Tag: Adrian Mutu

Preview da temporada: Cesena

Investimento: € 500 mil.
Reforços: O romeno-problema Adrian Mutu, o zagueiro Comotto e o brasileiro Eder (Brescia).

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Mutu em maus lençois

Depois de ser condenado a pagar uma bolada para o Chelsea (cerca de R$37 milhões), por ter rompido contrato com o clube, o atacante romeno Adrian Mutu segue na sua fase de zica profunda.

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Patoschi x Turbomario

Esqueça Kaká, Ronaldo e Seedorf. Esqueça também Ibrahimovic, Vieira e Cambiasso. Estes são os craques do passado. Milão agora está numa fase tão de renovação que a nova discussão já é para ver quem é o novo Pato. Tudo bem, é um exagero – mas não muito. A chegada explosiva do brasileiro ao Milan fez a imprensa italiana começar a debater qual dos dois lados da cidade tem o craque mais promissor.

Claro, a estréia de Alexandre Pato pelo Milan, fazendo um golaço contra o Napoli, é que começou a “disputa”. O ‘velho’ Pato, que completou 18 anos em setembro, é o símbolo do que o Milan não tem: uma divisão de base capaz de revelar craques. E um jogador tão novo num elenco cuja idade média beira os 30 anos caiu como uma luva para o clube.

Daí, a imprensa passou a dar atenção à ‘resposta’ interista a Pato. Mario “Turbomario” Balotelli ainda não tem 18 anos (faz aniversário em agosto). Filho de imigrantes ganeses e criado por uma família italiana, Balotelli estreou na Lumezzane em 2006 (então na terceira divisão, hoje na quarta) com 15 anos (um recorde), graças a uma autorização da federação. No mesmo ano, já foi levado à Inter por olheiros e em dezembro passado, estreou no time principal, contra o Cagliari. Duas ‘doppiettas’ contra Reggina e Juventus (pela Copa Itália) mostraram que o italianinho não estava para brincadeiras e o credenciaram como uma resposta à altura de Pato.

E eis que o Milan respondeu à resposta da Inter. Alberto Paloschi estreou pela Copa Itália e fez um gol na derrota para o Catania. Em fevereiro (já com 18 anos), estreou na Série A contra o Siena fazendo o gol decisivo na vitória sobre o Siena. Depois de o Milan vencer a Fiorentina com gol de Pato e o Siena com gol de Paloschi, o narrador Gianni Cerquetti, da RAI, cravou: “o Milan ganhou os últimos seis pontos graças a Patoschi”. Corrigido por um colega, o narrador reafirmou: “Não, Paloschi, não. Patoschi, a dupla”.

Na prática, o raro fenômeno de uma competição de promessas entre Inter e Milan ainda não tem uma conseqüência. Contudo, a empolgação das duas diretorias com as estréias de sucesso de jogadores tão novos podem estimular um maior investimento nas divisões de base dos clubes, especialmente o Milan, que ‘aposentou’ a divisão de base e raramente revela alguém, como atestou o capitão Maldini. “No Milan, a divisão de base foi esquecida”.

Quem é melhor? Bom, é até piada tentar dizer isso com jogadores que ainda mal completaram 18 anos. Pato é visivelmente mais experiente e aparentemente com mais lampejos geniais que os outros dois. Mas ‘Turbomario’ também impressionou, especialmente pelos dois gols sobre a Juventus. E Paloschi dá todos os sinais de um jogador à la Inzaghi, que não tem lances maravilhosos tecnicamente, mas tem um faro de gol notável.

Bem, todo este entusiasmo, devemos dizer, se dá depois de os três juntos terem menos de 30 partidas profissionais. Pato e Paloschi – aparentemente – têm um ambiente seguro para crescer, protegidos por craques experientes e um ambiente familiar e num elenco que carece de atacantes. Na Inter, Balotelli tem rivais pela posição (como Ibrahimovic e Crespo) e um ambiente mais instável. Talento, há. Se há suporte para tanto, o tempo dirá.

Perdeu, tomou!

Depois de quatro vitórias seguidas, a Fiorentina tinha uma sequência de dois jogos que nem soava assim tão mortal: Milan em casa e Atalanta em Bérgamo. Mas graças a um Pato em estado de graça e uma Atalanta azeitada e muito determinada, o clube toscano deve entrar na 23ª rodada na quarta posição, caso o Milan vença o Livorno. Por causa disso, toda a admiração que se tinha pela Fiorentina no começo do campeonato está indo por água abaixo e já há na Itália quem diga que o time é medíocre? Injustiça?

Sim, é injusto sim. É verdade que a Fiorentina contrata bastante e tem muitos jogadores que podem explodir nos próximos anos (Lupoli, Kuzmanovic, Montolivo, Osvaldo, Vanden Borre), mas tirando Adrian Mutu, a Fiorentina não tem jogadores que sejam craques, como um Kaká no Milan ou um Ibrahimovic na Inter. E isso faz a diferença. Por exemplo: no jogo contra o Milan, a Fiorentina não merecia a derrota e manteve o Milan controlado. Só que na hora de decidir, o Milan tinha Kaká e Pato e a Fiore não.

Além disso, apesar do time de Cesare Prandelli dar suas patinadas, o técnico está maturando quase todo um time de jovens promessas (como as citadas acima). Algumas delas, como o atacante Pazzini, já têm condições de enfrentar a Série A com todos os méritos.

As críticas excessivas fizeram o diretor de futebol do clube, Pantaleo Corvino, partir para o ataque: “Estamos colados na zona de classificação para a Liga dos Campeões contra clubes que têm uma vantagem imensa. Colocar tudo abaixo depois de dois resultados negativos não é um sinal de crescimento. Se alguém quer descer o pau, que desça em mim”, disse Corvino à Gazzetta Dello Sport.

– A Fiorentina já dá como certa a partida de Ujfalusi em junho, destino Liverpool.

– A renovação de contrato de Ronaldo com o Milan depende do departamento médico do clube. Inzaghi, Pato e Paloschi estão confirmados para 2008, enquanto Gilardino depende da permanência ou não do brasileiro.

– Esta é a Seleção Trivela para a 21a rodada da Série A:

– Buffon (Juventus); Diana (Torino), Siviglia (Lazio), Modesto (Reggina); Mancini (Roma), Delvecchio (Sampdoria), Cambiasso (Inter), Seedorf (Milan); Di Michele (Torino), Pazzini (Fiorentina) e Muslimovic (Atalanta)

Apresentação da temporada – Parte III

FIORENTINA

Nome do Clube:Associazione Calcio Florentia Viola e Fiorentina.
Estádio: Artemio Franchi (47.232 pessoas).
Principal jogador: Adrian Mutu (atacante).
Fique de olho: Zdravko Kuzmanovic (meia-atacante).
Competição continental que disputa: Copa Uefa
Contratações: Jan Hable (volante, Hradec – TCH), Vanden Borre (defensor, Anderlecht – BEL), Balzaretti (defensor, Juventus), Mazuch (meio-campista, Brno – TCH), Semioli (meio-campista, Chievo), Lupoli (atacante, Arsenal – ING), Matavz (atacante, Nova Gorica – ESL), Vieri (atacante, Atalanta).
Quem saiu: Brivio (defensor, Atalanta), Toni (Bayern de Munique – ALE), Pettinari (meio-campista, Reggina), Reginaldo (atacante, Parma), Blasi (meio-campista, Juventus).
Técnico: Cesare Prandelli.
Objetivo na temporada: vaga na Liga dos Campeões.

Com um time engrenado e que contrata a 3 x 4, a Fiorentina só não sai direto pela luta pelo título por causa da forte concorrência. Isso à parte, é de se esperar do time ‘viola’ que não só ocupe as colocações de ponta como também jogue um futebol de qualidade, com a marcação aliada à técnica.

Cesare Prandelli, um dos melhores treinadores italianos em circulação, parte para a temporada com uma defesa muito segura, comandada pelo ótimo Frey no gol e pela zaga Dainelli-Gamberini. O técnico usa o tcecho Ujfalusi pela direita dando liberdade a Pasqual para avançar pela esquerda. Nesse caso, a defesa fica com três homens mas não perde eficiência.

No meio, Prandelli mantém um volante de contenção, mas o segundo homem normalmente é mais habilidoso. A sacada é possível porque o time joga só com Pazzini na área e cinco meio-campistas. Donadel é o volante fixo, atrás de Montolivo e Mutu, com Santana e Semioli pelas laterais.

“Então quer dizer que a Fiorentina não pode lutar pelo título?”. Pode sim, claro. Só que ainda tem um elenco abaixo do ‘primeiro time’ italiano. Com uma seqüência sem contusões e sem atropelos na Uefa, não será milagre vermos o time ‘viola’ novamente brigando pela ponta.

EMPOLI

Nome do Clube: Empoli Football Club SpA
Estádio: Carlo Castellani (19.847 pessoas).
Principal jogador: Antonio Buscé (meio-campista).
Fique de olho: Sebastian Giovinco (atacante).
Competição continental que disputa: Copa Uefa.
Contratações: Piccolo (defensor, Juventus), Abate (meio-campista, Modena), Marchisio (meio-campista, Juventus), Antonini (meio-campista, Siena), Giacomazzi (meio-campista, Lecce), Giovinco (atacante, Juve), Volpato (atacante, Arezzo).
Quem saiu: Lucchini (defensor, Sampdoria), Almiron (meio-campista, Juventus), Matteini (atacante, Palermo), Ficini (meio-campista).
Técnico: Luigi Cagni.
Objetivo na temporada: ficar na metade de cima da tabela.

Não há nenhum time italiano que tenha feito uma campanha mais impressionante do que o Empoli. O pequeno time toscano teve longos períodos sem perder e sem nenhum jogador de relevo, conseguiu apresentar um jogo coletivo muito eficiente – além de quase todo italiano. Agora, sem Almirón, Lucchini e Matteini, precisa repetir a dose com um complicador: a Copa Uefa, que pela primeira vez terá jogos no Carlo Castellani.

O Empoli se baseia num time de forte marcação e contra-ataque. Além da sólida defesa Raggi-Adani-Marzoratti-Tosto, toda ela experiente e firme, o time se vale de dois volantes que fazem um ferrolho à frente da defesa. Almirón, Luigi Cagni deve usar Marianini e Marchisio . A dúvida está em saber se Marchisio – mais meia do que Almirón – estará apto para o jogo cavocado do Empoli. Os armadores, Buscé, Giacomazzi e Vannucchi se revezam entre armação e ataque, para apoiar Saudati ou Pozzi.

O problema que o Empoli terá na temporada é gerenciar suas forças para a Série A juntamente com a Copa Uefa. Times pequenos que jogam em competições européias acabam se fatigando por terem elenco curto – o que faz com que eles corram risco também nas zonas de rebaixamento domésticas.

ATALANTA

Nome do Clube: Atalanta Bergamasca Calcio SpA
Estádio: Atleti Azzurri D’Italia (26.638 pessoas).
Principal jogador: Cristiano Doni (meio-campista).
Fique de olho: Pablo Osvaldo (atacante).
Competição continental que disputa: nenhuma
Contratações: Forsyth (goleiro, Alianza Lima – PER), Coppola (goleiro, Piacenza), De Ascentis (meio-campista, Torino), Lazzari (meio-campista, Piacenza), Guarente (meio-campista, Verona), Padoin (defensor/volante, Vicenza), Muslimovic (atacante, Parma), Osvaldo (atacante, Lecce), Langella (atacante, Cagliari), Floccari (atacante, Messina).
Quem saiu: Calderoni (goleiro, Treviso), Brivio (defensor, Vicenza), Loria (defensor, Siena), Conteh (defensor, AlbinoLeffe), Ariatti (meio-campista, Lecce), Migliaccio (meio-campista, Palermo), Donati (meio-campista, Celtic – ESC), Ventola (atacante, Torino), Vieri (atacante, Fiorentina.), Bombardini (atacante, Bologna).
Técnico: Luigi Del Neri.
Objetivo na temporada: Evitar o rebaixamento.

Mais uma vez a Atalanta parte para uma Série A confiando nos recursos que tira de seu maior trunfo: a melhor divisão de base da Europa. Sem o ótimo técnico Stefano Colantuono (que foi para o Palermo), os bergamascos levaram outro ótimo nome para a Lombardia, Luigi Del Neri, que quer se recobrar de experiências ruins – incluindo o rebaixamento de seu Chievo.

Del Neri é um pregador de um futebol muito fluido e ofensivo, usando bastante as descidas dos alas, aplicando a linha de impedimento e a impostação de uma defesa mais estática. Em compensação, nenhum dos meio-campistas é exatamente um volante, porque a marcação fica dividida entre todo mundo. O brasileiro Adriano, por exemplo, chega muito à linha de fundo, assim como Langella, já que os laterais Rivalta e Bellini seguram a onda na retaguarda.

Não se sabe direito como Cristiano Doni, o astro atalantino, fica no clube. O seu começo de temporada foi conturbado por causa de uma renovação de contrato e ninguém se surpreenderia em vê-lo deixando Bérgamo. Com ele, Del Neri postaria um atacante (Zampagna) na área; sem ele, o técnico usaria seu amado 4-4-2.

SAMPDORIA

Nome do Clube: Unione Calcio Sampdoria SpA.
Estádio: Luigi Ferraris “Marassi”(41.917 pessoas).
Principal jogador: Vincenzo Montella (atacante).
Fique de olho: Vladimir Koman (meio-campista).
Competição continental que disputa: Copa Uefa.
Contratações: Mirante (goleiro, Juventus), Lucchini (defensor, Empoli), Campagnaro (defensor, Piacenza), Gastaldello (defensor, Siena), Poli (meio-campista, Treviso), Eramo (meio-campista, Bari), Sammarco (meio-campista, Chievo), Bonanni (meio-campista, Ascoli), Bellucci (atacante, Bologna), Caracciolo (atacante, Palermo), Montella (atacante, Fulham – ING), Kalu (atacante, Chiasso – SUI).
Quem saiu: Falcone (defensor, Parma), Terlizzi (defensor, Catania), Parola (meio-campista, Cagliari), Olivera (meio-campista, Juventus), Soddimo (meio-campista, Cremonese), Quagliarella (atacante, Udinese), Bazzani (atacante, Brescia), Romeo (atacante, Legnano).
Técnico: Walter Mazzarri.
Objetivo na temporada: vaga na Copa Uefa.

Estavelmente colocada entre as equipes medianas da Série A, a Sampdoria quer agora começar a se atrever entre os clubes que tentam vaga na Liga dos Campeões. Com um projeto que privilegia jogadores italianos, para tanto, a Samp levou para Genova o treinador Walter Mazzarri, que salvou a Reggina com ‘Calciocaos’ e tudo.

Do provável time titular de Mazzarri, somente o ala suíço Ziegler é que não é italiano. Mazzarri deve usar o mesmo esquema que usava na Reggina, com uma defesa a três (Lucchini, Sala e Accardi ou Zenoni), Maggio e Ziegler pelas alas e Palombo e Volpi na armação. O ataque terá praticamente um trio ofensivo, com Montella e Bellucci (ou Cassano, se ele for contratado) atrás do centroavante Caracciolo, que precisa confirmar que é mais do que uma promessa.

Sem Quagliarella (comprado pela Udinese), a Sampdoria deve ter opções suficientes no ataque para não lamentar a saída do atacante-sensação da Itália. Mesmo com vários jogadores de qualidade (Delvecchio, Volpi, Palombo, Pieri), falta à Samp o homem que decide sozinho. Caso chegasse Cassano – e ele estivesse com menos de 200 kg – talvez o problema estivesse resolvido.

UDINESE

Nome do Clube: Udinese Calcio SpA.
Estádio: Friuli (41.652 pessoas).
Principal jogador: Fabio Quagliarella (atacante).
Fique de olho: Mauricio Isla (meio-campista).
Competição continental que disputa: nenhuma.
Contratações: Chimenti (goleiro, Cagliari), Handanovic (goleiro, Rimini), Micolucci (defensor, Bari), Ferronetti (defensor, Parma), Mesto (meio-campista, Reggina), Boudianski (meio-campista, Ascoli), Inler (meio-campista, Zurique – SUI), Candreva (meio-campista, Ternana), Floro Flores (atacante, Arezzo), Quagliarella (atacante, Sampdoria), Pepe (atacante, Cagliari), Sforzini (atacante, Modena), Goitom (atacante, Murcia – ESP)
Quem saiu: De Sanctis (goleiro, Siviglia), Natali (defensor, Torino), Muntari (meio-campista, Portsmouth – ING), e Paolucci (meio-campista, Prato), Montiel (meio-campista, Reggina), D. Zenoni (meio-campista, Parma), Barreto (atacante, Treviso), Iaquinta (atacante, Juventus), Buonocunto (atacante, Prato).
Técnico: Pasquale Marino.
Objetivo na temporada: vaga na Copa Uefa.

A vocação de entreposto de jogadores não foi esquecida nesta temporada pela Udinese, clube que mesmo com um porte modesto, consegue se manter na parte de cima da tabela da Série A há alguns anos. Nesta temporada, com técnico novo, o grande trunfo da Udinese é Quagliarella, o atacante que foi surrupiado da Sampdoria por €10 milhões. O clube perdeu nomes importantes, como De Sanctis, Muntari, Iaquinta e Damiano Zenoni. Mas além de Quagliarella, fez um mercado de verão importante e tem tudo para um campeonato respeitável.

Marino, dada a abundância de avantes, deve usar um 4-3-3 com dois pontas abertos. Di Natale e Quagliarella ocupariam as laterais e Floro Flores ficaria mais fixo. O esquema dependerá muito da capacidade de armação dos volantes (Pinzi, De Martino, D’Agostino, Sivok). Teoricamente todos eles têm condição de fazer esse papel, mas num esquema volátil como o 4-3-3, qualquer previsão fica arriscada.

O bósnio Handanovic tem a ingrata missão de substituir De Sanctis. Na sua frente, uma boa linha defensiva (Mesto-Coda (ou Zapotocny)-Zapata-Felipe) levanta boas perspectivas. Se há uma dúvida, é em relação a como o técnico Marino, que chega à Udine vindo do Catania, se comportará num clube maior. Tradução: para se dar bem, Marino tem de chegar falando grosso.

Boato.com

Ronaldinho Gaúcho no Milan; Frank Lampard na Juventus; Pepe na Fiorentina (ou na Inter); Morgan De Sanctis na Lazio; Didier Drogba no Milan; Giuseppe Rossi no Parma; Cicinho na Roma; Samuel Eto’o e/ou Alexandre Pato na Inter ou no Milan…ou em qualquer outro clube. E Fernando Torres em todos ao mesmo tempo. A expectativa de um mercado mais intenso na Itália está fazendo com que jornalistas desocupados e agentes de jogadores mais serelepes estejam fazendo com que os jornais se transformem em um amontoado de ‘diz-que-me-diz’.

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Cheiro de transferência

No futebol, muito raramente uma transferência acontece “de repente”. Vários sinais vão sendo dados nos meses antecedentes. Isso para não falar quando alguns jornalistas não conseguem “furos” de reportagem dados diretamente de fontes seguras como o…empresário do jogador. Aí, então é uma festa da uva. Ninguém sabe onde começa a verdade nem onde termina a mentira. Ou o contrário…

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Duelo de titãs

Não, caro leitor. O título da coluna desta semana poderia mesmo falar sobre a árdua batalha entre Juventus e Milan, que terminaram o primeiro turno separados por dois pontos. Contudo, o duelo de titãs não é no gramado, e sim no mundo da TV. A Itália promete uma briga virulenta nos próximos meses pelos espectadores de futebol, e os titãs em questão são as megapoderosas Sky, de Rupert Murdoch, e a Mediaset, da família Berlusconi.

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