UEFA deve ser obtida depois do aumento de capital da empresa, aprovado na semana retrasada.

Ele vai parar?

Assim com o rockstar inglês Ozzy Osbourne, ele também já ameaçou parar com o futebol em mais de uma oportunidade. Só que desta vez, segundo o próprio, “é para valer”. Roberto Baggio, o futebolista italiano mais talentoso e genial de sua geração, promete que pendura as chuteiras ao final desta temporada.

O anúncio é sério para a Itália, que como sabemos, são deveras sentimentais. Mesmo que não o fossem, há mesmo razão para consternação quando o quinto maior goleador de todos os tempos da Série A (somente Silvio Piola, Gunnar Nordahl, Giuseppe Meazza e José Altafini estão à sua frente). E olha que Meazza e Altafini, empatados em terceiro com 216 gols, estão só a 13 tentos à frente do craque veterano.

Baggio foi o tipo de jogador que, nessas 203 conversões (só na Série A), fez gols de todas as maneiras. Foram 82 gols com o pé direito, 25 com o pé esquerdo, 68 cobrando pênaltis (recorde absoluto, com a melhor marca percentual da história – quase 90% de acerto), 19 em cobranças de falta e somente seis gols de cabeça. O internauta atento deve notar que a soma dá 200, o que faz supor que, três dos 203 gols de Baggio na Série A são “inclassificáveis” dentro dos critérios adotados (de “barriga”, de “queixo, etc). Adicionando também os gols convertidos na Copa Itália, Copas Européias, e Seleção Italiana, Baggio chega à marca de 302 gols válidos por uma competição oficial.

O craque pode até mesmo ter decidido parar, mas há uma boa chance do “Codino” estar tentando manipular a opinião pública para que Trapattoni o leve à Euro 2004. Um amistoso contra a Espanha é praticamente certo, e se Baggio fizer chover, como não raro, imagine se o velho ‘Trap’ vai conseguir segurar a pressão da massa.

Baggio ainda tem futebol para pelo menos mais uns dois anos, caso não sofra nenhuma contusão grave, Seu futebol, desde que chegou ao Brescia, há quatro temporadas, não piorou em nada. É bem possível que nesta temporada, Roberto faça o seu recorde de gols pelo clube lombardo). Logo, sem comparações toscas com craques da mesma idade, mas sem o mesmo futebol. Tomara que, como Ozzy Osbourne, Baggio também só esteja fazendo um charminho, O futebol precisa dele dentro de campo.

Curtas

Os dados sobre os gols de Baggio em sua carreira foram tirados, em parte, de uma excelente pesquisa da Gazzetta Dello Sport.

Novamente igualado o recorde da temporada de gols numa única rodada

Com os 32 gols do fim de semana, a média da 28a rodada foi de 3,55 gols por jogo e elevou a média da temporada para 2,65, praticamente um décimo maior do que a da temporada passada

Esta temporada também tem uma média maior de cartões vermelhos e amarelos, em relação à precedente

Curiosamente, tem menos pênaltis concedidos, com somente 82 dados até agora

O Ancona segue batendo recordes…negativos

Com a derrota para a Samp, o time anconetano conseguiu a proeza de estar rebaixado a seis rodadas do fim, fato que só o Brescia tinha atingido, em 1995 (depois da introdução dos três pontos por partida)

Neste fim de semana, o mediano Massimo Ambrosini chegou a 200 partidas com a malha do Milan, mas mais uma vez, saiu contundido

Andy Van der Meyde deve ser o enésimo bom jogador que a Inter vai vender, depois de sub-utilizar

A Ájax, da Holanda, antigo clube de Van Der Meyde, já confirmou interesse

Esta é a seleção Trivela desta rodada, no campeonato Italiano

Balli (Empoli); Diana (Sampdoria), Samuel (Roma), C. Zenoni (Sampdoria) e César (Lazio); Cozza (Reggina), Emerson (Roma), Stankovic (Inter); Fava Passaro (Udinese), Gilardino (Parma) e Iaquinta (Udinese)

Vai faltar espaço na cadeia

Nos últimos anos, o futebol italiano foi um verdadeiro viveiro para tudo quanto é praga, mais ou menos criminosa. Agentes inescrupulosos, falsificadores, médicos irresponsáveis, dirigentes pilantras, todos tiveram espaço para fazer escândalos. E não foram poucos. Doping (médico e administrativo), passaportes falsos, falência de clubes, virada de mesa…

Mas pode ser que, finalmente, esteja na hora da ratatulha ir para a cadeia. Na última quinta, policiais e agentes da ‘Guardia di Finanzia’ (uma espécie de polícia tributária) invadiram as sedes de todos os clubes da primeira e segunda divisão, e alguns da terceira, além da Lega Calcio. Toneladas de documentos foram apreendidas e estão sendo minuciosamente vasculhadas. Para horror dos cartolas.

Basicamente, as suspeitas são de corrupção, bancarrota fraudulenta e falsificação de balanços. Quase trinta inquéritos estão sendo conduzidos, entre os quais, o dos passaportes, doping, cartas de garantias falsas, falências da Círio e Parmalat, abuso de poder da Capitalia, entre outros. Potencialmente, pode envolver o primeiro escalão do poder na Itália. De uma maneira geral, o assalto da GDF foi bem visto, especialmente por aqueles que pediam clareza nas finanças de clubes como Roma e Napoli, desde sempre beneficiados por favores dos “co-irmãos”.

De cara, já se sabe que o que mais vai aparecer são as chamadas ‘plusvalenze’, uma artimanha que os clubes faziam. Trocando jogadores de valores similares, os clubes alteravam seus balancetes para cobrir prejuízos. Um jogador era comprado por mil dólares e vendido por dez milhões, semanas depois. Isso aconteceu milhares de vezes, sabida e assumidamente. Lembram-se das trocas de jogadores entre Inter e Milan? Entre Roma e Parma? Pois é.

O grupo que está encarregado de passar o pente fino nas finanças dos clubes é da maior competência, e parece determinado a colocar tudo às claras. Todos os personagens do futebol italiano estão mais ou menos envolvidos com as negociatas, e embora haja uma certa calma, tudo indica que a chapa vai ferver para muita gente. Esta é uma investigação que não se sabe onde pode acabar.

Русские исчезли!

Tudo parecia estar arranjado. A Roma finalmente conseguiria sair de sua sinuca de bico. O clube de Trigoria tem uma dívida impagável de cerca de € 350 milhões, e para não seguir a rota de Parma e Lazio (ou pior – Fiorentina), o dono do clube achou uns russos endinheirados na mesma onda do milionário que comprou o Chelsea. A Nafta Moscou pagaria a Franco Sensi cerca de € 400 mi, e todos ficariam contentes – torcida incluída, pois não só não perderia Totti, Emerson e outros, como “corria o risco” de ver chegarem Davids, Vieri e mais alguns medalhões.

O verbo está no passado porque ia bem, mas não vai mais. Os milionários russos se borraram de medo quando viram a polícia invadindo as sedes de todos os clubes, e pensaram: será que nós não estaríamos entrando numa roubada? Na dúvida, suspenda-se tudo. A Roma volta à estaca zero.

A semana passada se desenhou macia para a negociação romanista, e numa hora em que a grana dos petroleiros russos viria bem à calhar. Agora, sem a grana dos Urais, o presidente do clube, France Sensi, só tem uma saída. Entrar em acordo com um grupo de empresários de Roma que tinha topado substitui-lo à frente do clube. O problema é que eles não querem as dívidas do clube, ou pelo menos exigem que o valor seja abatido da negociação. Sensi não aceita.

Moral da história: o furacão fiscalizatório do governo italiano acabou ferrando Sensi, que vai ter de ceder, mais cedo ou mais tarde. A gestão do clube sob suas mãos foi ruinosa. Por bem pouco, não se teria causado conseqüências para a torcida. Como última tentativa, a Roma subiu seu capital para 130 milhões de euros. A medida visa melhorar a situação financeira do clube e tentar atrair os russos de volta.

Ah, e mais uma coisa: o título desta matéria deveria ser “Os russos sumiram!”. Caso algum internauta letrado em russo ache alguma imperfeição na tradução (feita num tradutor automático), aguardamos correções.
Inter, o inimigo íntimo

A Inter é o clube que não precisa de inimigos. Ninguém sabe fazer mais mal à equipe de Via Durini do que ela mesma. Na derrota para o Brescia em Milão, de virada, ficou provada irrefutavelmente a fraqueza psicológica do elenco interista, somada a uma sensível lacuna técnica.

A crise interista é tão feia que já se considera certo que Alberto Zaccheroni não fica para a temporada que vem. Mais: novas derrotas podem fazer com que o técnico romagnolo perca o emprego ainda nesta ano. Zaccheroni deve acabar pagando o pato pelos eternos problemas do clube. Injustamente.

Sabe-se que a diretoria finalmente resolveu fazer um expurgo em junho, onde diversos nomes podem tomar o caminho da roça. Por hora, a medida adotada foi um retiro do elenco, que está em regime de concentração permanente, para treinos e lavagem de roupa suja ‘ad infinitum’.

Em campo, o grande drama da Inter segue sendo não ter um comandante no meio-campo. É incrível como a Inter consegue desnaturar jogadores comprovadamente bons, como Lamouchi ou Dejan Stankovic. O time não tem um jogador que consiga ordenar a manobra, e assim, depende de lampejos dos atacantes. E como a bola queima o pé dos meio-campistas, a defesa acaba sempre ficando no mano-a-mano, e sempre perdendo. Até Toldo, um dos três melhores goleiros do mundo, está jogando incrivelmente mal.

A saída de emergência parece improvável. O ideal seria umafaxina imediata, limando TODOS os jogadores que estejam fazendo parte da turma do chinelinho. Por sorte da Inter, nenhum dos outros aspirantes à quarta vaga para a Liga dos Campeões (Parma, Lazio, Udinese) venceu nesta rodada, mas este posto parece difícil, pois a Inter é o mais irregular dos quatro. Para pegar uma vaga-UEFA, a Inter não precisa de nenhum medalhão, e a mensagem estaria dada aos jogadores: o couro vai comer se ninguém se mexer.

Lecce turbo, rebaixamento duríssimo

O mês de fevereiro foi tudo o que o Lecce esperava. Um dos rebaixados virtuais na virada do ano, o time do Via Del Maré fez um mercado excelente e transformou-se na sensação do torneio. Basta dizer que nas últimas cinco partidas, o ‘giallorosso’ do Salento fez 13 pontos, concedendo somente um empate, contra o Milan.

E qual a varinha de condão usada? Nenhuma. O Lecce se reforçou nos setores certos. De maior relevância, a chegada do colombiano Bolaño no meio-campo, e a explosão da dupla Bojinov-Chevantón no ataque. O uruguaio marcou nas últimas cinco partidas e tem transferência garantida para o próximo campeonato.

Mas além da turbinada do Lecce, outros times que lutam contra o rebaixamento também reagiram. O Empoli já vem de uma melhoria desde a virada do ano, com a consolidação a dupla Rocchi-Tavano e a consistência dos meias Di Natale e Vannucchi. Esta coluna cravou que o Empoli já tinha reservado a vaga no rebaixamento, mas a reação surpreendente reabilita o time toscano para seguir sonhando. A vitória contra a excelente Udinese é prova disso.

Não é só. O Perugia finalmente conseguiu uma seqüência de duas vitórias, e ainda segue favorita para cair, mas voltou a ter chances de pensar em se manter (mesmo com chances reduzidíssimas). Reggina, Siena e Modena perderam terreno e já estão na área perigosa da tabela. Na verdade, nove pontos separam o 17º e o 10º colocados. O Ancona é o único que está irremediavelmente comprometido.

Curtas

Zambrotta fez, contra o Ancona, a sua 200ª partida pela Série A

O meio-campista fez 141 jogos pela Juventus e 59 pelo Bari

Aliás, o Ancona que perdeu para a Juve de Zambrotta, deve estabelecer um novo recorde negativo nesta temporada

Já são 17 derrotas até aqui

Frey (Parma) e Torrisi (Reggina), completaram 150 partidas na divisão máxima

Um jornal de Brescia ventilou que o Anderlecht quer Baggio para a Liga dos Campeões do ano que vem

O time belga, que nega o interesse, daria condições especiais de treino para o craque veterano, que jogaria somente a competição européia

E esta é a seleção Trivela do Italiano neste final de semana

Antonioli (Sampdoria); Mancini (Roma), Vargas (Empoli), Barzagli (Chievo) e Maldini (Milan);Seedorf (Milan), Codrea (Perugia), Emerson (Roma), Vannucchi (Empoli); Totti (Roma); Cassano (Roma)

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