Nestes anos de abalos sísmicos gigantescos no mundo das finanças, o futebol não passa incólume. Dois anos atrás vimos a Fiorentina agonizar e afundar, vitimada por uma gerência ruinosa de seu dono; assistimos diversos clubes pequenos da Europa (como o Airdreonians, o Lommel e o Molenbeek) desaparecerem do mapa futebolístico (ou quase), e até poucas semanas atrás, sentíamos estarrecidos as notícias que davam conta da gravidade da situação do Leeds, na Inglaterra, não somente pela presença de Roque Júnior em sua defesa, mas também pela dívida assustadora contraída nos anos insanos do ‘boom’ do esporte.

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