Tag: Arrigo Sacchi (Page 1 of 2)

Atacante que parte do meio-campo...a Juve com Aguero

Juve escolherá entre marca ou funcionalidade

O noticiário da semana no mercado italiano gira em torno da Juventus. O clube está nos momentos finais de concluir a contratação de um superstar do futebol espanhol,  o excelente Sergio Agüero, para acompanhar Quagliarella no ataque do time. Contudo, a escolha pelo argentino, se ocorrer, será mais uma tentativa de reaver prestígio do que uma aposta funcional no 4-2-4 com o qual Antonio Conte planeja reerguer o time. O que fazer? 

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Em jogo, a esperança

Hoje é o dia mais esperado do futebol no ano. Sim, pode ser que não dê um grande jogo, mas é neste sábado que se concretiza a final que o imaginário do torcedor de futebol do mundo trabalhou secretamente ao longo da temporada. Quando Messi e Rooney se olharem em campo neste sábado, o compromisso de ambos será maior do que a obrigação de vencer um título. Barcelona e Manchester estão comprometidos com a história. Uma final de Liga dos Campeões é sempre importante, mas essa é mais. Isso se dá pelo fato de que os dois times que chegaram à última partida são inatacáveis. Quem gosta de futebol vistoso, está exultando; quem gosta de tática, está exultando; quem gosta de jogadas de efeito, idem, assim como quem quer ver determinação, jogo coletivo e o raríssimo momento que é o encontro do talento com a aplicação e colaboração. Espera-se do jogo de Wembley a mais pura essência do futebol, como em raríssimas partidas pudemos ver na história.

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Vilas Boas e um Porto fora do comum

Há figuras no futebol que se firmam com um golpe de cena ou um apadrinhamento forte e vão ficando. Exemplos aqui no Brasil condizentes com isso são os ex-assistentes de Luxemburgo Osvaldo de Oliveira e PC Gusmão. Há também os ex-ídolos que assumem vagas na esteira de um passado em campo e são absolutamente incompetentes (não serei injusto de citar apenas 200, e por isso, deixo para sua imaginação). Normalmente, um grande técnico não produz assistentes brilhantes (porque é difícil combinar genialidades num mesmo lugar), exceção feita aos realmente foras-de-série como Arrigo Sacchi e Brian Clough. E aparentemente, José Mourinho. Andre Vilas Boas, sua cria, agora no comando do Porto, faz uma temporada estupenda.

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Rápidos comentários sobre a rodada da Série A

Além da escorregada da Udinese para fora da zona costumeira de qualificação da LC, nenhuma surpresa. Inter e MIlan fizeram o que se esperava, assim como Lazio, Roma e Napoli. Na vitória da Roma, talvez esteja um indiciativo de descendente da Udinese, algo que seria pertinente à forma física e mais do que aceitável diante do campeonato impressionante até aqui. E soam os alarmes para Parma e Sampdoria.

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O melhor

Depois de semanas escutando que Iniesta seria o vencedor da Bola de Ouro da Fifa (o que seria uma injustiça até com Xavi), a vitória de Messi vem como uma boa nova. Messi é o melhor jogador do mundo e um dos maiores de todos os tempos. Sua precocidade faz pensar que ele possa entrar num seleto grupo de Pelé, Maradona e Cruyff, caso não se deixe seduzir por bares, noitadas e desleixo, como ocorreu com Ronaldinho Gaúcho ou pelo ego, como ocorreu com Cristiano Ronaldo. Sua premiação é justa na escolha de quem é de fato o melhor jogador do mundo, mas injusta na avaliação da temporada passada, na qual Wesley Sneijder só não atingiu a perfeição porque perdeu uma final duríssima para uma SuperEspanha. O holandês é um craque e o melhor jogador da Itália na última temporada. Carregou a Inter para sua tríplice coroa. Contudo, mesmo em seu melhor momento, é um excelente, magistral jogador – como Kaká – mas ainda a uma distância notável de Messi.

Me lembro consideravelmente de Diego Maradona, tendo acompanhado boa parte de sua carreira (sem piadinhas aqui…). Por isso, creio que Messi será o maior jogador argentino de todos os tempos ao fim de sua jornada esportiva caso consiga vencer uma Copa do Mundo como fez Maradona. Tecnicamente, Messi não é inferior a Maradona, mas consegue produzir muitíssimo mais porque compreende melhor o futebol como jogo. Basta ver o que os dois conquistaram. Arrigo Sacchi dizia que Maradona era o jogador mais talentoso que ele já tinha visto jogar, mas que suas conquistas (dois títulos nacionais, uma copa europeia e uma Copa do Mundo) não refletiam seu talento. Messi, aos 23 anos, já conquistou um punhado de campeonatos, duas Ligas dos Campeões e não dá mostras de estar se acomodando.Tem um brilho no olhar de quem está ainda sedento e uma determinação impressionantes para quem conquistou tanto. Imaginar que ele possa levantar mais uma dezena ou duas de títulos importantes mais uma Copa do Mundo em sua carreira é mais do que plausível. Como disse Arsene Wenger, depois de ser triturado pelo Barça na LC passada, torçamos para que ele não se machuque porque seu futebol alegra até os rivais.

Não há um jogador que possa oferecer resistência a ele no cenário internacional. Neymar, tecnicamente um prodígio, já é mais marrento do que Messi com o fantástico palmarés de um Paulista e uma Copa do Brasil; Ganso já sofreu duas lesões sérias no início de sua carreira (embora seja potencialmente o jogador mais promissor de que eu me lembre); Kaká é um craque esforçadíssimo, mas além de sua atribulada situação física, não tem o talento de Messi (uma comparação plausível seria a de Matthaus com Maradona) e Cristiano Ronaldo é egocêntrico demais para superar a determinação de Messi. Estamos vendo uma lenda em campo. Aproveitemos o quanto pudermos, porque o pequeno argentino não tem nenhum limite aparente em sua trajetória.

Futebol na Itália tem medo, diz Sacchi

Artífice de um dos maiores times de todos os tempos, o MIlan de Gullit e van Basten, o ex-técnico italiano Arrigo Sacchi deu uma entrevista desancando o futebol de seu país.

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O país da pizza

A fúria com que o escândalo do ‘Calciocaos’ se abateu sobre a Itália não deixava margem para dúvidas. Os culpados iriam ser punidos. E com rigor. A sociedade estava estarrecida. As instituições estavam em xeque e o sistema parecia pronto para o choque de honestidade que se revelava necessário há tanto tempo. Tudo isso provavelmente seria verdade, caso não estivéssemos em 2006, um ano de Copa do Mundo. Ou então, se a Itália não tivesse vencido a final.

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Tática: paciência

Milão teve uma edição não muito bela de seu derby no último domingo. Há oito anos que um Inter x Milan não acabava em empate, e graças a um toque fortuito de Kaká, o tabu continuou. O jogo foi sem graça, por vezes, chato; mas certamente terá importância vital no campeonato.

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