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Mediocridade atleticana estava óbvia para quem quisesse ver

Quando o Atlético-MG venceu a Libertadores, numa dos maiores seqüências de sorte da história da competição, minha impressão era a óbvia – era um time medíocre. “Você está louco! É um baita time”, ouvi da maioria esmagadora de amigos e colegas. A derrota no Marrocos não é nenhuma zebra. O Galo é simplesmente um time medíocre, que teve a sorte de times ainda mais medíocres atravessarem seu caminho na competição sulamericana que venceu neste ano. Para a assessoria de imprensa que apostava num grande papel dos mineiros na África, ficou a enésima prova de incompetência. O Galo consegue ser quase tão incompetente quanto a mídia esportiva que o analisa.

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Melancolia atleticana

O Atlético MG é um clube tradicional. Junto ao primeiro título de Campeão Brasileiro da primeira edição do torneio, há o atual título da Taça Libertadores em seu hall de conquistas mais importantes. O alvinegro acabou derrotado de forma melancólica na última quarta-feira, na semifinal do Mundial de Clubes FIFA, no Marrocos.

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Galo campeão da Libertadores 2013!

E o Atlético MG acabou campeão da Libertadores 2013! Dizer que o clube alvinegro, em termos de popularidade, é algo estrondoso seria um superlativo mentiroso. Este que vos escreve mesmo, em 31 anos de vida, conhece pessoalmente apenas um atleticano; marido da prima da minha mãe (!!!). Numa dada oportunidade no segundo semestre do ano passado (pós chegada de R10 a BH), o cidadão que reside em Curitiba com a esposa, adentrou a casa da minha avó (no norte do PR) com uma camisa do Atlético.

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E agora, Galo?

Há algum tempo atrás, o editor desde blog, falou sobre a dificuldade de se jogar a Libertadores, torneio onde a disparidade técnica dos times que a disputa, não é exatamente o maior entrave. A logística (altitude/translado) as vezes pode ser um problema maior do que a capacidade técnica do time que se enfrentará; além da sorte na definição dos confrontos de mata-mata. Jogar contra um Santa Fé da vida é menos pior do que enfrentar um time argentino em Buenos Aires.

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Pistas sobre a futura elite do futebol brasileiro

Abaixo, uma tabela que mostra quantos pontos os clubes brasileiros fizeram no Brasileirão, seguindo uma pontuação bastante lógica (creio eu): O primeiro colocado faz 20 pontos, o segundo 19 e assim por diante. Nos anos em que houve mais de 20 clubes, o mínimo para cada um foi de um ponto. Sugestões sobre como aprimorar o sistema de avaliação são bem-vindas. 

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Derrota antecipada

No ano passado, publiquei um post nesse blog chamado “Em defesa do Galo”. Nenhum outro post teve tantas críticas e demonstração de hipóxia cerebral quanto aquele. No post, eu defendia que o Galo merecia aplausos pela campanha, mas que não venceria o Brasileiro e que se demitisse Celso Roth, daria um tiro no pé. Muitos xingos e discussões depois, que falem os fatos.

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Tanto barulho por…nada?

Vê-se quando um time (e sua torcida) estão desesperados quando eles começam a surtar em cima de acontecimentos nem tão promissores. Por exemplo, como é que um torcedor atleticano, que considera seu time um dos grandes fo futebol brasileiro, pode admitir (ou acompanhar) o obaoba da imprensa porque o Galo goleia o Villa Nova (certamente sempre haverá um asno qualquer para apontar o Villa Nova como “um dos grandes de Minas Gerais) num jogo-treino?

O jejum de glórias do Galo certamente não é fácil de suplantar, mas desserviço de criar factóides – que é fortemente fomentado pela imprensa mineira, de longe a menos profissional entre as dos quatro maiores estados, futebolisticamente falando – não dá a torcida a real dimensão da questão.

No ano passado, quando escrevi aqui que o Galo não seria campeão, uma série de moluscos me escreveu me xingando de todos os nomes. Como o Atlético de fato não ganhou, nenhum deles escreveu para se desculpar – mas teriam escrito mil outros e-mails para me xingar caso eu tivesse errado no diagnósticos. Estes celerados e outros torcedores inocentes podem acreditar que o começo “arrasador” do Galo (sempre reiterando que se trata de uma vitória num jogo-treino) é sinal do limiar de uma nova era capitaneada por Vanderlei Luxemburgo. Não é.  Nos seus últimos clubes, esse tipo de “arranque” sempre aconteceu, mas depois não deu em nada. Luxa é um bom técnico (quando quer trabalhar sério) e o Galo tem uma boa base, mas entre isso e a recuperação de um lugar entre os maiores do país ainda vai um chão. Quem quiser entender a mensagem, que o faça.

Cabeça quente não ajuda

A declaração de Alexandre Kalil dizendo que o Galo jogou um ano no lixo por causa das últimas derrotas é sintoma do perigo que eu mais temia para o Atlético. Graças ao frenesi desmedido de uma imprensa amadora e provinciana  – e também pela falta de sobriedade da própria diretoria – o Atlético corre o risco de sim, desperdiçar um ano sensacional por causa de falta de neurônios.

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