Mês: julho 2013

As culpas evidentes e advogados insuspeitos

Acabo de ler, com surpresa, a defesa de Adalberto Batista por Juca Kfouri, via blog do Victor Birner. Surpresa porque se é evidente que Batista não é o centro do descompasso tricolor, a defesa dele, sob qualquer medida, não cai bem. Ainda que respeite o trabalho tanto do veterano Juca quanto do colega Birner, me sinto numa posição diametralmente oposta em relação ao ex-diretor de futebol do São Paulo. Juvenal morrerá sozinho no naufrágio tricolor porque os culpados menores deixarão o barco antes, exatamente como fez Batista.

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Galo campeão da Libertadores 2013!

E o Atlético MG acabou campeão da Libertadores 2013! Dizer que o clube alvinegro, em termos de popularidade, é algo estrondoso seria um superlativo mentiroso. Este que vos escreve mesmo, em 31 anos de vida, conhece pessoalmente apenas um atleticano; marido da prima da minha mãe (!!!). Numa dada oportunidade no segundo semestre do ano passado (pós chegada de R10 a BH), o cidadão que reside em Curitiba com a esposa, adentrou a casa da minha avó (no norte do PR) com uma camisa do Atlético.

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Por que o São Paulo deve cair

A derrota para um Cruzeiro meia boca levou o São Paulo à um ponto onde uma conclusão é óbvia. Não se trata de torcida, antipatia, simpatia ou previsão de futuro. O time do São Paulo que disputa o Campeonato Brasileiro é, hoje, o candidato mais forte a “grande-que-cai-nesta-temporada”. E há razões para pensar assim. Aliás, sob todos os aspectos. A mídia esportiva certamente usará a “tradição” e a “qualidade” do time para contra-argumentar, mas isso porque não existe jornalista capaz de, em julho, vaticinar a queda de um grande, mesmo que ela esteja assim desenhada, mas o argumento é tão certeiro quanto uma aposta em um cassino. A agonia tricolor será lenta e dolorosa, como foram as de Palmeiras, Corinthians e Grêmio. Somente um milagre pode impedir a consumação do fato. Milagres acontecem, mas como se sabe, são raros.

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E agora, Galo?

Há algum tempo atrás, o editor desde blog, falou sobre a dificuldade de se jogar a Libertadores, torneio onde a disparidade técnica dos times que a disputa, não é exatamente o maior entrave. A logística (altitude/translado) as vezes pode ser um problema maior do que a capacidade técnica do time que se enfrentará; além da sorte na definição dos confrontos de mata-mata. Jogar contra um Santa Fé da vida é menos pior do que enfrentar um time argentino em Buenos Aires.

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