Mês: julho 2014 (Page 1 of 2)

E agora, José?

A temporada 2013/2014 começou com grande festa em Stamford Bridge. O motivo foi o retorno do treinador e ídolo José Mourinho, à equipe gerida pelo magnata russo Roman Abramovich, o Chelsea Football Club. É verdade que os blues lutaram até as últimas rodadas pelo título da Premier League. Na Champions League, acabaram derrotados na semifinal pelo vice-campeão Atlético de Madrid. Num aspecto foi pouco, mas noutro teve-se o desfecho da trajetória de alguns ídolos envelhecidos.

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A vitória da vocação para a derrota

O desastre brasileiro no Mineirão já vai longe – mais de duas semanas – mas ainda é tempo de se falar dele. Na verdade, apesar da maioria das pessoas não se dar conta, o jogo dos 7 a 1 é um evento histórico que gerará documentários, dissertações, livros e outras abordagens. Raramente as testemunhas de um evento histórico se dão conta de sua relevância na mesma hora. A história se consolida somente quando se transforma em passado e pode ser vislumbrada com um certo desprendimento.

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Efeito Dunga: o horror

Enfim, a CBF oficializou o retorno de Dunga ao comando técnico da seleção. Nada mudará. O horror é algo ao qual o personagem de Marlon Brando alude em “Apocalypse Now”, clássico cinematográfico baseado na Guerra do Vietnã, dirigido por Francis Ford Coppola. O horror é o sabor indescritível do “day after” após a eliminação do Brasil, derrotado por 7×1 pela Alemanha, nas semifinais do Mundial sediado no Brasil.

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O Nationalelf de Löw: vencendo a Argentina

Na vitória por 1×0 contra a Argentina, pela final do Mundial 2014, a Alemanha mostrou ser o mesmo time que tomou sufoco no 2×2 contra Gâna, ainda na fase de grupos. E também o mesmo time que tinha dificuldade extrema em criar chances de gol contra Argélia, na partida das oitavas de final, também vencida na prorrogação. Joachim Löw teve problemas nos vestiários antes do aquecimento, com a confirmação da lesão de Sami Khedira.

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O Nationalelf de Löw: tetra-campeão

Eclodirá agora uma tendência besta e tipicamente brasileira de que tudo que vem de fora “é melhor”. Com certeza após a vitória da Alemanha sobre a Argentina, na final do Mundial 2014, “o melhor” virá da Alemanha.

A equipe de Joachim Löw precisa ser parabenizada por um projeto contínuo que vem desde o Mundial 2006, disputado em solo alemão. No conjunto e no planejamento este título não foi simples merecimento e sim, planejamento bem feito, e objetivo alcançado.

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Cretinice brasileira

Após os 7×1 sofridos pelo Brasil contra a Alemanha nas semifinais do Mundial 2014 um fenômeno interessante (e previsível) eclodiu em meio ao grande público. Seria necessária uma tese de antropologia para explicar racionalmente a “birra” que os brasileiros possuem em relação aos argentinos. Naturalmente, na outra partida das semifinais, os brasileiros torceriam para a Holanda contra a Argentina. Mas o time albiceleste venceu.

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A Argentina de Sabella

Com muitos técnicos argentinos em alta no mercado futebolístico mundial, fica difícil até para a própria seleção Argentina arrumar um. Para o ciclo que chegou até o atual Mundial, o desafio era não apenas montar um bom time, mas fazer com que Lionel Messi atuasse bem pela seleção albiceleste. Na realidade, a própria maturidade de “la pulga” falaria por si, que disputou seu primeiro Mundial em 2006, com apenas 19 anos. E isso só veio a eclodir agora no Brasil.

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11 homens (um gênio) e um destino

Pela segunda partida das semifinais do Mundial 2014, a Argentina venceu a Holanda na última quarta-feira em São Paulo (SP), nos pênaltis. Se não entrasse em campo contra os holandeses, Lionel Messi já justificaria o que se esperava dele, de forma exagerada é verdade, desde o Mundial de 2006. Isso porque Messi jogou um Mundial digno no Brasil. Como todos os grandes craques atuais, Messi passou por um “estágio probatório” de deificação exacerbada. Aconteceu com Cristiano Ronaldo e acontece com Neymar.

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