Chievo

Estádio: Mario Bentegodi (42.000 lugares)
Técnico: Mario Beretta (Chievo) (novo)
Estrela: Luciano (meio-campista)
Fique de olho: Brighi (Juventus)
Quem chegou: Pesaresi (Ternana), Mensah (Modena), Marchini (Lanciano), Breviário (Pavia), Munari (Giulianova), De Franceschi (Bari), Franceschini (Lecce), Tiribocchi (Torino), Mandelli (Torino), Di Donato (Palermo), Marcon (Ancona), Marchesetti (Cremonese), Brighi (Juventus), Esposito (Ancona)
Quem saiu: Sala (Atalanta), Bonomi (Siena), Santana (Palermo), Morrone (Palermo), Frezzolini (Modena), Sculli (Brescia), Marazzina (Torino), Carbone (Torino), D’Agostino (Foggia), Perrotta (Roma), Pinilla (Sporting Lisboa)
O Chievo perdeu o seu técnico Luigi Del Neri para o campeão europeu Porto, que o demitiu em seguida, por pressão dos jogadores mais velhos do elenco. Sem Del Néri, é difícil imaginar se veremos o mesmo Chievo compacto, com pressing e jogadas pelos flancos. Além de Del Néri, o Chievo também perdeu Perrotta, o seu líder do meio-campo. Tudo sugere um campeonato prudente do time, e ficar na Série A depois de tantas mudanças, não seria mal negócio.
Pretensão: evitar o rebaixamento

Fiorentina

Estádio:Artemio Franchi (35.000 lugares)
Técnico: Emiliano Mondonico
Estrela: Hidetoshi Nakata (meio-campista)
Fique de olho: Chris Obodo (meio-campista)
Quem chegou: De Vezze (Ascoli), Dainelli (Brescia), Obodo (Perugia), Lupatelli (Roma), Guigou (Siena), Nakata (Bologna), Aquilanti (Pescara), Maresca (Juventus), Portillo (Real Madrid), Ujfalusi (Hamburgo)Quem saiu: A. Lucarelli (Brescia), Leon (Reggina), T. Manfredini (Modena), Graffiedi (Siena), Cherubini (Vicenza), Bismark (Vaduz), Bacis (Arezzo)
Não é exagero dizer que a pressão da torcida fiorentina por títulos foi uma das responsáveis pela falência e queda do time onde jogavam Batistuta e Rui Costa. O clube retorna à Série A com a mesma sanha de vitórias. As contratações feitas pelo novo dono do clube, Della Valle, indicam uma Fiorentina protagonista, embora o técnico Mondonico seja bem limitado e já rodado por equipes de todos os portes. Destaques para a defesa controlada por Ujfalusi, tcheco importado do Hamburgo, e do meio campo que terá Nakata como meia-atacante e Obodo como primeiro homem. Se algum grande bobear, tem potencial para fazer um torneio surpreendente.
Pretensão: vaga na UEFA

Internazionale

Estádio: Giuseppe Meazza “San Siro” (80.000 lugares)
Técnico: Roberto Mancini (novo)
Estrela: Christian Vieri (atacante)
Fique de olho: Cambiasso (volante)
Quem chegou: Mihajlovic (Lazio), Davids (Barcelona), Cambiasso (Real Madrid), Favalli (Lazio), Verón (Chelsea), Zé Maria (Perugia), Burdisso (Boca Juniors), Choutos (Olympiakos), Lumbilla (FC Paris), Bel Aid (FC Paris), Begora (Blanc mensil), Gentili (Vis Pesaro), Mei (Vis Pesaro)
Quem saiu: Brechet (Real Sociedad), Okan (Besiktas), Dalmat (Toulouse), Nossa (Vicenza), Kallon (Mônaco), Helveg (Norwich), Biava (Ternana), Moreau (Ternana), Fusani (Perugia), Potenza (Parma), Farinós (Mallorca), Adani (brescia)
Escolher a “estrela” do time da Inter é uma tarfa árdua, porque pelo menos meia dúzia dos jogadores interistas mereceriam tal destaque. Talvez aí esteja o problema. O novo técnico, Mancini, terá de cessar a arraigada tradição interista de contratar um time de estrelas todos os anos, sem nada fazer. Presenças certas no time titular: Toldo no gol, J. Zanetti e Córdoba na defesa; Verón, Stankovic e Davids no meio-campo, e Adriano no ataque. Vieri no banco? Pode soar estranho, mas não é impossível. E neste caso, um divórcio seria quase que inevitável…

Juventus

Estádio: Stadio Delle Alpi (69.000 lugares)
Técnico: Fabio Capello (novo)
Estrela: Pavel Nedved (meio-campista)
Fique de olho: Chiellini (defensor)
Quem chegou: Kapo (Auxerre), Zebina (Roma), Blasi (Parma), Brighi (Brescia), Chiellini (Livorno), Bonnefoi (Messina), Emerson (Roma)
Quem saiu: Chiumiento (Siena), Boudianski (Reggina), Benjamin (Salernitana), Di Vaio (Valencia), Maresca (Fiorentina), Brighi (Chievo)
Juventus e Fabio Capello são uma combinação de meter medo em qualquer time da Europa. Ambos estão habituados a vencer e não são do tipo que aguardam as suas chances. Capello tem seu time praticamente definido na cabeça, e deve jogar com um 4-4-2, com Camoranesi e Nedved externos no meio-campo. O desafio de Capello será o de fazer com que Del Piero volte a jogar em seus patamares. Se conseguir, a Juve é candidatíssima a tudo.