“Ele é visivelmente um craque, mas não consegue mais jogar profissionalmente nem com jogadores muito menos técnicos que ele”. A frase é de 2009, de um colega jornalista uzbeque, sobre Rivaldo. Dois anos depois, Rivaldo joga num clube “diferenciado” do “melhor futebol do mundo”. Muito menos decisivo do que quer se supor, o ex-craque transformou-se num gerador de crises dentro de um clube em eterna crise.

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