Mês: novembro 2011

Galvão, MMA, insanidade e futebol

Os amigos podem ter notado que a freqüência dos posts neste blog diminuíram. Não foi somente uma questão de tempo – este anda escasso mesmo, mas é outra coisa. De algum tempo para cá, o futebol parece um tanto quanto sem vida. E não é só o futebol, onde ainda há gente que discute se o meia Douglas é ou não um craque, ou se Ronaldinho Gaúcho é ou não o mesmo jogador que era na Europa. Um exemplo indiscutível da insânia das pessoas de um modo geral é a evolução vulcânica da audiência do MMA, onde “lutadores” se deformam e se comparam aos gladiadores que se apresentavam no Teatro Flávio da Roma antiga. O desfile de ignorância e barbárie transformou-se numa coisa normal.

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Neymar, Santos e o DIS

“The people who come to watch us play, who love the team and regard it as part of their lives, would never appreciate Liverpool having a huge balance in the bank. They want every asset we possess to be wearing a red shirt.” A frase épica de Kenny Dalglish, quando de sua primeira passagem como treinador do Liverpool, foi a primeira coisa que pensei quando soube da renovação do contrato de Neymar com o Santos até 2014. Economicamente, foi um suicídio financeiro, mas clubes de futebol são associações sem fins lucrativos, certo? Ao menos é isso que todos os cartolas ladrões e corruptos do país alegam para dizer que não devem ser investigados pela Receita. LAOR é, definitivamente, um  torcedor e isso ficou claro (nenhum administrador com sanidade mental faria isso). Para finalizar, como foi lindo ver a ferrada que o Santos deu no grupo DIS. Independentemente de toda a insânia no enaltecimento do futebol de Neymar, que é de um desequilíbrio condizente com uma época onde torce-se para pessoas ficarem sem atendimento e classificam-se os alunos da melhor faculdade do país de “maconheiros”. O fica de Neymar foi espetacular pelo golpe no DIS.

Chupa, torcedor!

Outro dia, eu estava me lembrando de como era quando eu assistia futebol quando criança. Meu pai e meus familiares se reuniam em casa para assistir futebol aos domingos, preocupados com o time para o qual a maioria da minha família torce. Nas minhas lembranças de infância, não me lembro de, nenhuma vez, ter ouvido algum adulto xingando um outro clube quando celebrava um gol. Celebrava-se somente o nosso time (e a regra era a mesma para torcedores de outros clubes). A felicidade era pela vitória, não pela desgraça alheia.

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O bom senso em coma no SUS

A quase uma semana de distância do evento, ainda não engoli a discussão sobre a saúde do ex-presidente e suas alternativas de tratamento entre seus seguidores sebastianistas e os críticos que querem vê-lo morto. A cada dez observações sobre o tema que vi, nove tinham duas coisas em comum: a intolerância e uma necessidade irracional de popularidade na rede. No fim, praticamente nada se salvou.

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