Num final de semana de futebol medíocre, sofrível, pelo Brasil, a troca de líder e a segunda demissão seguida da Dorival Júnior merecem observação. Contudo, não pelas razões mais óbvias que gerariam curiosidade em o campeonato trocar de dono na ponta nem na demissão de um técnico até outro dia promissor. O erro em avaliar as próprias limitrações é que está em jogo.

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