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Apresentação da temporada – Parte IV

Associazione Calcio Milan
Estádio: Giuseppe Meazza “San Siro” (85.700 pessoas)
Principal jogador: Kaká (meio-campista/atacante)
Fique de olho: Viudez Tabaré (atacante)
Competição continental que disputa: Copa Uefa

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Internazionale: o perfil da campeã

A Inter de Milão é um clube de muitos paradoxos. Imensa em sua história, vivencia episódios dignos de time de várzea na sua gestão; gigante na torcida, não raro vê os problemas vindos da arquibancada; cheia de craques, acaba sendo salva por jogadores comuns com uma periodicidade maior do que a previsível.

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Análise do Campeonato – Parte I

Atalanta
Destaque: Adriano (ala-BRA)
Ponto forte: Disposição tática
Precisa melhorar: aproveitamento fora de casa
Tendência: Zona Uefa

Os bons prognósticos do início da temporada vão se confirmando, mesmo com as atitudes selvagens de parte da torcida. O técnico Del Neri fez um 4-4-1-1 tão ofensivo que, quando Doni não joga, o time se arma num 4-3-3. O brasileiro Adriano é o melhor externo do campeonato e está se fixando cada vez mais como atacante. Apesar do meio-campo sólido (destaque para Tissone, marcador incansável), fora de casa a Atalanta ainda bobeia demais.

Cagliari
Destaque: Foggia (meio-campista)
Ponto forte: nenhum
Precisa melhorar: tudo
Tendência: rebaixamento.

Tudo está errado no clube da Sardenha. A direção de Massimo Cellino é tão devastadora quanto poderia ser. O elenco está rachado, dois técnicos foram demitidos e chamados de volta (um deles, Marco Giampaolo se recusou a voltar), não há nenhum jogador se destacando e não parece haver dinheiro em caixa para uma revolução. Com um técnico demitido ainda no comando do time, o Cagliari terá de se livrar da lanterna. Difícil.

Catania
Destaque: Martinez (atacante-URU)
Ponto forte: meio-campo
Precisa melhorar: rendimento fora de casa
Tendência: permanência na Série A

Para todo mundo que apostava num “agora vai” para o rebaixamento do Catania, mais uma vez, uma surpresa. Confortavelmente no meio da tabela, o técnico Silvio Baldini fez feio ao dar um chute na bunda do técnico do Parma, mas montou um time certinho. Os três volantes no meio-campo realmente fecham a defesa e nessas, o time vai se safando de um rebaixamento antes dado como certo. O uruguaio Martinez já chama a atenção de clubes maiores.

Empoli
Destaque: Raggi (defensor)
Ponto forte: quantidade de jovens com potencial
Precisa melhorar: defesa
Tendência: rebaixamento ou permanência suada

Com a vaga na Copa Uefa, o Empoli deixou-se levar pelo entusiasmo e não pôs na conta o sacrifício que uma competição européia traz ao clube. Mesmo com vários bons jovens, o Empoli neste ano é muito irregular. A chegada do técnico Alberto Malesani parece ter dado fôlego ao time e nomes como Raggi, Marzoratti, Buscé e Giovinco ainda podem render mais. É do crescimento dessas promessas que depende a temporada dos toscanos.

Fiorentina
Destaque: Adrián Mutu (atacante)
Ponto forte: ataque
Precisa melhorar: Pazzini (atacante)
Tendência: vaga na Copa Uefa ou LC

A Fiorentina não mostrou ainda o que se espera de um time com tanto talento. A vaga na Liga dos Campeões ainda está ao alcance dos toscanos, mas só virá se a defesa parar de tomar tantos gols e se rivais pela vaga (como Milan e Lazio) não melhorarem. A morte da mulher do técnico Prandelli afetou de verdade o elenco, muito ligado a ele. O romeno Mutu está em grande fase, mas além da defesa, os ‘viola’ precisam que o centroavante Pazzini venha a ser o matador que todos esperam.

Genoa
Destaque: Borriello (atacante)
Ponto forte: entrosamento
Precisa melhorar: ataque
Tendência: permanência na Série A

O primeiro ano após voltar da Série B é sempre duro e talvez o Genoa achasse que fosse ter mais facilidade. Leon e Borriello estão jogando muito bem, mas a média de gols do ataque é de menos de um tento por partida – mesmo jogando num 3-4-3. O time tem dificuldade de manter a posse de bola e sofre muito jogadas pelas laterais. Di Vaio ainda está devendo, assim como Lucho Figueroa.

Juventus
Destaque: Trezeguet (atacante)
Ponto forte: ataque
Precisa melhorar: profundidade do elenco
Tendência: lutar pelo título

Sem Europa, a Juve tem a melhor temporada para poder se readaptar à Série A. O elenco juventino ainda está se refazendo e se percebe: com as lesões dos titulares Grygera e Jorge Andrade, o técnico Ranieri teve de rebolar para manter a defesa em pé. Por outro lado, o ataque é devastador. Trezeguet, Iaquinta e o capitão Del Piero se revezam mas nunca deixam as redes adversárias em branco.

Inter
Destaque: Ibrahimovic (atacante)
Ponto forte: Tudo
Precisa melhorar: nada
Tendência: vencer o título

Se a Internazionale for congelada hoje, chega em junho campeã. Todos os setores estão jogando muito bem, o banco de reservas é muito sólido e até meninos da divisão de base (como Balotelli e Pelé) estão entrando e dando conta do recado. Se Roberto Mancini ainda não conseguiu fazer um omelete sem ovos, pelo menos com os ovos ele está fazendo até mais de um.

Lazio
Destaque: Pandev (meio-campista)
Ponto forte: alternativas de ataque
Precisa melhorar: não tem goleiro
Tendência: Copa Uefa, se tiver sorte

A Liga dos Campeões matou o começo de temporada da Lazio. O talento do macedônio Pandev não foi o suficiente para dar conta da maratona de jogos, Rocchi não está com o faro do ano passado e o time não tem goleiro (Ballotta é um ex-jogador e Muslera enterrou o time no jogo contra o Milan). A Lazio tem de comprar um goleiro de nível para não acabar em desastre. Além disso, tem de fazer com que Rocchi, Mauri e Ledesma voltem ao seu melhor nível. Boa surpresa é o lateral De Silvestri, uma prata-da-casa.

Livorno
Destaque: Tavano (atacante)
Ponto forte: entrosamento do elenco
Precisa melhorar: marcar mais gols
Tendência: se escapar do rebaixamento, será no grito.

Depois de um começo de torneio tenebroso, o Livorno contratou um técnico capaz de mudar mesmo as coisas: Alberto Camolese. O time melhorou e o atacante Tavano passou a ser um perigo para os adversários. Só que o setor ainda tem muito o que melhorar, com Tristán, Rossini e Bogdani passando a mandar para as redes. É candidato ao rebaixamento, mas já mostrou que tem como se safar – se quiser.

A Europa que faz mal

Nos dez jogos da quarta rodada da Série A, somente dois não tinham nenhum time envolvido em copas européias: Udinese x Reggina e Torino x Siena. Nos outros oito, um dos times vinha de uma longa semana, onde seja na Liga dos Campeões, seja na Copa Uefa, o bicho tinha pegado.

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Roma, primeiro ato

Três jogos, três vitórias, sete gols feitos, nenhum sofrido e a liderança isolada após quatro rodadas. Não, a campanha romanista até aqui não quer dizer que a Roma agora seja a favorita para vencer a Série A e que Inter e Milan sejam cartas fora do baralho. Só que é o suficiente para deixar o torcedor da Roma confiante – com razão.

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Apresentação da temporada – final

Fiorentina

Estádio: Artemio Franchi (47.300 lugares).
Técnico: Cesare Prandelli.
Estrela: Luca Toni (atacante).
Fique de olho: Potenza (defensor).
Quem chegou: Mutu (Juventus), Potenza (Mallorca – ESP), Pazienza (Udinese), Gobbi (Cagliari), Frey (Parma), Liverani (Lazio), Fantini (Torino), Maggio (Treviso), Lupatelli (Palermo), Santana (Palermo), Blasi (Juventus), Reginaldo (Treviso).
Quem saiu: Jimenez (Lazio), Bojinov (Juventus), Roccati (fim de contrato), Berti (fim de contrato), Brocchi (Milan), Fiore (Torino), Parravicini (Palermo), Fantini (Bologna), Di Loreto (Torino), Avramov (Treviso).
Pretensão: terminar na metade de cima da tabela.

Com o elenco que tem, o técnico que tem e o entrosamento de duas temporadas completas, a Fiorentina certamente poderia estar entre as candidatas ao título desta temporada. Isso se não tivesse de descontar a punição de 19 pontos entregue pela justiça em decorrência do maior escândalo da historia do futebol – o ‘Calciocaos’.

Pelo menos o clube não caiu, deve ser o que pensam os torcedores – e com razão. Um rebaixamento poderia afastar de vez os mecenas Della Valle, que sustentam o clube com um orçamento milionário.

Assim, a ‘Fiore’ fica redimensionada, mas deve ter um time excelente. Na defesa, Frey segue como referência, e um dos melhores arqueiros da Itália. À sua frente, Kroldrup e Dainelli (este, o elo fraco do setor) têm apoio dos laterais Ujfalusi e Pasqual. Se trata de uma rara combinação de boa marcação e apoio ao ataque.

Mas é na área ofensiva o maior crescimento do time. Ao juntar Santana a Jorgensen nas alas, Prandelli poderá tirar o melhor de Toni – já artilheiro na temporada passada. Alem disso, o treinador volta a trabalhar com Mutu, jogador que rendeu muito sob seu comando no Parma. Prandelli acredita que Mutu é o companheiro ideal para Toni. E ele tem razão, já que o romeno não gosta de jogar na área mas com mobilidade.

Internazionale

Estádio: Giuseppe Meazza “San Siro” (85.700 lugares).
Técnico: Roberto Mancini.
Estrela: Adriano (atacante).
Fique de olho: Gonzalez (meio-campista).
Quem chegou: Gonzalez (Palermo), Ibrahimovic (Juventus), Crespo (Chelsea – ING), Maxwell (Empoli), Maicon (Mônaco – FRA), Dacourt (Roma), Grosso (Palermo), Coco (Livorno), Choutos (Reggina), Vieira (Juventus), M.Gonzalez (Palermo).
Quem saiu: Pizarro (Roma), Favalli (Milan), Wome (Werder Brema), Verón (Estudiantes – ARG), C. Zanetti (Juventus), Pasquale (Livorno), Cesar (Corinthians – BRA).
Pretensão: disputar o título.

Nunca mais a Inter terá um campeonato tão em suas mãos. Além de ter feito as melhores contratações da Itália, os ‘nerazzurri’ tiraram a Juventus de seu caminho de ganharam uma folga considerável (em termos de campeonato italiano) em relação ao Milan. O que mais se poderia pedir?

Entre os poucos problemas que podem afligir o time estão o mau relacionamento entre Mancini e o goleiro Toldo (que já afetou a Inter na última temporada) e uma combinação anômala na zaga, onde Samuel e Córdoba – os dois melhores zagueiros – terão de se revezar e não atuar juntos, uma vez que Mancini acredita (não sem razão) que ambos precisam jogar com um zagueiro de maior estatura – nesta caso, Materazzi. Como o confuso zagueiro fez uma Copa sensacional, pode até ser que o problema esteja resolvido.

De resto, é só alegria. Com Vieira e Cambiasso na regência e Stankovic e Figo pelas alas, o meio-campo interista é fortíssimo, especialmente se combinados com um ataque quase utópico, com Crespo, Adriano e Ibrahimovic. Será que alguma coisa pode dar errado?

Pode. A Inter tem de vencer, vencer e vencer tudo e todos, o tempo todo. A vantagem interista é tamanha que a obrigação da vitória no campeonato se tornou ainda mais gigantesca – como nunca esteve. Se patinar em algum momento, a Inter terá seus efervescentes bastidores incendiando a frágil calma de Appiano Gentile. Se não ganhar nesta temporada, a Inter deve implodir.

Milan

Estádio: Giuseppe Meazza ‘San Siro’ (85.700 lugares).
Técnico: Carlo Ancelotti.
Estrela: Kaká (meio-campista).
Fique de olho: Gourcuff (meio-campista).
Quem chegou: Favalli (Inter), Brocchi (Fiorentina), Gourcuff (Rennes – FRA), Coppola (Ascoli), Borriello (Treviso), Bonera (Parma), Ricardo Oliveira (Betis – ESP).
Quem saiu: Amoroso (Corinthians – BRA), Dalla Bona (Napoli), Stam (Ajax – HOL), Rui Costa (Benfica – POR), Shevchenko (Chelsea – ING), Abbiati (Torino), Vogel (Betis – ESP).
Pretensão: disputar o título.

Para quem correu o risco de ser rebaixado (ainda que as causas estejam meio obscuras), uma temporada com chances de vencer nos três frontes até que não está má. Não chegaram os reforços esperados? Pesa, mas parece que o pior da temporada ficou para trás.

Ancelotti tem a vantagem de contar com o elenco mais entrosado, experiente e equilibrado da Série A. O que pode causar problemas é a falta de profundidade. Or exemplo: Dida não tem um reserva que lhe ponha uma sombra; Cafu está em xeque depois da Copa do Mundo e Ricardo Oliveira não é Shevchenko.

Mesmo assim, é inegável que nomes como Seedorf, Pirlo, Kaká e Nesta são capazes de propulsionar o Milan para qualquer titulo. Se o elenco se mantiver sem lesões e o brasileiro Oliveira atender às expectativas do clube, mais uma vez, o Milan é favorito para tudo. Especialmente se bater a Inter no primeiro derby, em outubro.

Palermo

Estádio: Renzo Barbera ‘La Favorita’ (37.000 lugares).
Técnico: Francesco Guidolin (novo).
Estrela: Andrea Barzagli (defensor).
Fique de olho: Cesare Bovo (defensor).
Quem chegou: Amauri (Chievo), Bresciano (Parma), Bovo (Roma), Simplicio (Parma), Pisano (Sampdoria), Fontana (Chievo), Guana (Ascoli), Parravicini (Fiorentina), Dellafiore (Treviso), Cassani (Verona), Munari (Verona), Diana (Sampdoria), Capuano (Bologna).
Quem saiu: Gonzalez (Inter), Codrea (Messina), Rinaudo (Siena), Godeas (Chievo), Makinwa (Lazio), Barone (Torino), Virga (Roma), Accardi (Sampdoria), Santana (Fiorentina), Grosso (Inter), Modesto (Reggina), Gasbarroni (Juventus), Terlizzi (Sampdoria), Bonanni (Sampdoria), Mutarelli (Lazio), Pepe (Cagliari), Lupatelli (Fiorentina).
Pretensão: vaga na Liga dos Campeões.

Com mais uma temporada regada pelo dinheiro do presidente Maurizio Zamparini, o Palermo quer entrar de vez na elite, aproveitando-se da ausência da Juventus. Time? Bem, para o título, seria uma surpresa grande, mas um Palermo freqüentando eventualmente a ponta não assustaria ninguém.

O Palermo deste ano deve ser o oposto do que se pretendia ver no ano anterior, quando o ofensivo Del Néri chegou ao Barbera. Guidolin é italianíssimo, montando um time que ataca muito mais pelas alas, joga com um mediano praticamente encostado na defesa e com uma retaguarda fechadíssima.

O resultado final é que seus times não proporcionam espetáculos, mas quando se entrosam, concedem pouquíssimas chances ao adversário. O seu maior problema será suportar a pressão de seu presidente, que quer escalar time e gosta de demitir treinadores.

Em campo, seus maiores trunfos são os campeões mundiais Zaccardo e Barzagli e os atacantes Di Michele e Amauri. O time palermitano deve ser um rival duríssimo caso parta bem no campeonato. Se entrar na pressão por resultados, pode acabar no lado errado da tabela.

Roma

Estádio: Olímpico (82.000 lugares).
Técnico: Luciano Spaletti.
Estrela: Francesco Totti (meia-atacante).
Fique de olho: Faty (defensor).
Quem chegou: Pizarro (Inter), Cassetti (Lecce), Tonetto (Sampdoria), Corvia (Ternana), Virga (Palermo), Faty (Strasburgo), Zotti (Ascoli), Martinez Vidal (Brescia).
Quem saiu: Cufrè (Mônaco – FRA), Alvarez (Messina), Mido (Tottenham – ING), Cerci (Brescia), Dacourt (Inter), Bovo (Palermo), Corvia (Siena), Galloppa (Ascoli), Kuffour (Livorno), Nonda (Blackburn Rovers – ING), Galasso (Frosinone).
Pretensão: disputar o título.

A Roma, na opinião desta coluna, é o time que melhor se reforçou neste verão europeu. Claro que a Inter fez contratações melhores, mas as da Roma foram muito mais miradas e baratas. E com o trabalho de Spaletti, é possível que o time da capital surpreenda as expectativas e feche o torneio na frente de Milan e Inter.

A defesa romanista já era boa com Chivu e Mexes, mas com as chegadas de Cassetti e Tonetto (por valores irrisórios), pode se confirmar como a melhor do país. No papel, é uma linha que marca muito bem, mas não abre mão de apoiar. E além disso, ainda tem o francês Faty, que pode jogar na zaga ou como mediano, chegando ao custo de zero euros.

No meio, o time também deu um golpe de mestre ao tirar Pizarro da Inter para fazer uma dupla ótima com De Rossi na frente da defesa. Os dois garantem uma liberdade maior para Totti e ainda asseguram criatividade. O brasileiro Mancini segue como um ponta direita e no ataque, o sérvio Vucinic deve surpreender muita gente com sua versatilidade.

A Roma é mesmo candidata ao título? Embora não tenha o ‘glamour’ de Inter e Milan, sim, é candidata. Por três motivos: primeiro, porque tem um técnico muito bom; segundo, porque se reforçou com muita inteligência, e terceiro, porque corre por fora, sem pressões. Obstáculo? A Liga dos Campeões, que pode consumir energias que farão falta na reta final.

– A escolha do Milan por Ricardo Oliveira deixou praticamente todos surpresos, mas tem a sua lógica.

– O clube manteve um perfil discreto depois do escândalo e não quis fazer contratações que levantassem suspeitas nem atenções.

– Esportivamente, Ancelotti precisava de um centroavante de área, e como perdera Ibrahimovic para a Inter, aposta no brasileiro, que terá um espaço incomum para um jogador sem renome internacional.

– Ao se desfazer de Kuffour e Nonda, Spaletti deixou claro que o primeiro decepcionou na primeira temporada e que pretende atuar só comum atacante.

– Em tempo: o empate italiano com a Lituânia em seu primeiro jogo oficial não confortou imprensa e torcida.

Tarefa inglória – Nicola Pozzi (2004)

A Itália enfrenta um problema sério. Com o desembarque dos melhores jogadores do mundo em seu campaonato, o país vê as suas maiores promessas relegadas a um segundo plano, e raramente, se desenvolverem. Apesar da Itália ter sido campeã européia Sub-21 em cinco das últimas sete edições, não consegue conquistar nenhum título com a seleção principal há 24 anos.

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