Há figuras no futebol que se firmam com um golpe de cena ou um apadrinhamento forte e vão ficando. Exemplos aqui no Brasil condizentes com isso são os ex-assistentes de Luxemburgo Osvaldo de Oliveira e PC Gusmão. Há também os ex-ídolos que assumem vagas na esteira de um passado em campo e são absolutamente incompetentes (não serei injusto de citar apenas 200, e por isso, deixo para sua imaginação). Normalmente, um grande técnico não produz assistentes brilhantes (porque é difícil combinar genialidades num mesmo lugar), exceção feita aos realmente foras-de-série como Arrigo Sacchi e Brian Clough. E aparentemente, José Mourinho. Andre Vilas Boas, sua cria, agora no comando do Porto, faz uma temporada estupenda.

Ler mais