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A nova Itália – Meio-campistas

Prandelli tem uma grande quantidade de opções no meio-campo, mas dificuldades na substituição de pontos cardeais como Pirlo. A escolha do esquema também será decisiva para saber quem deve ter mais chances. Decisivas as recuperações de De Rossi e Aquilani.

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A nova Itália – Zagueiros

Não é a safra mais empolgante de zagueiros da história italiana, mas o fragoroso fracasso sulafricano fará com que as promessas vistam as sandálias da humildade. Nem tudo está perdido. Bonucci, Ranocchia e Chiellini têm como fazer uma nova história italiana.

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A nova Itália – Laterais

Talvez a posição que dará mais trabalho para Prandelli seja a de lateral. A Itália não tem ninguém aparentemente genial em sua safra, somente com Santon podendo evoluir o suficiente para fazer jus à defse mais tradicional do mundo. Prandelli invariavelmente trabalha com quatro jogadores atrás (exceção feita ao Verona, onde Camoranesi era o externo de meio-campo). Muito trabalho o espera naquela que é a posição sem dono – dos dois lados.

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A nova Itália – Goleiros

Acabada a era Lippi, a Itália pelo menos terá uma vantagem para começar. Com a terra arrasada, não há escombros para revirar. Agora cabe estudar quais são as prováveis apostas de Cesare Prandelli e quais as chances dos jogadores na órbita da seleção italiana. Nesta primeira parte, entram os goleiros, analisados nome a nome.

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Liga dos Campeões – GRUPO A (Bayern, Juventus, Bordeaux e Maccabi Haifa)

Bayern de Munique x Juventus é um clássico europeu por natureza. Os maiores campeões de Itália e Alemanha têm times e técnicos novos e precisam de um sucesso europeu desesperadamente. A presença do Bordeaux do perigosíssimo Gourcuff é o fator de instabilidade, podendo refazer a hierarquia na chave. Seis jogos imperdíveis. Caso o Maccabi Haifa tire um coelho da cartola e complique a vida de alguém, a coisa fica ainda melhor.

Liga dos Campeões – GRUPO B (Man Utd, Wolfsburg, CSKA e Besiktas)

Campeão Alemão e Campeão Inglês, num embate de estilos parecidos. Futebol muito ofensivo, técnico, com meias leves e hábeis; o Man Utd exploca mais as extremas, com Nani, Giggs e Valencia aguardando as inserções de Rooney e Berbatov, enquanto o Wolfsburg prefere o centro do campo com Misimovic usando Dzeko como referência. O CSKA de Zico, caso perca Vagner Love e não contrate um centroavante, está morto e enterrado. O Besiktas é franco atirador,

Liga dos Campeões – GRUPO C (MIlan, Real Madrid, Marseille e Zurique)

Um grupo de embates épicos. Três times que já venceram finais de LC (não disse campeões!). Sem dúvida, o retorno de Kaká a San Siro nas vestes de adversários será um espetáculo histórico, bem menos a ida de Huntelaar a Madri. Teste de fogo para Leonardo mostrar se tem garrafas para vender. Imagino um Olympique bastante incômodo, especialmente como visitante e será o fiel da balança. O Zurique pode festejar receber três titãs europeus em casa.

Liga dos Campeões – GRUPO D (Chelsea, Porto, Atletico Madrid e Apoel Nicosia)

Dois ex-clubes de José Mourinho e um embate entre muitos portugueses com seu ex-time (cinco, para ser preciso). O Chelsea de Ancelotti é favoritíssimo, mas o Porto não deve ser subestimado, especialmente de Hulk recobrar sua melhor forma. Ao contrário da volta de Kaká a Milão, o retorno de Ricardo Quaresma à Cidade do Porto não deve causar comoção. Incógnita Atletico Madrid que não tem um timaço mas tem um certo Sergio Agüero, capaz de definir um jogo sozinho e um Forlán implacável. O Apoel? Bem, é a zebríssima. Mas no ano passado, não custa lembrar que o também cirpiota Anorthosis também era e vendeu caro sua eliminação.

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