Mês: julho 2018

PSG: Thomas Tuchel e a incógnita

O PSG se vê em meio a disputa da seção asiática da International Champions Cup, torneio de pré-temporada que já se tornou tradicional no calendário futebolístico europeu, lembrando que também há partidas sendo disputadas nos EUA, referentes à mesma competição.

Sob comando do novo treinador, o alemão Thomas Tuchel, o PSG contabiliza exatamente duas derrotas em dois jogos na ICC 2018, para FC Bayern e Arsenal, a última ocorrida neste último sábado.

Com plantel formado por 90% de atletas da base, Tuchel viu sua equipe ser derrotada por 3×1 para os bávaros alemães, além do 5×1 vistoso imposto pelos gunners ingleses.

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Milan: Europa League com sabor de Paulistão

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Era para ser um retorno à glória, mas foi mais um ano da Turma do Didi no comando do segundo clube com  mais titulos europeus. Uma campanha de contratações milionária flopou como poucas vezes se viu na elite do futebol europeu. Neste ano, o Milan não tenta só jogar bola – precisa também desinfetar a presença do fantasma de Silvio Berlusconi. Não espere um futebol cintilante do Milan nos próximos 12 meses. Se o ícone milanista e treinador, Gennaro Gattuso, organizar um time da primeira à última rodada, por mais simples que ele seja, já estará de bom tamanho. Depois de um ano tão confuso, a vaga na Europa league tem sabor de torneio de várzea como um Paulistão requentado.

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Cautela e bom gerenciamento: a receita atalantina tem tudo para continuar funcionando

Menos de 20 mil pagantes vão ao estádio Azzurri D’Italia a cada rodada que tem a Atalanta como mandante. Ainda assim, o clube gerou mais de €80 milhões de receita em seu último ano contábil fechado (2016). Para se ter uma idéia do que isso representa, basta dizer que no primeiro ano deste século, o clube embolsava somente €17 milhões por ano. Boa gestão financeira, uma divisão de base prolífica e um setor técnico extremamente capaz colocaram os bergamascos na Europa pela segunda temporada seguida (e só não foi à LC passada por conta da deterioração da série A que resultou num “encolhimento” da quantidade de vagas de 4 para 3. Tudo indica que o clube continuará na cola da elite do futebol italiano, gostem os tradicionalistas ou não.

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Futebol italiano escoa para o esgoto enquanto contrata Cristiano Ronaldo

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Uma excelente matéria do Gentlemen Ultra da Sporte Network do Guardian fez uma feliz observação em relação ao momento do futebol italiano. A Juventus faz a contratação mais cara de sua história – o português Cristiano Ronaldo –  e a primeira de relevo para a Série A em uma década no mesmo momento em que clubes tradicionais do país anunciam suas falências, como Bari, Reggiana e Cesena. Uma lembrança me vêm à cabeça: na mítica série Game of Thrones, uma das cenas mais marcantes de Lord Varys, o eunuco lowborne que ganha relevo social graças a uma habilidade política extraordinária, descreve seu maior rival, Petyr Baelish, o Littlefinger: “Ele não teria pudores de destruir todo o reino, sem deixar pedra sobre pedra, desde que ele fosse o rei”. Qualquer semelhança com a Juventus (não) é mera coincidência.

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