Não vou gastar meu tempo tentando provar que não há ramo na economia brasileira mais entregue à anóxia cerebral do que o futebol. Entre os decision makers do setor, por exemplo, estão um chefe de torcida e um presidente de clube cujo português equivale ao quarto ano do primário. Mesmo assim, o capítulo que está se desenhando ao redor da questão da venda dos direitos de transmissão do Brasileiro, está fazendo superar qualquer expectativa em termos de inabilidade. Na atual negociação, os responsáveis pelos clubes estão demonstrando uma inteligência de limites unicelulares. Isso, na melhor das hipóteses.

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