Mês: junho 2013 (Page 1 of 2)

Felipão 3×0 Espanha! Por quê o Brasil venceu?

Resumidamente, vamos ao que aconteceu em relação ao time de Felipão:

A ser enaltecido: a “cancha” de Felipão. O miolo de zaga monstruoso formado por Thiago Silva e David Luiz, principalmente o segundo, que tirou a bola chutada cruzada por Pedro pelo lado esquerdo da defesa brasileira, no fim do primeiro tempo. Foi um momento crucial. Com 1×1 no marcador a Espanha “voltava ao jogo” no segundo tempo. Talvez o segundo gol não tivesse sido marcado por Neymar. Hulk, uma locomotiva humana correndo pelo lado direito, nas costas de Jordi Alba.

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Felipão 3×0 Espanha! Por quê a Espanha perdeu?

A seleção de Felipão venceu a Espanha contrariando os palpites de praticamente todos que acompanham futebol europeu. E Felipão, mais uma vez superou uma condição adversa de expectativas. Sua seleção tem sim um sistema defensivo coeso dotado de um goleiro experiente (Jùlio César merecidamente o melhor da competição), um miolo de zaga respeitadíssimo (T.Silva/D. Luiz) e a frente destes todos, Felipão como lhe é característico inventou uma dupla de volantes que se complementa, L. Gustavo e Paulinho, que não é Falcão, nem Toninho Cerezo, nem Ramires, mas Paulinho.

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Como o Brasil poderia vencer a Espanha?

Sob hipótese nenhuma Felipão fará aquilo que este que vos escreve vai sugerir neste post. Após a campanha do Brasil na atual Copa das Confederações, este que vos escreve, Jorge Kajuru (E. Interativo), Mario Marra (rádio CBN), Milton Neves (Band) e possivelmente o editor deste 90 Minutos, são os únicos no Brasil, que publicamente NÃO cravam a seleção de Felipão como favorita.

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Espanha na final da Copa das Confederações

A Itália de Prandelli foi capaz de propor um ferrolho, que sim, impediu o ataque espanhol de ser efetivo, na partida da semifinal da Copa das Confederações, decidida nos pênaltis. Fernando Torres, longe de ser aquele do período 2006-2008, está num momento regular.

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Congestionamento, desarme e contragolpe: a receita italiana

Quando Cesare Prandelli ouviu dos médicos da seleção italiana que Mario Balotelli estava for da competição, certamente se deu conta que perdeu um dos dois únicos jogadores capazes de conseguir definir uma partida sozinhos. Prandelli conhece futebol e já anunciou que a defesa italiana ganhará um zagueiro central a mais. Ele está certo: os italianos só têm chance para o jogo desta quinta se professarem o mantra fundamental do futebol italiano: baricentro baixo, meio-campo ocupado e contragolpe.

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O fator Felipão

Neymar anotou 3 gols em 3 partidas e Fred desencantou. Ainda assim o Brasil, como apontou Jorge Kajuru no programa o Invencível Kajuru na tv Esporte Interativo; depende de lampejos. Posterior a partida contra o México, Kajuru se referiu a Neymar como um “vagalume”, cuja luminosidade acende e apaga em seu “traseiro”.

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O fator Prandelli.

O técnico Cesare Prandelli disse após a vitória por 4×3 sobre o Japão que não queria uma partida tão difícil quanto aquela novamente. Disse que estava preocupado com a recuperação de alguns atletas para a partida deste sábado em que a azzurra, acabou derrotada pelo Brasil por 4×2.

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Itália + Japão = 7 gols!

Não vi a estreia da Itália e como aqueles que puderam ler o último post, perceberam, acreditei que o Japão não mostrou o que poderia na estreia contra o Brasil. No entanto, após dois dias de protestos que pararam e ainda param o Brasil, vimos o melhor jogo da Copa das Confederações até aqui. Itália e Japão atuaram em Pernambuco, no Recife, onde apesar dos gastos, de alguma forma a arena de Recife será utilizada.

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