Tag: 2009/2010 (Page 1 of 3)

Internazionale

Tricampeã (mais o título do tapetão), a Inter não tem ninguém no retrovisor. Ao time que já era francamente superior, agregou a experiência de Lúcio e Eto’o e a agudeza de Diego Milito. É um time que não empolga no campo, mas na Itália, não tem adversários. É preciso ver agora como Mourinho se comportará caso não consiga avançar na Liga dos Campeões – verdadeiro objetivo interista.

(4-3-1-2) Julio Cesar; Maicon, Samuel (Lucio), Chivu e Santon; J Zanetti, Muntari, Thiago Motta; Stankovic; Eto’o e Milito.

Série A – Time a Time

Coloco hoje à disposição dos seletos leitores a avaliação sobre os 20 times que disputam o italiano. Nada de muito aprofundado – só destaques e provável time titular – da liga que certamente mais se empobreceu na temporada. Ainda assim, é um campeonato com um fascínio inequívoco.

Milan

Deve ser a temporada mais difícil do Milan nos últimos anos. Tudo gira em torno de Ronaldinho Gaúcho. Se o brasileiro acordar de seu hiato de profissionalismo e jogar o que pode, o Milan luta pelo título. Se for o jogador de showbol da última temporada, a luta é por uma vaga na Copa Uefa. A dupla de ataque Huntelaar-Pato é entusiasmante e as opções no meio-campo não são ruins. Agora, na defesa, a coisa aperta. Mesmo com Nesta sem se machucar, não há laterais (Leonardo reza de joelhos pela chegada de De Silvestri). Onyewu é uma boa contratação, mas levará tempo para se adaptar. Isso para não falar na escolha de goleiro: Roma, Storari ou Abbiati. E olhe que melhorou, porque ainda tinha o Kalac.

(4-3-1-2) Abbiati (Storari); Zambrotta, Nesta, Thiago Silva e Jankulovski; Flamini (Ambrosini), Gattuso e Pirlo; Ronaldinho Gaúcho; Pato e Huntelaar (Borriello).

Juventus

Vem de um excelente mercado, onde o dinheiro ajudou a diminuir a distância para a Inter. Felipe Melo chegou para dar espaço para Diego poder jogar. Marchisio deve ser o homem de ligação entre os dois, enquanto o novo técnico Ferrara ainda redesenha seu time. No ataque, opções de sobra, mas ainda é difícil tirar a vaga de Del Piero. Amauri deve virar titular também na seleção.

(4-3-1-2) Buffon; Zebina (Cáceres), Cannavaro, Chiellini e Molinaro; Camoranesi, Felipe Melo e Marchisio; Diego; Amauri e Del Piero (Trezeguet)

Cagliari

Na última Série A, o técnico Allegri surpreendeu mantendo na divisão máxima um time sem estrelas. Nesta temporada, precisará dobrar o milagre, tendo perdido nomes importantes como Fini e Acquafresca. A chegada do campeão mundial Barone para o meio-campo é um alento e a adaptação do brasileiro Nenê, destaque no último campeonato português, dirá quais são as verdadeiras chances cagliaritanas na temporada.

(4-3-1-2) Marchetti; Pisano, Lopez, Canini e Agostini; Biondini, Conti e Barone; Cossu; Nenê e Jeda.

Bologna

Ainda frustrado pela não-venda do clube para um milionário albanês, o Bologna precisa de um início melhor para garantir a vida mais fácil nas rodadas finais. A saída do volante Volpi é uma perda, mas as contratações do goleiro Viviano e dos meiocampistas Guana e Tedesco compensam a perda. Os bolonheses serão um dos poucos – senão o único – time a jogar com três zagueiros na liga, o que marca a fase de “baixa” do futebol italiano, que tem no esquema uma de suas marcas.

(3-5-2) Viviano; Moras, Britos e Portanova; Valiani, Mudingayi, Guana, Tedesco e Bombardini; Osvaldo e Di Vaio.

Bari

Recém-promovido, o clube da Puglia deve fazer boas contratações em janeiro, quando a grana do novo dono norte-americano deve entrar de fato. Mesmo assim, com as chegadas de Almirón no meio-campo e Andreolli na defesa, o Bari já ganha bastante. O 4-4-2 tradicional de Giampiero Ventura, com Alvarez e Langella dando profundidade às jogadas pelas alas terão em Barreto e Kutuzov dois homens de velocidade no ataque. Um homem de mais presença no ataque faria bem ao elenco.

(4-4-2) Gillet; Masiello (Andreolli), Rannocchia, Bonucci e Parisi; Alvarez, Alegretti, Almirón e Langella; Kutuzov e Barreto.

Atalanta

A troca de treinador (sai Del Neri, entra Angelo Gregucci) não deve mudar o padrão atalantino. Taticamente, é a mesma coisa, com o 4-4-1-1 feito para Cristiano Doni poder comandar o time. Os alas Padoin e Adriano Ferreira Pinto dão empuxo lateral e o excelente Acquafresca deve ter uma temporada de 10-15 gols no mínimo.

(4-4-1-1) Consigli; Garics, Talamonti, Manfredini e Bellini; Adriano F., Barreto, Guarente e Padoin; Doni, Acquafresca.

Page 1 of 3

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén

Top