Tragédias são progenitoras de revoluções. Raramente há um momento melhor para se fazer transformações profundas do que depois de um incidente cujas proporções mudam o horizonte visível. No que diz respeito à Seleção, dificilmente seria possível desenhar um evento mais apocalíptico do que o ‘Mineirazo’ da Copa. A liberdade pós-apocalíptica é a única licença poética que faz com que a convocação de Dunga não seja bizarra, para dizer o mínimo.

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