Mês: agosto 2009 (Page 2 of 7)

Liga dos Campeões – GRUPO F (Inter de Milão, Barcelona, Rubin Kazan e Dynamo Kiev)

Outro encontro sensacional: os campeões europeus reencontram Samuel Eto’o, praticamente enxotado do Camp Nou e os campeões italianos enfrentam o ingrato Ibrahimovic. Chances para vinganças a granel para todas as partes. Também no lado pobre do grupo, chance de revanches que remontam aos tempos do comunismo, com o Dínamo Kiev, com um de seus melhores times recentes, enfrentando os neoricos do Rubin. Nenhum jogo baba na chave.

Liga dos Campeões – GRUPO G (Sevilla, Rangers, Stuttgart e Unirea Urziceni)

Em algum lugar tinham de ficar as equipes decepcionantes que por acidente chegaram à Champions. Há equilíbrio: entre Stuttgart, Sevilla e Rangers, não há nenhum jogo que não possa acabar com a vitória de qualquer um deles. Os romenos do Urziceni são, provavelmente, o time mais fraco da competição, ao lado do Apoel.

Liga dos Campeões – GRUPO H (Arsenal, AZ, Olympiacos, Standard Liége)

Chave relativamente tranquila para o Arsenal, mas equilibrada nos outros três confrontos. O A tem um time entrosado assim como o Standard, mas nenhum dos dois passa nem perto da experiência que tem o Olympiacos na LC. Witsel, meia do Standard, é alvo de mercado de muitos times de segundo escalão europeu.

Reforço na frente da zaga ou babau

Escrevo este post enquanto a Fiorentina ainda se esforça para não sair da Liga dos Campeões diante de um Sporting que não empolga nem um bacalhau.

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Celso Roth e o cavalo paraguaio

Definitivamente, não me lembro de nenhum personagem do futebol que contasse com tanta antipatia gratuita de imprensa e torcida quanto Celso Roth. No release de sua apresentação, os clubes já deveriam confirmar que ainda têm confiança nele, porque ele balança no cargo no momento que assume.

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Violência

O quebra-quebra entre torceores de Millwall e West Ham na Copa da Liga foi uma cena dos anos 80 que, ocasionalmente, voltamos a ver num flashback. Triste. Marginais de torcidas organizadas, desocupados que não têm o que fazer e cujas vidas são um imenso, grande, perturbador vazio, existem em todos os cantos.

Para sorte dos ingleses, lá, promotores que tomam o combate a essa gente como pretexto para aparecer, não fazem parte do contexto. Lá, nenhum dos (ir)responsáveis pelas investigações, quer fazer circo e depois ir cuidar de sua vida. Se as autoridades prometem rigor, então é o que vai haver.

Seria o Brasil o País dos Vagabundos?

Vivemos no País dos Vagabundos ou não?

No país onde os safados se dão bem e quem trabalha se ferra? Ou não?

No país onde senadores corruptos saem numa boa porque têm o presidente como refém? Ou não?

Onde escândalos com prova, crime, vítima e testemunha são ignorados? Ou não?

Se não vivemos num País dos Vagabundos, safados e pilantras, como explicar que a Máfia do Apito, que garantiu o título de 2005 ao Corinthians, seja TODA absolvida?

Amanhã talvez consigamos nos olhar no espelho e ver valor no Brasil. Hoje, temos de admitir que o país está na mão deles – dos Vagabundos.

Série A – Time a Time

Coloco hoje à disposição dos seletos leitores a avaliação sobre os 20 times que disputam o italiano. Nada de muito aprofundado – só destaques e provável time titular – da liga que certamente mais se empobreceu na temporada. Ainda assim, é um campeonato com um fascínio inequívoco.

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