Mês: junho 2014 (Page 1 of 2)

Holanda rumo ao título – parte III: o aspecto tático (ataque)

Seguimos com o ensaio acerca da variação do 5-3-2 da Holanda 2014 de Van Gaal. Com a bola recuperada a formação 5-3-2 pode configurar um 4-3-3. Os 3 atacantes deste 4-3-3, são letais. Repito o que já escrevi sobre Robben aqui neste blog.

Arjen é um atleta de transição rápida tão eficiente/talentoso quanto Angel Di Maria, Cristiano Ronaldo ou Gareth Bale. No fim do jogo das oitavas de final do atual Mundial, vencido por 2×1 contra o México, os três homens de frente da Holanda foram Robben, Sneijder e Huntelaar.

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Holanda rumo ao título – parte II: o aspecto tático (defesa).

Desde que chegou ao Brasil para o Mundial 2014, Van Gaal refutou a condição de favorito, relegando a mesma aos espanhóis, que então integravam o mesmo grupo B. Não escondeu uma formação “feia” de um time disposto em 5-3-2. De forma similar ao Brasil, a Holanda carrega consigo um arquétipo maldito de ter que “jogar bonito”. Se o espectro que aflige o Brasil é o do time de 1970, o espectro holandês é aquele do time de 1974, mesmo derrotado na final do Mundial daquele ano.

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Holanda rumo ao título – parte I: preparados para vencer

A seleção da Holanda bateu o México neste domingo 29/06 por 2×1 de virada e no fim do segundo tempo. A cobertura da rádio CBN, pós jogo, destacou as palavras dos atletas na zona mista, as quais demonstravam uma confiança no resultado, mesmo com o placar inicialmente a favor do México; sem falsa modéstia. Isso não é arrogância. Se observado o histórico de alguns componentes da atual seleção holandesa, incluindo-se o treinador Louis Van Gaal, estes demonstram vontade de provar algo.

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Brasil nas quartas de final: vergonha na cara

Não há mais o que vislumbrar sobre o aspecto tático da seleção brasileira. Todas as deficiências foram devidamente explícitas, mais uma vez na partida entre Brasil 1×1 Chile, vencida pelos brasileiros nos pênaltis, no último sábado. Vislumbrar mais implicará em sugestões de convocações que Felipão poderia ter feito e isso é debater o sexo dos anjos.

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Luisito e a mordida

Na última terça 24/06, o Uruguai vencia a Itália por 1×0, resultado que classificava a celeste para as oitavas de final do Mundial 2014 e desclassificava os italianos. O jogo valia pela última rodada da fase de grupos do torneio. A azzurra tinha um jogador a menos (Marchisio, expulso) e os uruguaios, após gol do predestinado Godín, seguravam o jogo. Nós brasileiros estamos habituados a ouvir o termo “catimba”, sobretudo quando times do nosso país enfrentam adversários sul-americanos em disputas de Taça Libertadores.

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Classificação do Brasil – parte II: o fator Fernandinho

Na vitória do Brasil contra Camarões por 4×1, pela última rodada da fase de grupos do Mundial 2014, o time brasileiro parece ter encontrado sua melhor forma de jogar, só no segundo tempo. O técnico Felipão não parece ter todo o âmbito tático sob controle. Na estreia contra a Croácia o time se valeu do talento individual de Oscar e Neymar, dois dos jogadores que atuam em grandes clubes da Europa, tendo obrigação de protagonismo.

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Classificação do Brasil – parte I: a verdade nua e crua

O Brasil venceu Camarões por 4×1 nesta segunda-feira e conseguiu se classificar para o mata-mata do Mundial 2014. O Brasil não fez mais do que a obrigação, ao golear um adversário combalido, que perdeu suas duas primeiras partidas, já eliminado, que sofre de problemas internos entre seus jogadores e que não teve seu principal jogador lesionado (Eto’o).

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O Nationalelf de Löw: quando a coisa fica feia – parte II

O que chama a atenção na equipe alemã é a forma como o time marca a saída de bola do adversário. Atacantes e meias preenchem os espaços cercando o jogador adversário que tem a posse da bola. Volantes ou zagueiros saem no primeiro combate, para o desarme certo.

Um sistema defensivo depende de entrosamento, algo supostamente difícil de conseguir, uma vez que os jogadores das seleções não jogam frequentemente. Plasticamente as ações às vezes se assemelham à coreografia de um ballet.

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